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28 de jan de 2013

Artigo de Haroldo Lima sobre Anísio Teixeira

Fazer ressoar a voz da Bahia.
Haroldo Lima

Há quarenta e um anos convivemos com uma versão falsa sobre as circunstâncias em que morreu o grande baiano Anísio Teixeira. Ele teria caído no fosso do elevador do edifício onde morava Aurélio Buarque de Holanda, a quem ia visitar. Mas no edifício ninguém viu nada, o porteiro não testemunhou coisa alguma, seu corpo estava em posição incompatível com a queda.

O membro da Academia Brasileira de Letras Afrânio Coutinho e os professores da Faculdade de Medicina da UFRJ, Domingos De Paula e Francisco Duarte Guimarães Neto, ambos anatomopatologistas, assistiram à autópsia e rejeitaram a hipótese do acidente, acharam que houve assassinato. Na edição do dia seguinte ao enterro do mestre, 15 de março de 1971, o jornal Última Hora, em longa cobertura jornalística, registrou
"outra conclusão da polícia: acidente é pràticamente impossível, a posição do corpo fere tudo o que já foi visto até hoje sobre acidente. Alguém matou e colocou ali o cadáver do Professor Anísio Teixeira". É a opinão de familiares e dos que se debruçam na análise do ocorrido.

O assunto voltou à baila agora com a criação da Comissão Nacional pela Verdade e da Comissão pela Memória e Verdade Anísio Teixeira da Universidade de Brasília. Na instalação desta, o professor João Auguusto Lima Rocha, da Politécnica da Bahia, perante uma platéia atônita, de uma Universidade fundada por Anísio, desmascarou a versão da morte por queda no fosso de elavador.

Familiares elaboramos, com o professor João Augusto, um Memorial dos principais acontecimentos ocorridos desde que o professor desapareceu até seu sepultamento. Em sessão conjunta das duas comissões, agora, no início de novembro, o professor da UFBA Carlos Antonio Teixeira, filho de Anísio, entregou o Memorial a cada uma das comissões.

A Comissão Nacional da Verdade foi criada para desvendar episódios controvertidos da época da ditadura. Desses, onde pereceram diversos brasileiros, talvez o mais pungente, seja o da guerrilha do Araguaia. E dos que envolvem a morte de uma personalidade de grande destaque nacional, talvez o mais chocante, seja o que ceifou a vida de Anísio Teixeira.

Anísio Teixeira vítima da ditadura parece não ter lógica, pensam alguns. Mas o crime não tem lógica. Seu provável assassinato, contudo, não foi algo incompreensível, como um raio que cai em céu azul. Anísio era uma referência em educação no Brasil. Mas não uma referência neutra. Para ele, a educação era uma questão de Estado, daí ser chamado de "estadista da educação". Lançou, em título de livro, a idéia de que "Educação não é privilégio", desfraldou a bandeira da escola pública, universal, gratuita e de boa qualidade, implantou a escola em tempo integral, favoreceu verba pública para escola pública. Pensador progressista, era tido como perigoso pelos setores mais recalcitrantes.

Sabe-se hoje que, no Rio, entre 1968 e 1971, houve uma facção da ditadura que tentou realizar ações terroristas que, por pouco, não dão em enorme tragédia. A essa facção ligam-se os assassinatos de Rubens Paiva, em janeiro de 1971, e de Stuart Angel, em maio. Anísio morreu em março do mesmo ano.

Na sessão conjunta entre as duas comissões, um acordo foi assinado garantindo apoio mútuo nas averiguações. Isto seguramente ajudará. Mas, membros das duas comissões consideraram importante uma movimentação mais ampla, demandando solução para o problema, com a participação de personalidades e órgãos diversos.

Daí porque seria extremamente oportuno educadores, outros profissionais da área, estudantes, intelectuais, parlamentares, governantes e universidades e entidades várias fazerem ressoar a voz da Bahia junto à Comissão Nacional da Verdade, alertando-a sobre a imperiosidade de que a Verdade sobre o que aconteceu com Anísio Teixeira seja enfim proclamada.

