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4 dicas para criar cursos imersivos


No artigo passado compartilhei os benefícios de se desenvolver Cursos Imersivos, agora vamos nos dedicar à conhecer dicas para aplicar no desenvolvimento desses recursos:

1. Incorporar Situações Realistas e Personagens


A imersão depende do realismo. Os alunos on-line não são capazes de se engajar ativamente se eles não podem se relacionar com a situação ou se conectar com os personagens eLearning. Por esta razão, você deve incorporar elementos que os aprendizes online normalmente encontram no mundo real. Por exemplo, integrar software e ferramentas que eles usam em uma base regular. Isso muitas vezes requer pesquisar seu público, através de observações no local de trabalho, grupos focais e pesquisas on-line. Descubra o máximo possível sobre seus antecedentes e preferências para criar conteúdo de eLearning que ressoe com eles.


2. Criar uma história emocionalmente envolvente


Um dos aspectos mais importantes da imersão é conectividade emocional. Os aprendizes online precisam se sentir nos personagens do eLearning e serem capazes de se colocar no papel. Isso requer uma história convincente que puxa em sentimentos e desencadeia uma resposta emocional. Para conseguir isso, você precisa determinar quais emoções você está tentando transmitir e como elas afetarão a experiência de eLearning. Por exemplo, agitar a ansiedade pode imitar a pressão do mundo real, mas também colocá-los em um estado de espírito negativo.

3. Deixe que os aprendizes online escolham seu próprio caminho


Cada aluno on-line tem o poder de escolher seu caminho no mundo real. Suas escolhas levam a resultados, que resultam em conseqüências ou repercussões. Esta é a ordem natural das coisas. É por isso que seu curso de eLearning imersivo deve capacitar os aprendizes on-line e permitir que eles assumam o controle. Simulações, jogos sérios e cenários de ramificação são inerentemente centrados no aluno. Os indivíduos tomam decisões que os levam para um caminho específico. No entanto, você pode incorporar liberdade de escolha em outros aspectos do seu projeto de curso eLearning. Por exemplo, um mapa de curso clicável que permite que os aprendizes online escolham suas próprias atividades de eLearning e avaliações.


4. Remover distrações desnecessárias


É importante focar nos objetivos de aprendizado em vez de se perder nos elementos de eLearning imersivos. Por exemplo, a escolha de multimídia que é interativa e visualmente atraente, mesmo que não suporte seus objetivos de aprendizagem. Desordenado, o eLearning vai distrair alunos on-line e tirar o valor global do curso. É aconselhável começar com atividades de eLearning de imersão básicas que se alinham com seus objetivos de aprendizagem e integrar gradualmente mais interatividade. Escolha seus esquemas de cores, fontes e layouts com cuidado. Considere como eles se encaixam no quadro maior e seu significado emocional. O vermelho pode ser uma das cores do seu logotipo, mas também simboliza a urgência. Assim, ele tem o potencial de criar stress desnecessário, o que prejudica a experiência imersiva eLearning.

Imersive eLearning pode transformar assunto seco e maçante em uma viagem on-line emocionante. Mesmo a conformidade corporativa tem o poder de se tornar envolvente e emocionalmente centrado com a ajuda de eLearning histórias imersivas, atividades e elementos de design.


IBDIN Instituto Brasileiro de Desenho Instrucional

MEC atualiza regulamentação de EaD e amplia a oferta de cursos




MEC atualiza regulamentação de EaD e amplia a oferta de cursos

    • Quarta-feira, 21 de junho de 2017, 10h25



    Para ampliar a oferta de cursos de ensino superior no país, o Ministério da Educação (MEC) publicou nesta quarta-feira, 21, portaria que regulamenta o Decreto nº 9057, de 25 de maio de 2017, com o objetivo de ampliar a oferta de cursos superiores na modalidade a distância, melhorar a qualidade da atuação regulatória do MEC na área, aperfeiçoando procedimentos, desburocratizando fluxos e reduzindo o tempo de análise e o estoque de processos.



