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10 de mai de 2017

Câmeras em salas dividem a opinião de pais, alunos e pedagogos chineses

A obsessão nacional por vídeos ao vivo está invadindo as escolas e nem todo mundo está feliz com isso
http://educacao.estadao.com.br/noticias/geral,cameras-em-salas-de-aula-dividem-a-opiniao-dos-chineses,70001770149



Javier C. Hernández, The New York Times
10 Maio 2017 | 08h00
XUCHANG - Nos corredores da Escola Secundária Yuzhou Nº 1, no centro da China, os alunos se referem a elas simplesmente como "as câmeras".

Câmeras nas salas de aula dividem a opinião dos chineses
Crianças montam robôs enquanto são vigiadas por câmera que transmite pela internet a aula em Jimo, na província de Shandong, na China Foto: Yuyang Liu/The New York Times
Quando o primeiro sinal toca antes das sete da manhã, suas lentes olho-de-peixe voltam à vida, transmitindo ao vivo enquanto os alunos sentam em suas carteiras e medem ângulos geométricos, tomam notas ou cochilam durante o intervalo. Pouco tempo depois, milhares de pessoas - não apenas pais e professores - estão assistindo online, oferecendo comentários amadores sobre as cenas que veem.
"O que esse garoto está fazendo? Ele está olhando em volta sem fazer nada, e parece meio agitado", escreveu um usuário. "Aquele aluno está brincando com o celular!", comentou outro, publicando uma foto da tela.
À medida que a velocidade da internet aumenta, vídeos ao vivo se tornaram um fenômeno cultural na China, transformando o entretenimento online e os rituais diários como namorar e comer. Agora, a obsessão nacional por vídeos ao vivo está invadindo as escolas e nem todo mundo está feliz com isso.
Milhares de escolas - públicas e privadas, de jardins da infância a colegiais - estão instalando webcams nas salas de aula e transmitindo ao vivo em páginas da internet abertas ao público, apostando que a supervisão constante, mesmo que venha de estranhos, será um incentivo aos estudantes.
Os funcionários das instituições de ensino veem as câmeras como uma maneira de melhorar a confiança dos jovens e de dividir a tarefa de flagrar alunos mal comportados. Os pais usam os vídeos para monitorar o progresso acadêmico de seus filhos e espionar suas amizades e romances. Mas muitos alunos veem as câmeras como uma invasão, levando a um debate maior na China sobre privacidade, ética educacional e os perigos da paternidade estilo "helicóptero".
"Eu detesto. Parece que somos animais no zoológico", afirma Ding Yue, de 17 anos, que está no último ano da Escola Yuzhou Nº 1, de Xuchang, cidade da província de Henan.
Alguns especialistas alertam que a transmissão dos vídeos das escolas deixará os jovens chineses, que já estão acostumados com a extensiva censura da internet no país e com o uso de câmeras de segurança em locais públicos, ainda mais sensíveis à vigilância.
"Se as salas de aula estão sob vigilância o tempo todo, a educação vai definitivamente ser influenciada por fatores externos e pela opinião de quem quer que esteja assistindo", explica Xiong Bungqi, vice-presidente do Instituto de Pesquisa de Educação do Século XXI, influente centro de discussões chinês, que afirma que a prática é uma violação dos direitos dos estudantes e uma ameaça à liberdade acadêmica.
Depois de um artigo crítico sobre o assunto publicado recentemente no importante jornal The Beijing News, várias escolas anunciaram que iriam acabar com a transmissão. Mas milhares de outras escolheram permanecer online e continuar a atrair audiência diária de monitores cibernéticos ansiosos para denunciar alunos distraídos e professores relaxados.
Existem dezenas de plataformas de vídeo ao vivo na China, e as transmissões das salas de aulas podem ser encontradas em várias delas. Qualquer pessoa com uma conexão de internet é capaz de entrar e escolher entre milhares de escolas. O site mais popular é o Shuidi, da gigante de segurança na internet Qihoo 360 Technology Co., que vende câmeras e softwares, entre outros produtos.
"Quando você diz aos alunos: 'É possível que seus pais estejam atrás de você assistindo', é como se houvesse uma espada sobre a cabeça deles. Ter a vigilância faz com que as crianças se comportem melhor", afirma Zhao Weifeng, diretor de uma escola privada na província oriental de Jiangsu que instalou câmeras nas salas de aula no ano passado.
O Deep Blue Children Robot Center, uma rede de programas de enriquecimento tecnológico de Pequim, diz que tornou a transmissão ao vivo uma parte central de seu modelo de educação.
"Uma pessoa nobre não deve ter nada a esconder. Todos precisam ser capazes de se colocar no palco, concorrer a um cargo, receber a atenção do país e do mundo", explica Jiang Jifa, cientista de computação e um dos fundadores da rede.
No feroz sistema educacional da China, o vídeo ao vivo também encontra defensores entre pais obcecados com as notas, que procuram novas maneiras de pressionar seus filhos, e nas escolas ansiosas para melhorar seu desempenho acadêmico.
"Ajuda o aluno a gastar seu tempo de maneira mais eficiente para entrar na universidade dos seus sonhos", escreveu recentemente em um fórum online o pai de um aluno da Escola Yuzhou Nº 1.
As câmeras se tornaram especialmente populares em internatos rurais, onde os professores dizem que o vídeo ao vivo pode ser uma conexão vital entre as crianças e seus pais, frequentemente trabalhadores migrantes que moram em cidades há centenas de quilômetros de distância.
A China não é o primeiro país a usar câmeras de internet nas salas de aula. Escolas privadas e internatos dos Estados Unidos começaram recentemente a usar circuitos fechados, transmissões privadas para deter o crime e o mau comportamento. O Reino Unido está testando câmeras de corpo nos professores para reunir evidências para processos disciplinares dos alunos.
Mas os críticos dizem que as escolas chinesas adotaram uma tecnologia de vídeo ao vivo em escala nunca vista e com poucas das proteções de privacidade existentes em outros lugares.