Não há dúvida de que extrair a Verdade de acontecimento tão controverso, passados 41 anos, é difícil. Mas não impossível. Difícil mesmo é a Nação conviver indefinidamente sem saber o que aconteceu com um de seus mais ilustres filhos, o Professor Anísio Teixeira.

Haroldo Lima – ex-Deputado Federal pela Bahia,
ex- Diretor Geral da Agência Nacional do Petróleo,
Gás Natural e Biocombistíveis, é sobrinho de Anísio Teixeira.

14 de dez de 2009

Grandes Educadores - 1- Anísio Teixeira

"Numa democracia, nenhuma obra supera a de educação. Haverá, talvez, outras aparentemente mais urgentes ou imediatas, mas estas mesmas pressupõem, se estivermos numa democracia, a educação. Todas as demais funções do estado democrático pressupõem a educação. Somente esta não é conseqüência da democracia, mas a sua base, o seu fundamento, a condição mesmo para a sua existência."
Anísio Teixeira

Anísio Spínola Teixeira (Caetité, 12 de julho de 1900 — Rio de Janeiro, 11 de março de 1971) foi um jurista, intelectual, educador e escritor brasileiro.
Personagem central na história da educação no Brasil, nas décadas de 1920 e 1930, difundiu os pressupostos do movimento da Escola Nova, que tinha como princípio a ênfase no desenvolvimento do intelecto e na capacidade de julgamento, em detrimento da memorização.
Reformou o sistema educacional da Bahia e do Rio de Janeiro, exercendo vários cargos executivos. Foi um dos mais destacados signatários do Manifesto dos Pioneiros da Escola Nova, em defesa do ensino público, gratuito, laico e obrigatório, divulgado em 1932.
Em 1935, fundou a Universidade do Distrito Federal, depois transformada em Faculdade Nacional de Filosofia da Universidade do Brasil.

Anísio Teixeira – Vida e Obra

Anísio Spínola Teixeira nasceu em Caetité (BA), em 12 de julho de 1900, numa família de fazendeiros.

Estudou em colégios jesuítas em Caetité e em Salvador. Em 1922, formou-se em Ciências Jurídicas e Sociais, no Rio de Janeiro.Com apenas 24 anos, foi nomeado inspetor geral de Ensino do Estado da Bahia.

Em 1928, estudou na Universidade de Columbia, em Nova York, onde conheceu o pedagogo John Dewey. Em 1931, foi nomeado secretário de Educação do Rio. Em sua gestão, criou uma rede municipal de ensino completa, que ia da escola primária à universidade. ]Em abril de 1935, completou a montagem da rede de ensino do Rio com a criação da Universidade do Distrito Federal (UDF).

Ao lado da Universidade de São Paulo (USP), inaugurada no ano seguinte, a UDF mudou o ensino superior brasileiro, mas ela foi extinta em 1939, durante o Estado Novo. Em 1935, perseguido pelo governo de Getúlio Vargas, Anísio refugiou-se em sua cidade natal, onde viveu até 1945.

Nesse período, não atuou na área educacional e se tornou empresário. Em 1946, ele assumiu o cargo de conselheiro da Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco).

No ano seguinte, com o fim do Estado Novo, voltou ao Brasil e novamente tomou posse da Secretaria de Educação de seu Estado. Nessa gestão, criou, em 1950, o Centro Educacional Carneiro Ribeiro, em Salvador, a Escola Parque.

Em 1951, assumiu o cargo de secretário-geral da Campanha de Aperfeiçoamento do Pessoal do Ensino Superior (Capes) e, no ano seguinte, o de diretor do Instituto Nacional de Estudos Pedagógicos (Inep), onde ficou até 1964. Anísio foi um dos idealizadores da Universidade de Brasília (UnB), fundada em 1961. Ele entregou a Darcy Ribeiro, que considerava como seu sucessor, a condução do projeto da universidade. Em 1963, tornou-se reitor da UnB.