    A portaria possibilita o credenciamento de instituições de ensino superior (IES) para cursos de educação a distância (EaD) sem o credenciamento para cursos presenciais. Com isso, as instituições poderão oferecer exclusivamente cursos EaD, na graduação e na pós-graduação lato sensu, ou atuar também na modalidade presencial. O intuito é ajudar o país a atingir a Meta 12 do Plano Nacional de Educação (PNE), que determina a elevação da taxa bruta de matrícula na educação superior para 50% e a taxa líquida em 33% da população de 18 a 24 anos. Na mesma linha, as IES públicas ficam automaticamente credenciadas para oferta EaD, devendo ser recredenciadas pelo MEC em até 5 anos após a oferta do primeiro curso EaD.

    Para garantir segurança e qualidade, a portaria reitera que a oferta de cursos EaD requer autorização prévia do MEC para seu funcionamento, exceto para as instituições de ensino superior que possuem autonomia, e que todas as instituições devem manter cursos de graduação em funcionamento, não sendo permitida a oferta somente de pós-graduação lato sensu.

    Outra inovação que a portaria traz é a criação de polos de educação a distância pelas próprias instituições já credenciadas para esta modalidade de ensino. O documento detalha ainda a quantidade de polos que as instituições poderão criar, baseado no conceito institucional (CI) mais recente da instituição.

    As instituições de ensino superior que possuem CI 3 poderão criar até 50 polos por ano, as com CI 4 poderão criar 150 e as com CI 5 poderão criar até 250 polos por ano. Elas também podem optar por continuar atuando somente na sede. Essa medida permitirá a ampliação da oferta por meio de polos EaD pelas IES já credenciadas, já que antes do Decreto recentemente publicado os processos de credenciamento de polos eram analisados pelo MEC, com tempo de análise bastante prolongado. Para o Secretário de Regulação e Supervisão da Educação Superior, Henrique Sartori, "esses quantitativos levam em consideração a preocupação que o Ministério da Educação tem em relação à qualidade das instituições, já que elas poderão criar mais polos conforme a qualidade que a instituição possuir e apresentar para a educação a distância. Então a criação dos polos fica condicionada à gradação da qualidade que as instituições do sistema possuem".

    Visitas in loco – As avaliações in loco realizadas pelo MEC passarão a se concentrar na sede das instituições e não mais nos polos. Entretanto, na visita, os avaliadores irão verificar se a estrutura da IES atende aos cursos propostos, bem como à quantidade de estudantes a serem atendidos na sede da instituição e nos polos. Para os cursos, as Diretrizes Curriculares Nacionais continuam sendo referência, inclusive para verificar os momentos presenciais obrigatórios e outras especificidades de cada área.

    Cursos sem atividades presenciais, por sua vez, passam a ser permitidos, mas exigem autorização prévia do MEC e visita de avaliação in loco, mesmo para as IES com autonomia.

    A Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior do MEC (Seres) pretende, ainda, implementar ações de monitoramento dos polos EaD, a fim de garantir que os requisitos de funcionamento sejam cumpridos.

    Regras de transição – Para os processos que estão em trâmite na data de publicação da portaria, são previstas disposições transitórias que adequam a análise dos processos à nova legislação. Não haverá necessidade de continuidade das visitas em polos ainda não visitados. As sedes e polos já visitados terão portaria de credenciamento publicada pelo MEC e as IES poderão criar os polos por ato próprio, com arquivamento dos processos pela SERES. Somente as IES que optarem por aguardar visita e não se utilizar da nova legislação é que devem comunicar ao MEC a sua opção. As que optarem por seguir a nova legislação terão a análise dos processos concluída pelo MEC.

    O Secretário Henrique Sartori ainda relembra que até a edição do Decreto nº 9.057 estava vigente um Decreto do ano de 2005, em uma área com tantas mudanças tecnológicas como a EaD. Na época, não haviam sido inventadas as muitas das tecnologias de comunicação e informação disponíveis atualmente, incluindo simuladores de realidade aumentada e realidade virtual, materiais didáticos e outras inovações. Com o Decreto recentemente publicado e a portaria, o país caminha na direção dessas inovações e, além disso, aumenta a concorrência no setor, incentivando a ampliação da oferta e a qualidade.

    As alterações foram publicadas na portaria normativa Nº 11 do Diário Oficial da União desta quarta-feira, 21.

    Assessoria de Comunicação Social

    Curso a distância do observatório nacional


    Curso a distância do Observatório Nacional 

    Observatório Nacional abre as inscrições para o curso a distância "O Sistema Solar"

    As inscrições para o curso a distância "O Sistema Solar" estarão abertas a partir de 04 de maio no site do Observatório Nacional.