30

30 salas de aula pelo mundo

Deng Xu, que tem uma filha em uma pré-escola de elite em Pequim, diz que entende o desejo de ficar de olho nas crianças e em seus professores quando estão na escola, principalmente quando são muito pequenos. Mas afirma que em algum momento os pais precisam relaxar.
"É muito triste ser fiscalizado o tempo todo. Os pais precisam aprender a se distanciar um pouco."
Han Xiao, advogado de Pequim que tem falado contra os vídeos ao vivo nas salas de aula, explica que muitas escolas estão operando as câmeras sem o consentimento dos pais e dos alunos e que as transmissões públicas são uma ameaça à segurança dos estudantes.
"As salas de aula são espaços fechados, então as atividades dos alunos, como ler e tomar lanche, deveriam ser vistas como privadas. Viver sob vigilância e com medo vai prejudicar o potencial de crescimento dos estudantes."
As câmeras 360 da Qihoo são anunciadas como ferramentas para deter ladrões e monitorar crianças pequenas em casa. Mas a empresa afirma que não tinha escolas como alvo de venda, que não havia recebido reclamações sobre privacidade e que os indivíduos que começam a transmitir vídeos ao vivo precisam concordar com o respeito à intimidade dos outros.
"Muitas escolas e professores compraram e instalaram nossas ferramentas e escolheram compartilhar as imagens voluntariamente", explica a empresa em uma declaração.
Os vídeos ao vivo em geral estão na vanguarda do entretenimento na China, transformando gente comum em estrelas que usam o celular para transmitir suas refeições, falar monólogos sinceros sobre o sentido da vida e fazer tutoriais de temas como maquiagem e reconstrução de carros.
A indústria mais do que dobrou de tamanho em 2016 e espera-se que gere US$ 5 bilhões de receita este ano, principalmente por meio de venda de presentes virtuais, segundo o Credit Suisse. Mas está sendo difícil para o governo chinês regular tudo isso.
No outono passado, as autoridades emitiram orientações que baniam a pornografia infantil e reportagens originais em canais de transmissão ao vivo. As regras reconheciam o direito geral à privacidade, mas não abordavam a transmissão online das escolas.
Na Escola Yuzhou Nº 1, que começou a transmitir as aulas no final do ano passado, os alunos agora brincam que a instituição deveria ser chamada "Prisão Yozhou Nº 1".
Por telefone, vários disseram que ficam desconfortáveis com o fato de que qualquer pessoa com uma conexão de internet possa assistir as discussões da sala de aula. Para evitar o olhar da câmera, algumas vezes eles se reúnem em um ponto cego perto da frente da sala, contaram os alunos.
"Quem sabe se não há um psicopata assistindo?", perguntou a estudante Li Li.
A escola não quis comentar.
O aluno Ding Yue diz que o vídeo ao vivo também contribuiu com o aumento do bullying na escola, lembrando que um estudante foi provocado depois que os colegas leram o comentário de uma pessoa falando mal de sua aparência.
"A maioria dos alunos quer falar e se defender, mas não podemos", explica ele, quando perguntado se os estudantes reclamaram com a escola. "É coisa dos adultos. Não temos permissão para falar sobre isso."