Com o golpe de 1964, acabou afastado do cargo. Foi para os Estados Unidos, lecionar nas universidades de Columbia e da Califórnia. Voltou ao Brasil em 1965. Em 1966, tornou-se consultor da Fundação Getúlio Vargas (FGV)

Morreu em 11 de março de 1971, de modo misterioso. Seu corpo foi encontrado no poço do elevador de um edifício no começo da Avenida Rui Barbosa, no Rio. A polícia considerou a morte acidental, mas a família do educador suspeita de que ele possa ter sido vítima da repressão do governo do general Emílio Garrastazu Medici.

Fonte: Matéria de Adriana Vera e Silva Revista Nova Escola - Edição Agosto- 1998Redação NOVA ESCOLAAv. das Nações Unidas, 7221, 6° andar, Pinheiros, São Paulo, SPCEP 05425-902Fax: (0--11) 3037-4322E-mail: novaescola.abril@atleitor.com.brSite: www.uol.com.br/novaescola


O educador na Bahia

A fim de melhor desempenhar a função de Secretário da Educação do Governo da Bahia, viaja, em 1925, para a Europa, onde observa o sistema educacional de diversos países - implementando em seguida várias reformas no ensino do estado.
Anísio consegue ampliar o sistema educacional, privilegiando a formação de professores. Em sua terra natal, Caetité, reinaugura a Escola Normal, fechada em 1901 por Severino Vieira.

Em 1927 vai aos Estados Unidos, onde trava conhecimento com as idéias do filósofo e pedagogo John Dewey, que muito vão influenciar seu pensamento. No ano seguinte demite-se do cargo pelo fato do novo governador não concordar com suas idéias sobre mudanças no ensino.

Volta aos Estados Unidos (1928), onde faz pós-graduação. De volta ao Brasil traduz, pela primeira vez em português, dois trabalhos de Dewey.


No Rio de Janeiro

Muda-se para o Rio de Janeiro, ocupando a Diretoria da Instrução Pública do Distrito Federal, em 1931, em cujo mandato institui a integração da "Rede Municipal de Educação", do fundamental à universidade. Diversas melhorias e mudanças foram feitas, mas a que maior polêmica gerou foi a criação da Universidade do Distrito Federal, em 1935.
Em 1932 participa do Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova, tendo publicado neste período duas obras sobre educação que, junto a suas realizações, deram-lhe projeção nacional.

Política, realização e perseguição

Durante a última fase do Estado Novo, Anísio afasta-se da vida pública. Dedica-se, então, à mineração - atividade de alguns parentes. Aproxima-se mais do amigo Monteiro Lobato e publica Educação para a Democracia, além de realizar diversas traduções.

Na década de 1940 foi Conselheiro da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura).

Voltando o país ao regime democrático, em 1946, Anísio é convidado por Octávio Mangabeira - socialista, fundador da UDN, também exilado e então eleito para o Governo da Bahia - para ser o Secretário de Educação e Saúde. Dentre outras realizações, constrói na Liberdade - o mais populoso e pobre bairro da capital baiana - o "Centro Educacional Carneiro Ribeiro", mais conhecido por Escola Parque, lugar para educação em tempo integral e que serviria de modelo para os futuros CIACs e CIEPs.

Nos anos 50, dirigiu o Instituto Nacional de Estudos Pedagógicos, ou INEP, órgão do Governo Federal, que desde o governo de Fernando Henrique Cardoso se chama Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (ver seu site em [2]). Foi também o criador e primeiro dirigente da Campanha Nacional de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (atual CAPES), criada em 11 de julho de 1951, pelo Decreto nº 29.741, pelo presidente Getúlio Vargas, e que Anísio dirigiu até o golpe de 1964.

A CAPES subordinava-se diretamente ao Presidente da República mas, depois de 1964, passou a integrar o organograma do Ministério da Educação (ver [3]). De todo modo, com a ditadura militar, Anísio deixou a sua direção.

Foi um dos idealizadores do projeto da Universidade de Brasília (UnB), inaugurada em 1961, da qual veio a ser reitor em 1963, para ser afastado após o golpe militar de 1964.