    Os cursos a distância oferecidos pelo Observatório Nacional são gratuitos e voltados para um público não especializado em ciências exatas. Este curso terá duração de 04 (quatro) meses, sendo iniciado no dia 03 de julho de 2017 e encerrado no dia 13 de novembro de 2017.

    As inscrições iniciam no dia 04 de maio de 2017 e permanecerão abertas até o final do último dia de prova (13/11/2017). O participante pode se inscrever a qualquer momento. Se perder um módulo ou uma prova, pode participar da fase seguinte.

    Encontro de educação inovadora

    Inscrições  *Encontro de Educação Inovadora* estão abertas! 

    No próximo dia *17/05/2017 , às 19h(Horário de Brasília)*, reuniremos educadores de todo o Brasil para discutir as *Competências do século XXI e como trabalhá-las em sua escola.*

    *LINK PARA INSCRIÇÃO:* https://goo.gl/SJ45y1


    Não perca esta oportunidade, este evento é *gratuito e online*, estamos preenchendo as *_últimas vagas_* para os grupos de discussão sobre o tema no WhatsApp.
    Nos vemos dia 17!

    História e tecnologia -

    Livro "História e Tecnologia – Diálogos em pesquisa e ensino" disponível para download gratuito.

    Obra é resultado da I Jornada de História, Ensino e Tecnologia, realizada em 2016, na UDESC.

    Educação online custa mais, não menos.

    testeira_ID_ABED_2016.jpg
    #714 - Abril 2017
    Visão geral e informações básicas da pesquisa conduzida pela WCET com faculdades e universidades sobre o preço e o custo dos cursos à distância.
    Educação online custa mais, não menos.
    Estudos desafiam o mito do custo menor da instrução digital, tanto para estudantes quanto para as faculdades que oferecem os cursos.  
    Uma pesquisa realizada junto às provedoras de ensino a distância demonstrou que é um mito os cursos online terem um menor custo de produção, e consequentemente diminuírem os custos para os estudantes. A premissa não se sustenta.

    A investigação, realizada pela WICHE Cooperative for Educational Technologies (WCET), revelou que muitas faculdades cobram o mesmo ou até mais pelo estudo online. E, quando taxas adicionais são incluídas, mais da metade dos alunos de educação a distância paga valores maiores do que aqueles que frequentam as salas de aulas.

    Os preços mais elevados – pagos pelos estudantes – estão ligados aos altos custos de produção, diz a pesquisa. Os pesquisadores pediram aos entrevistados para pensarem em 21 itens de um curso online, tais como desenvolvimento da escola, design instrucional e avaliação do aluno, e como o custo desses itens se comparariam aos dos cursos presenciais similares. Os entrevistados – administradores responsáveis pela educação a distância em 197 faculdades – afirmaram que nove dos itens são mais caros em um curso online, enquanto doze itens custam o mesmo.

    Em outras palavras, virtualmente cada administrador pesquisado afirmou que os cursos online têm produção mais onerosa.

    Segundo Russell Poulin e Terri Taylor Straut, autores do estudo, isto não deveria ser surpresa. O relato apontou que produzir um curso online significa pagar licença de software, contratar designers instrucionais, treinar equipes da faculdade e oferecer suporte 24 horas para o estudante, entre outras despesas agregadas.

    “E isto tudo deveria custar menos?” questiona o relatório.
    “Nos comentários abertos, dirigidos a líderes que criticam o trabalho deles, você pode sentir essa angústia. Uma pessoa respondeu sucintamente: Oras”.

    Em entrevista, Straut, analista sênior na WCET, disse que o mito sobre o custo menor e o preço real da educação online persiste devido à falta de conhecimento sobre o trabalho resultante da criação de cursos. Ao invés de construir cursos online a partir do zero, muitas faculdades utilizam soluções a partir de cursos presenciais existentes, adicionando ferramentas necessárias para oferecê-los online, o que eleva os custos. “Se você começa com todas as peças da sala de aula para depois incluir tecnologia, como isto poderia ser mais barato?” – afirma Straut, que anteriormente ajudou a fundar a CU Online, na University of Colorado e Westerns Governors University.

    Ainda, afirmou Straut, as faculdades têm focado principalmente na educação online como uma forma de levar adiante sua missão de ampliar o acesso à educação, e não de diminuir custos.