Com cartas motivacionais, pais ajudam a preparar os filhos para o Enem

Com cartas motivacionais, pais ajudam a preparar os filhos para o Enem

Alunos se juntam para selfie com professor em dia de entrega das cartas
Alunos se juntam para selfie com professor em dia de entrega das cartas Foto: Reprodução internet
Força, coragem e determinação. Foram essas as características que Íria Lucia Barbieri Marrafa viu crescer na filha Maria Cllara, 18 anos, ao receber uma carta da mãe dias antes do último Enem. A injeção de confiança foi motivada pela escola onde a jovem estudava, o Colégio Futuro Vip, que sugeriu aos pais que escrevessem uma mensagem de amor e ânimo para os vestibulandos.
- É um momento de dedicação e de empenho deles, mas a gente também fica envolvido em todo o processo. A carta foi uma mistura de frases emotivas e engraçadas, minha filha chorava e ria. Até as amigas pegaram para ler. E como não tínhamos condição de pagar uma faculdade particular, passar no vestibular era importante - conta Íria, que entregou a carta dois dias antes da prova.
Maria Cllara Marrafa com a mãe, Íria
Maria Cllara Marrafa com a mãe, Íria Foto: Reprodução internet
Maria Cllara passou para História, e no próximo semestre começa a estudar na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj). Vinícius dos Santos, 19 anos, também foi pego de surpresa quando recebeu a carta escrita pela mãe e pelo pai, que faleceu meses depois de ele prestar vestibular para Nutrição.
- Eu sou uma pessoa sensível, estava bastante emocionado naquele momento e precisava de força. Fui para a prova mais tranquilo, mais consciente - lembra o futuro universitário, que resolveu mudar de curso no meio do caminho. Ele se prepara agora para começar a estudar História na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ):
- Meu pai não viu essa vitória, mas eu vou lembrar com muito carinho e responsabilidade da força que ele e minha mãe me deram. Espero concluir a faculdade para dar o meu melhor como profissional.
Alunas se divertem ao receber as cartas dos familiares
Alunas se divertem ao receber as cartas dos familiares Foto: Reprodução internet
Idealizador da ação, Carlos Ferreira, diretor administrativo da unidade Brás de Pina do Colégio Futuro Vip, ainda lidera uma aula relaxante surpresa entre os alunos. Pela manhã, eles são recebidos com café da manhã e uma palestra com o professor com quem têm mais afinidade.
- A gente entende que a família é a raiz. Nunca vemos o conteúdo da carta. Muitas vezes as coisas não são ditas olho no olho, mas pela carta os pais, irmãos e os padrinhos abrem o coração. Isso é um resultado para a vida e não só para o Enem - comemora.


Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/educacao/vida-de-calouro/com-cartas-motivacionais-pais-ajudam-preparar-os-filhos-para-enem-20979271.html#ixzz4giR5OQIR

Passeio gratuito pelo circuito dá herança africana

NÃO DEIXEM DE PARTICIPAR 
PASSEIO AULA GRATUITO PELO CIRCUITO DA HERANÇA AFRICANA
e enviar preenchida para circuito@pretosnovos.com.br

Datas disponíveis
Maio
Terça-feira, 9, às 9h
Terça-feira, 16, às 14h
Terça-feira, 23, às 9h
Terça-feira, 27, às 14h
OBS :Favor nos avisar o dia que pretende participar
PASSEIO AULA GRATUITO!!!

13 de abr de 2017

Curso on-line Teoria e Prática do Design Instrucional

Curso on-line

Teoria e Prática do Design Instrucional

Planejamento de projetos educacionais com ênfase em educação a distância.
Com Régis Tractenberg

Próxima turma:

de 24 de abril a 09 de junho de 2017
(122a turma)

Faça sua inscrição aqui!


Proposta

O Design Instrucional – é uma metodologia para o planejamento de currículos, cursos e materiais didáticos em diferentes modalidades, mídias e contextos de aprendizagem, especialmente aqueles realizados por meio de educação a distância. Também é conhecido como Design Educacional ou gestão de projetos em Tecnologia Educacional.
Ao longo das atividades do curso TPDI – Teoria e Prática do Design Instrucional –, os participantes têm a oportunidade de criar soluções para os próprios projetos de educação e treinamento. Oferecido há 12 anos no Brasil, o TPDI segue práticas bem estabelecidas para o ensino/aprendizagem de DI adotadas em programas semelhantes encontrados no exterior.