Anísio Teixeira e o Movimento Escola Nova

O movimento chamado Escola Nova esboçou-se, na década de 1920, no Brasil.
Nessa época, o mundo vivia um momento de crescimento industrial e de expansão urbana e, nesse contexto, um grupo de intelectuais brasileiros sentiu necessidade de preparar o país para acompanhar esse desenvolvimento. A educação era por eles percebida como o elemento-chave para promover a remodelação requerida.

Inspirados nas idéias político-filosóficas de igualdade entre os homens e do direito de todos à educação, esses intelectuais viam num sistema estatal de ensino público, livre e aberto, o único meio efetivo de combate às desigualdades sociais da nação.

Denominado de Escola Nova, o movimento ganhou impulso na década de 1930 após a divulgação do Manifesto da Escola Nova (1932). Nesse documento, defendia-se a universalização da escola pública, laica e gratuita. Entre os seus signatários, destacavam-se os nomes de:

Anisio Teixeira - futuro mentor de duas universidades no país - a Universidade do Distrito Federal, no Rio de Janeiro, desmembrada pelo Estado Novo de Getúlio Vargas e a Universidade de Brasília, da qual era reitor, quando do Golpe Militar de 1964. Além dessas realizações, Anísio foi o fundador da Escola Parque, em Salvador (1950), instituição que posteriormente inspiraria o modelo dos Centros Integrados de Educação Pública - CIEPs, no Rio de Janeiro, na década de 1980.
Fernando de Azevedo (1894-1974) - que aplicou a Sociologia da Educação e reformou o ensino em São Paulo na década de 1930
Lourenço Filho (1897-1970) - professor
Cecília Meireles (1901-1964) - professora e escritora
A atuação destes pioneiros se estendeu pelas décadas seguintes sob fortes críticas dos defensores do ensino privado e religioso. As suas idéias e práticas influenciaram uma nova geração de educadores como Darcy Ribeiro (1922-1997) e Florestan Fernandes (1920-1995).


O legado

De sua obra em Salvador, destaca-se o Centro Educacional Carneiro Ribeiro (melhor conhecido por Escola Parque), situado no populoso e pobre bairro da Liberdade, de 1950, no qual buscou inspiração Darcy Ribeiro para, na década de 1980, criar os CIEPs.

Na década de 1990 foi a vez do Governo Federal criar os CIACs e, no início do século XXI, na Bahia, os Colégios Modelo - todos fundamentados na sua ainda atual visão da educação integral e, no início do século XXI, os mais de 21 CEU's (Centros Educacionais Unificados), construídos na cidade de São Paulo, tiveram em seus projetos fortes influências da Escola Parque de Anísio.

Em Caetité, na sua casa natal (foto acima), mantém a Fundação Anísio Teixeira, presidida por sua filha Anna Cristina Teixeira Monteiro de Barros ("Babi"), com apoio governamental (Estado e Município) e da iniciativa privada, a Casa Anísio Teixeira', com biblioteca, museu, cine-teatro e biblioteca móvel.

A instituição leva conhecimento e mantém viva a memória do grande educador brasileiro, sendo objeto de muitas reportagens em todas as mídias.

No Rio de Janeiro existe o Centro Educacional Anísio Teixeira, escola privada de ensino fundamental e ensino médio, com proposta pedagógica segundo as idéias do educador.

E Por que Escola Nova ?

No Brasil, as idéias da Escola Nova foram inseridas em 1882 por Rui Barbosa (1849-1923). O grande nome do movimento na América foi o filósofo e pedagogo John Dewey (1859-1952).
John Dewey, filósofo norte americano influenciou a elite brasileira com o movimento da Escola Nova.

Para John Dewey a Educação, é uma necessidade social. Por causa dessa necessidade as pessoas devem ser aperfeiçoadas para que se afirme o prosseguimento social, assim sendo, possam dar prosseguimento às suas idéias e conhecimentos.