    Alguns dos custos vinculados à criação de cursos online são repassados aos estudantes na forma de taxas de tecnologia, um pacote que pode incluir acesso aos materiais do curso, serviços tutoriais e outros. Mas existem taxas que estudantes online não pagam, por exemplo, custos que garantem acesso aos centros de suporte do campus, estacionamento e instalações recreativas.

    As diferenças no pagamento efetuado pelos estudantes podem ajudar a explicar porque apenas 5,9% dos entrevistados terem dito que alunos de cursos online pagam menos pela instrução do que aqueles que estudam presencialmente, comparados com 19% que disseram ser o preço total – ensino e taxas – mais baixo para estudantes online.

    Mas a diferença é maior na outra ponta da escala. Olhando somente para a tutoria, 18,9% dos entrevistados disseram que as taxas são maiores para estudantes online, mas que esta porcentagem pula para 54,2% quando outras obrigações são acrescentadas.

    Os custos da tecnologia significam que muitos estudantes de cursos de três créditos online pagam até $100 (32,9%) ou entre $101 e $250 (12%) a mais em taxas que estudantes que fazem o mesmo em cursos presenciais.

    Faculdades – especialmente as instituições públicas - têm mais controle sobre a cobrança dos valores da tutoria. Mais que o dobro dos entrevistados afirmou que a legislação estadual está mais envolvida na aprovação de processos para estabelecer valores instrucionais (17%) do que nas taxas cobradas (8,1%).

    A University of Florida, que é citada na pesquisa, é um exemplo. Legisladores estaduais determinaram, em 2013, que a universidade não poderia cobrar dos estudantes online mais que 75% dos valores dos cursos no campus. Os alunos online no estado da Florida pagam, na UF, $17,26 em taxas por hora/crédito (incluindo taxas de ajuda financeira, tecnologia e aprimoramento do capital). Estudantes de outros estados são taxados um adicional de $35,36 para suporte financeiro por hora/crédito.

    Os autores dizem que esperam que o estudo inspire conversações entre dirigentes de faculdades e políticos sobre o custo e o preço da educação superior. “Se o objetivo é cortar custos e ao mesmo tempo manter a qualidade e o acesso, devemos pensar diferentemente em um nível estrutural no qual qualidade e opções acessíveis para os estudantes sejam asseguradas”, diz o estudo. “A chave é estabelecer objetivos e repensar as estruturas existentes.”

    Fontes: 
    Inside Higher ED - http://bit.ly/2pBZXPH

    Curso on-line Teoria e Prática do Design Instrucional

    Curso on-line

    Teoria e Prática do Design Instrucional

    Planejamento de projetos educacionais com ênfase em educação a distância.
    Com Régis Tractenberg

    Próxima turma:

    de 24 de abril a 09 de junho de 2017
    (122a turma)

    Faça sua inscrição aqui!


    Proposta

    O Design Instrucional – é uma metodologia para o planejamento de currículos, cursos e materiais didáticos em diferentes modalidades, mídias e contextos de aprendizagem, especialmente aqueles realizados por meio de educação a distância. Também é conhecido como Design Educacional ou gestão de projetos em Tecnologia Educacional.
    Ao longo das atividades do curso TPDI – Teoria e Prática do Design Instrucional –, os participantes têm a oportunidade de criar soluções para os próprios projetos de educação e treinamento. Oferecido há 12 anos no Brasil, o TPDI segue práticas bem estabelecidas para o ensino/aprendizagem de DI adotadas em programas semelhantes encontrados no exterior.

     

    Público-alvo

    O Design Instrucional interessa principalmente a estudantes e profissionais de Recursos Humanos, Educação, EaD e Tecnologia Educacional que estão envolvidos com o desenvolvimento de projetos de educação a distância e presenciais em contextos acadêmicos ou corporativos. Este curso interessa também a professores empreendedores que desejam criar cursos on-line próprios. Participaram das 120 turmas anteriores do TPDI mais de 3.220 profissionais das seguintes instituições:
    Aeronáutica, Agência Infoglobo, Amadeus Brasil, Banco do Brasil, BNDES, Caixa Econômica Federal, Catho Educação Executiva, CEDERJ, Centro Universitário de Maringá, Centro Universitário Newton Paiva, Centro Universitário Nove de Julho, CLARO, Colégio Cândido Mendes, Colégio da Companhia Santa Teresa de Jesus, Colégio João XXIII, Colégio Pedro II, Colégio Santana, Colégio Santo Inácio, Colégio São Paulo, Comsut, Conselho Federal de Engenharia, DATASUS, Diretoria de Ensino da Marinha, Dobra, DP Consultoria, Eduweb, Eletrobras, Eletronorte, Embratel, Escola Superior de Guerra, Estudar E-learning, Exército Brasileiro, Faculdade de Tecnologia Empresarial, Faculdade do Meio Ambiente e Tecnologia de Negócios, Faculdade Estácio de Sá – Juiz de Fora, Faculdade Michelangelo, FAVENI, FERP-FGB, FFFCMPA, Fundação Abrinq, Fundação Carlos Alberto Vanzolini, Fundação de Ensino Superior de Passos, Fundação Osório, Fundação Roberto Marinho, Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, Governo do Estado do Rio de Janeiro, HSBC, Human Power Change Management, IBEU, iLearn – Centro de Treinamento em Informática, Indie Records, Infraero, INPI, Instituto Adventista de Ensino, Instituto de Pesquisas Eldorado, Instituto Guanabara, Instituto Monitor, iSat Educação, Learn-Way, Kodak, Marinha Brasileira, Meimei Escola Montessoriana Ltda., Microcamp, Ministério da Saúde, Pete Cabralis Design, Petrobras, PIREP, Prefeitura Municipal de Belo Horizonte, PUC-RJ, PUC-SP, PUC-PR, Red Balloon Curso de Inglês, Secretaria de Educação do Estado de Pernambuco, Secretaria de Educação do GDF, Secretaria Estadual de Fazenda de Pernambuco, Secretaria Municipal de Educação e Cultura – Salvador, Senac-PE, Senac-RJ, Senado Federal, Senai-RJ, Senai Florianópolis, Sistema COC de Ensino, Socicam, Strong Consultoria Educacional, Supridatta Teleinformática Ltda., Superior Tribunal de Justiça, TRT-SP, Tribunal Superior Eleitoral, TTI Brasil, UBEE, UCAM, UCB, UEMG, UERGS, UERJ, UFF, UFPA, UFPel, UFPR, UFRJ, UFRJ, UGF, Ulbra, Unesa, UNG, Unibero, Uninove, Universidade Católica de Goiás, Universidade de Passo Fundo, Universidade Eduardo Mondlane, Universidade Metodista de São Paulo, Universidade Salgado de Oliveira, Unor Design, Veris Educacional, Watson Wyatt Worldwide, dentre outras.

     

    Depoimentos

    “O curso superou minhas expectativas. Pude colocar o projeto construído ao longo do curso em prática imediatamente após o término. A mediação do Regis foi excelente, apontando caminhos, questionando, dando dicas.”
    Adriane Gazzola, coordenadora de núcleo – Fundação Roberto Marinho
    “É muito importante para quem trabalha na área da Educação fazer este curso de TPDI. Ele nos dá diretrizes para que possamos criar cursos com maior eficiência. O conteúdo é excelente, o professor é de altíssimo nível e o resultado final é de realização de aprendizagem com gostinho de quero mais!”
    Renate Stephanes Soboll, professora tutora a distância – UAB/UnB

     

    Objetivos

    Os participantes terão a oportunidade de:
    • Conhecer a história e as características do Design Instrucional;
    • Aplicar o modelo ADDIE para desenvolvimento de projetos;
    • Identificar e descrever problemas de educação e treinamento;
    • Analisar o contexto de implementação de seus projetos;
    • Examinar o perfil e as necessidades de seu público-alvo;
    • Definir precisamente objetivos instrucionais;
    • Mapear objetivos específicos e pré-requisitos de aprendizagem;
    • Selecionar estratégias didáticas e motivacionais, mídias e tecnologias educacionais adequadas a diferentes tipos de aprendizagem, objetivos e público-alvo;
    • Sequenciar o próprio projeto instrucional em diferentes etapas;
    • Estudar temas complementares ao processo de DI, como roteirização multimídia, uso de cores e objetos de aprendizagem.