No século XX, vários educadores se evidenciaram, principalmente após a publicação do Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova, de 1932. Na década de 30, Getúlio Vargas assume o governo provisório e afirma a um grupo de intelectuais o imperativo pedagógico do qual a revolução reivindicava; esses intelectuais envolvidos pelas idéias de Dewey e Durkheim se aliam e, em 1932 promulgam o Manifesto dos Pioneiros, tendo como principal personagem Fernando de Azevedo.

Grandes humanistas e figuras respeitáveis de nossa história pedagógica, podem ser citadas, como por exemplo Lourenço Filho (1897-1970) e Anísio Teixeira (1900-1971).

A Escola Nova foi um movimento de renovação do ensino que foi especialmente forte na Europa, na América e no Brasil, na primeira metade do século XX . O escolanovismo desenvolveu-se no Brasil sob importantes impactos de transformações econômicas, políticas e sociais. O rápido processo de urbanização e a ampliação da cultura cafeeira trouxeram o progresso industrial e econômico para o país, porém, com eles surgiram graves desordens nos aspectos políticos e sociais, ocasionando uma mudança significativa no ponto de vista intelectual brasileiro.

Na essência da ampliação do pensamento liberal no Brasil, propagou-se o ideário escolanovista. O escolanovismo acredita que a educação é o exclusivo elemento verdadeiramente eficaz para a construção de uma sociedade democrática, que leva em consideração as diversidades, respeitando a individualidade do sujeito, aptos a refletir sobre a sociedade e capaz de inserir-se nessa sociedade. Então de acordo com alguns educadores, a educação escolarizada deveria ser sustentada no indivíduo integrado à democracia, o cidadão atuante e democrático.

Para John Dewey a escola não pode ser uma preparação para a vida, mas sim, a própria vida. Assim, a educação tem como eixo norteador a vida-experiência e aprendizagem, fazendo com que a função da escola seja a de propiciar uma reconstrução permanente da experiência e da aprendizagem dentro de sua vida. Então, para ele, a educação teria uma função democratizadora de igualar as oportunidades. De acordo com o ideário da escola nova, quando falamos de direitos iguais perante a lei, devemos estar aludindo a direitos de oportunidades iguais perante a lei.

Autora: Amelia Hamze
Educadora
Profª UNIFEB/CETEC e FISO – Barretos



Bibliografia de Anísio Teixeira


Coletada por Francisco Gilson Rebouças Pôrto Júnior
Faculdade de Educação, Universidade de Brasília

Livros Publicados

TEIXEIRA, Anísio. Aspectos americanos de educação. Salvador: Tip. De São Francisco, 1928. 166p.

TEIXEIRA, Anísio. A educação e a crise brasileira. São Paulo: Cia. Editora Nacional, 1956. 355p.

TEIXEIRA, Anísio e ROCHA e SILVA, Maurício. Diálogo sobre a lógica do conhecimento. São Paulo: Edart Editora. 116p.

TEIXEIRA, Anísio. Educação e o mundo moderno. 2ªed. São Paulo: Cia. Editora Nacional, 1977. 245p.

TEIXEIRA, Anísio. Educação é um direito. 2ªed. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 1996. 221p.

TEIXEIRA, Anísio. Educação e universidade. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 1998. 187p.

TEIXEIRA, Anísio. Educação no Brasil. São Paulo: Cia. Editora Nacional, 1969. 385p.

TEIXEIRA; Anísio. Educação não é privilégio. 5ª ed. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 1994. 250p.

TEIXEIRA, Anísio. Educação para a democracia: introdução à administração educacional. 2ªed. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 1997. 263p.

TEIXEIRA, Anísio. Educação progressiva: uma introdução à filosofia da educação. 2ªed. São Paulo: Cia. Editora Nacional, 1934. 210p.

TEIXEIRA, Anísio. Em marcha para a democracia: à margem dos Estados Unidos. Rio de Janeiro: Editora Guanabara, s.d. [1934 ?]. 195p.

TEIXEIRA, Anísio. Ensino superior no Brasil: análise e interpretação de sua evolução até 1969. Rio de Janeiro: Editora da Fundação Getúlio Vargas, 1989. 186p.