     

    Benefícios

    A aplicação do Design Instrucional possibilita planejar, desenvolver e implementar projetos de capacitação bem alinhados em seus objetivos, estratégias didáticas e tecnologias educacionais utilizadas. Isso gera maior eficácia no atendimento a necessidades de aprendizagem em menos tempo e com mais satisfação para os aprendizes.
    O TPDI oferece uma base sólida para estudos posteriores na área de Educação a Distância e Tecnologia Educacional.

     

    Metodologia

    Ao longo de sete semanas, os participantes interagem em uma comunidade de aprendizagem on-line.
    As atividades incluem a leitura de textos, troca de experiências entre a turma por meio de fóruns de discussão e elaboração de projetos.
    A realização das tarefas leva cada participante a criar o planejamento de um curso próprio (presencial, semipresencial ou on-line), que pode ser aplicado posteriormente ao seu contexto profissional.
    O TPDI tem como diferencial o acompanhamento próximo do professor sobre cada etapa de desenvolvimento dos projetos.
    É realizado no ambiente virtual de aprendizagem Moodle, amplamente utilizado em todo o mundo.

     

    Alguns projetos criados por participantes

    • Curso presencial para o desenvolvimento de competências básicas no uso de informática (alfabetização digital) voltado para os moradores de uma pequena cidade do interior;
    • Oficina presencial de canto em coral para os membros da comunidade de uma igreja;
    • Curso on-line em apoio ao processo de ambientação de novos funcionários de um banco;
    • Treinamento para técnicos de manutenção da rede elétrica de uma companhia estadual de energia;
    • Curso semipresencial para capacitação de professores de uma escola para o uso de novas tecnologias em suas aulas com alunos do Ensino Fundamental;
    • Grupo de estudos presencial com a equipe de uma consultoria na área de EaD para disseminação de processos de trabalho por meio do estudo de casos bem-sucedidos;
    • Curso de Inglês on-line para profissionais embarcados em plataformas de petróleo;
    • Capacitação on-line para uso de software corporativo em uma empresa de engenharia;
    • Disciplina escolar presencial com apoio de ambiente on-line para ensino de robótica a alunos do Ensino Médio;
    • Programa semipresencial de preparação e formação de comunidades entre jovens universitários antes de seu período de estudos no exterior;
    • Capacitação on-line de professores e orientadores educacionais para apoio a alunos com deficiência visual em suas escolas;
    • Tutorial on-line para apresentação de novos produtos e serviços aos gerentes de um banco;
    • Curso on-line de produção textual, voltado ao público em geral, desenvolvido por uma professora independente;
    • Disciplina presencial de Metodologia de Pesquisa + recomendações de mudanças curriculares em um curso de Graduação em Ciências Sociais;
    • Treinamento semipresencial de equipes de manutenção em uma empresa ferroviária;
    • Capacitação on-line sobre processos de lavagem de dinheiro voltado a equipes de fiscais em órgão da administração pública;
    • Capacitação on-line de professores para o incentivo ao pensamento crítico de alunos escolares e universitários;
    • Treinamento semipresencial para capacitação de enfermeiros e técnicos de enfermagem para o uso de equipamentos hospitalares;
    • Curso on-line preparatório para candidatos a concursos públicos na área do Direito;
    • Treinamento semipresencial de policiais civis para o uso de novas tecnologias em suas atividades;
    • Curso semipresencial de preparação de comida japonesa para interessados em gastronomia;
    • Elaboração de um sistema de apoio (help) para cada tela de um software de gestão.
    • Curso de tecnologia educacional para professores do Ensino Superior.
    Diante da variedade de iniciativas em cada turma, os participantes têm a oportunidade de aprender com seus colegas e contribuir com seus projetos.

     

    Pré-requisitos

    Para participar, é necessário:
    • Saber editar textos em programas como MS Word ou Open Office;
    • Ter acesso à Internet;
    • Saber usar e-mail e navegar na web;
    • Ter certa disciplina e motivação (essenciais para estudar a distância).

     

    Dedicação

    É necessário dedicar ao curso aproximadamente uma hora por dia ao longo de sete semanas.
    Não há encontros presenciais nem conferências síncronas (por chat, telefone, etc.); assim, o curso permite que todos estudem nos dias e horários mais convenientes a cada um.

     

    Certificado

    Ao completar o TPDI, os participantes recebem certificados em formato digital (PDF) com seu grau de aproveitamento. Constam no certificado a carga horária de 50 horas, o código de autenticação, o programa de estudos e a assinatura do professor.
    O TPDI é um curso livre dedicado à qualificação de profissionais da área de Educação, recomendado pela Associação Brasileira de Tecnologia Educacional.

     

    Valorização pelo mercado

    Nossos ex-alunos são bem considerados pelo mercado. Instituições educacionais solicitam com frequência que divulguemos oportunidades nas áreas de Design Instrucional, Design Educacional, Tecnologia Educacional e Coordenação de Projetos entre eles. Confira aqui.
    O curso TPDI também é oferecido na Pós-Graduação Lato Sensu em Tecnologias da Informação Aplicadas à Educação do Núcleo de Computação e Eletrônica da UFRJ. Os participantes que concluem o TPDI com bom aproveitamento podem ter suas notas consideradas nessa disciplina do programa de especialização.

     

    Comunidade de estudos continuados

    Após o curso, os participantes são convidados a participar, sem custos, do GEDI – Grupo de Estudos sobre Design Instrucional –, uma comunidade permanente que promove, desde 2005, o estudo colaborativo de temas associados ao Design Instrucional e à Educação à Distância: design educacional, projetos de tecnologia na educação, ambientes virtuais de aprendizagem, design gráfico e multimídia, usabilidade de interfaces, gestão de projetos, docência on-line, docência on-line independente, empreendedorismo educacional, dentre outros.

     

    Professor

    Régis Tractenberg é mestre em Tecnologia Educacional pela Universidade de Twente, na Holanda, e psicólogo graduado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Desde 1998, oferece cursos, planeja e coordena projetos de educação e treinamento em empresas e instituições educacionais. Foi professor do Instituto de Psicologia da UFRJ e do curso de especialização em Educação com Aplicação da Informática da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), gerente de e-learning da ID Projetos Educacionais, membro da Equipe de Inovação Educacional do Centro de Aprendizagem da Shell, em Haia, onde colaborou no desenvolvimento de cursos sobre produção de petróleo e gás e na capacitação de docentes internacionais da Shell Open University, e membro do conselho científico da Associação Brasileira de Tecnologia Educacional – ABT. É professor do curso de extensão em Educação Corporativa do IAG-PUC-Rio e do curso de Pós-Graduação em Tecnologias da Informação Aplicadas à Educação do Núcleo de Computação e Eletrônica da UFRJ. Participou do comitê de especialistas convidados pelo Horizon Project Brasil 2015. Desde 2004, é sócio e professor da Livre Docência Tecnologia Educacional, e atendeu mais de uma centena de turmas on-line e orientou mais de 2.800 professores, profissionais de RH, e coordenadores de cursos a distância em todo o Brasil quanto ao planejamento de soluções educacionais.

     

    Inscrições abertas

    Valor: R$420,00

    Ex-alunos da Livre Docência contam com 10% de desconto. 
    Solicite pelo email: contato@livredocencia.com.br
    Opções de pagamento:
    – À vista por boleto ou transferência bancária, ambos com desconto de 3,86%;
    – Cartões de crédito em 3 parcelas sem juros ou em até 12 vezes com juros.
    Vagas disponíveis: 30

    Faça sua inscrição aqui!


    Satisfação garantida

    1. Se, por qualquer motivo, você não conseguir concluir o curso, poderá reiniciar em uma próxima turma dentro do período de 1 ano desde sua inscrição inicial.
    2. Caso você mude de ideia ou não fique satisfeito, basta solicitar por e-mail e devolveremos o valor integral de sua inscrição até 14 dias após o recebimento de seu pagamento. Após esse período, devolvemos 75% do valor pago, desde que a solicitação seja feita até a terceira semana a partir do início do curso.


    Para inscrever funcionários de empresas

    Envie um e-mail para contato arroba livredocencia.com.br com as seguintes informações:
    • Nome, e-mail e cargo dos participantes;
    • Dados da empresa: razão social, CNPJ, IE, IM, endereço completo e endereço para correspondência;
    • Pessoa de contato, cargo, departamento, e-mail e telefone.
    Após o recebimento dessas informações, emitiremos a nota fiscal aos cuidados da pessoa de contato;
    Obs.: Aceitamos notas de empenho de órgãos públicos.

    Realização


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