TEIXEIRA, Anísio. Pequena introdução à filosofia da educação: a escola progressiva ou a transformação da escola. 5ªed. São Paulo: Cia. Editora Nacional, 1968. 150p.



Artigos em Revistas
TEIXEIRA, Anísio. “1963: ano da educação.” Boletim Informativo CAPES. Rio de Janeiro, n. 122, jan. 1963. p. 1-2.
TEIXEIRA, Anísio. “Administração pública brasileira e a educação.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.25, n. 63, 1956. p. 3-23.
TEIXEIRA, Anísio. “O alto sertão da Bahia.” Revista do Instituto Geographico e Historico da Bahia. Salvador, v.52, 1926. p. 295-309.
TEIXEIRA, Anísio. “Análise de sistemas e educação.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.59, n. 129, jan./mar. 1973. p. 57-59.

TEIXEIRA, Anísio. “Aspectos da reconstrução da Universidade Latino-Americana.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.47, n. 105, jan./mar. 1967. p. 55-67.

TEIXEIRA, Anísio. “Autonomia para educação na Bahia.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.11, n. 29, jul./ago. 1947. p. 89-104.

TEIXEIRA, Anísio. “Bases da teoria lógica de Dewey.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.23, n. 57, jan./mar. 1955. p. 3-27.

TEIXEIRA, Anísio. “Bases para uma programação de educação primária no Brasil.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.27, n. 65, jan./mar. 1957. p. 28-46.

TEIXEIRA, Anísio. “Bases preliminares para o plano de educação referente ao Fundo Nacional de Ensino Primário.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.38, n. 88, out./dez. 1962. p. 97-107.

TEIXEIRA, Anísio. “Centro Brasileiro de Pesquisas Educacionais.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.25, n. 61, jan./mar. 1956. p. 145-149.

TEIXEIRA, Anísio. “Centro Educacional Carneiro Ribeiro.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.31, n. 73, jan./mar. 1959. p. 78-84.

TEIXEIRA, Anísio. “Centro Regional de Pesquisas Educacionais de Recife.” Boletim Mensal do CEPE. Rio de Janeiro, v.1, n. 1, nov. 1957. p. 5-10.

TEIXEIRA, Anísio. “Ciência e arte de educar.” Educação e Ciências Sociais. v.2, n. 5, ago. 1957. p. 5-22.

TEIXEIRA, Anísio. “Ciência e Educação.” Boletim Informativo CAPES. Rio de Janeiro, n. 50, 1957. p. 1-3.

TEIXEIRA, Anísio. “Ciência e humanismo.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.24, n. 60, 1955. p. 30-44.

TEIXEIRA, Anísio. “Condições para a reconstrução educacional brasileira.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.18, n. 49, 1953. p. 3-12.

TEIXEIRA, Anísio. “Confronto entre a educação superior dos EUA e a do Brasil.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.33, n. 78, abr./jun. 1960. p. 63-74.

TEIXEIRA, Anísio. “A crise educacional brasileira.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.19, n. 50, abr./jun. 1953. p. 20-43.

TEIXEIRA, Anísio. “Cultura e tecnologia.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.55, n. 121, jan./mar. 1971. p. 12-37.

TEIXEIRA, Anísio. “Custo mínimo da educação primária por aluno.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.35, n. 82, abr./jun. 1961. p. 3-5.

TEIXEIRA, Anísio. “O desafio da educação para o desenvolvimento.” Boletim Informativo CAPES. Rio de Janeiro, n. 112, 1962. p. 1-3.

TEIXEIRA, Anísio. “Dewey e a filosofia da educação.” Boletim Informativo CAPES. Rio de Janeiro, n. 85, dez. 1959. p. 1-2.

TEIXEIRA, Anísio. “Discurso de posse do Director Geral de Instrucção Pública.” Boletim de Educação Pública. Rio de Janeiro, v.2, n. 1/2, jan./jun. 1932. p. 75-76.

TEIXEIRA, Anísio. “Discurso de posse do Professor Anísio Teixeira no Instituto Nacional de Estudos Pedagógicos.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. v.17, n. 46, 1952. p. 69-79.

TEIXEIRA, Anísio. “Editorial.” Educação e Ciências Sociais. Rio de Janeiro, v.7, n. 3, fev. 1960. p. 3-13.

TEIXEIRA, Anísio. “Editorial.” Educação e Ciências Sociais. Rio de Janeiro, v.8, n. 15, set. 1960. p. 3-8.

TEIXEIRA, Anísio. “Educação - problema da formação nacional.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.29, n. 70, abr./jun. 1958. p. 21-32.

TEIXEIRA, Anísio. “Educação como experiência democrática para cooperação internacional.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.45, n. 102, abr./jun. 1966. p. 257-272.

TEIXEIRA, Anísio. “A educação comum do homem moderno.” Arte e Educação. Rio de Janeiro, v.1, n. 3, mar. 1971. p. 13.

TEIXEIRA, Anísio. “A educação e a constituição de 1946.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.33, n. 77, jan./mar. 1960. p. 68-82.

TEIXEIRA, Anísio. “Educação e cultura na Constituição do Estado da Bahia.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.65, n. 151, set./dez. 1984. p. 685-696.

TEIXEIRA, Anísio. “Educação e Desenvolvimento.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.35, n. 81, jan./mar. 1961. p. 71-92.

TEIXEIRA, Anísio. “Educação e nacionalismo.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.34, n. 80, out./dez. 1960. p. 205-208.

TEIXEIRA, Anísio. “Educação não é privilégio.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Brasília, v.70, n. 166, 1989. p. 435-462.

TEIXEIRA, Anísio. “A educação que nos convém.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.21, n. 54, abr./jun. 1954. p. 16-33.

TEIXEIRA, Anísio. “Educação, suas fases e seus problemas.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Brasília, v.56, n. 124, out./dez. 1971. p. 284-286.

TEIXEIRA, Anísio. “Educar para o equilíbrio da sociedade.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Brasília, v.55, n. 122, abr./jun. 1971. p. 191-196.

TEIXEIRA, Anísio. “O ensino brasileiro.” Boletim da CBAI. v.7, n. 10, 1953. p. 1122-1124.

TEIXEIRA, Anísio. “O ensino cabe à sociedade.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.31, n. 74, 1959. p. 290-298.

TEIXEIRA, Anísio. “Ensino humanístico e ensino científico em nosso tempo.” Temas. São Paulo, v.1, n. 1, maio 1971. p. 5-12.

TEIXEIRA, Anísio. “O ensino secundário.” Boletim Informativo CAPES. Rio de Janeiro, n. 66, maio 1958. p. 1-2.

TEIXEIRA, Anísio. “Entrevista ao Correio da Manhã.” Educação e Ciências Sociais. Rio de Janeiro, v.3, n. 8, 1958. p. 133-137.

TEIXEIRA, Anísio. “A escola brasileira e a estabilidade social.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Brasília, v.28, n. 67, jul./set. 1957. p. 3-29.

TEIXEIRA, Anísio. “A Escola Parque da Bahia.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.47, n. 106, abr./jun. 1967. p. 246-253.

TEIXEIRA, Anísio. “A escola pública.” Boletim Informativo CAPES. Rio de Janeiro, n. 48, 1956. p. 1-3.

TEIXEIRA, Anísio. “Escola pública é o caminho para a integração social.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Brasília, v.52, n. 95, jul/set. 1964. p. 210-213.

TEIXEIRA, Anísio. “A escola pública universal e gratuita.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.26, n. 64, out./dez. 1956. p. 3-27.

TEIXEIRA, Anísio. “A escola secundária em transformação.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.21, n. 53, abr./jun. 1954. p. 3-20.

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FONTES BIBLIOGRÁFICAS
Canal do Educador - WikipediaCentro de Referência Educacional e Ensaistas.org

Post em homenagem ao Prof. Ms. Hélio Ramos da Silva, que foi meu professor de História da Educação , na licenciatura em Pedagogia - UEMG campus Campanha 2003/2005, a minha eterna gratidão!

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