 

Público-alvo

O Design Instrucional interessa principalmente a estudantes e profissionais de Recursos Humanos, Educação, EaD e Tecnologia Educacional que estão envolvidos com o desenvolvimento de projetos de educação a distância e presenciais em contextos acadêmicos ou corporativos. Este curso interessa também a professores empreendedores que desejam criar cursos on-line próprios. Participaram das 120 turmas anteriores do TPDI mais de 3.220 profissionais das seguintes instituições:
Aeronáutica, Agência Infoglobo, Amadeus Brasil, Banco do Brasil, BNDES, Caixa Econômica Federal, Catho Educação Executiva, CEDERJ, Centro Universitário de Maringá, Centro Universitário Newton Paiva, Centro Universitário Nove de Julho, CLARO, Colégio Cândido Mendes, Colégio da Companhia Santa Teresa de Jesus, Colégio João XXIII, Colégio Pedro II, Colégio Santana, Colégio Santo Inácio, Colégio São Paulo, Comsut, Conselho Federal de Engenharia, DATASUS, Diretoria de Ensino da Marinha, Dobra, DP Consultoria, Eduweb, Eletrobras, Eletronorte, Embratel, Escola Superior de Guerra, Estudar E-learning, Exército Brasileiro, Faculdade de Tecnologia Empresarial, Faculdade do Meio Ambiente e Tecnologia de Negócios, Faculdade Estácio de Sá – Juiz de Fora, Faculdade Michelangelo, FAVENI, FERP-FGB, FFFCMPA, Fundação Abrinq, Fundação Carlos Alberto Vanzolini, Fundação de Ensino Superior de Passos, Fundação Osório, Fundação Roberto Marinho, Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, Governo do Estado do Rio de Janeiro, HSBC, Human Power Change Management, IBEU, iLearn – Centro de Treinamento em Informática, Indie Records, Infraero, INPI, Instituto Adventista de Ensino, Instituto de Pesquisas Eldorado, Instituto Guanabara, Instituto Monitor, iSat Educação, Learn-Way, Kodak, Marinha Brasileira, Meimei Escola Montessoriana Ltda., Microcamp, Ministério da Saúde, Pete Cabralis Design, Petrobras, PIREP, Prefeitura Municipal de Belo Horizonte, PUC-RJ, PUC-SP, PUC-PR, Red Balloon Curso de Inglês, Secretaria de Educação do Estado de Pernambuco, Secretaria de Educação do GDF, Secretaria Estadual de Fazenda de Pernambuco, Secretaria Municipal de Educação e Cultura – Salvador, Senac-PE, Senac-RJ, Senado Federal, Senai-RJ, Senai Florianópolis, Sistema COC de Ensino, Socicam, Strong Consultoria Educacional, Supridatta Teleinformática Ltda., Superior Tribunal de Justiça, TRT-SP, Tribunal Superior Eleitoral, TTI Brasil, UBEE, UCAM, UCB, UEMG, UERGS, UERJ, UFF, UFPA, UFPel, UFPR, UFRJ, UFRJ, UGF, Ulbra, Unesa, UNG, Unibero, Uninove, Universidade Católica de Goiás, Universidade de Passo Fundo, Universidade Eduardo Mondlane, Universidade Metodista de São Paulo, Universidade Salgado de Oliveira, Unor Design, Veris Educacional, Watson Wyatt Worldwide, dentre outras.

 

Depoimentos

“O curso superou minhas expectativas. Pude colocar o projeto construído ao longo do curso em prática imediatamente após o término. A mediação do Regis foi excelente, apontando caminhos, questionando, dando dicas.”
Adriane Gazzola, coordenadora de núcleo – Fundação Roberto Marinho
“É muito importante para quem trabalha na área da Educação fazer este curso de TPDI. Ele nos dá diretrizes para que possamos criar cursos com maior eficiência. O conteúdo é excelente, o professor é de altíssimo nível e o resultado final é de realização de aprendizagem com gostinho de quero mais!”
Renate Stephanes Soboll, professora tutora a distância – UAB/UnB

 

Objetivos

Os participantes terão a oportunidade de:
  • Conhecer a história e as características do Design Instrucional;
  • Aplicar o modelo ADDIE para desenvolvimento de projetos;
  • Identificar e descrever problemas de educação e treinamento;
  • Analisar o contexto de implementação de seus projetos;
  • Examinar o perfil e as necessidades de seu público-alvo;
  • Definir precisamente objetivos instrucionais;
  • Mapear objetivos específicos e pré-requisitos de aprendizagem;
  • Selecionar estratégias didáticas e motivacionais, mídias e tecnologias educacionais adequadas a diferentes tipos de aprendizagem, objetivos e público-alvo;
  • Sequenciar o próprio projeto instrucional em diferentes etapas;
  • Estudar temas complementares ao processo de DI, como roteirização multimídia, uso de cores e objetos de aprendizagem.

 

Benefícios

A aplicação do Design Instrucional possibilita planejar, desenvolver e implementar projetos de capacitação bem alinhados em seus objetivos, estratégias didáticas e tecnologias educacionais utilizadas. Isso gera maior eficácia no atendimento a necessidades de aprendizagem em menos tempo e com mais satisfação para os aprendizes.
O TPDI oferece uma base sólida para estudos posteriores na área de Educação a Distância e Tecnologia Educacional.

 

Metodologia

Ao longo de sete semanas, os participantes interagem em uma comunidade de aprendizagem on-line.
As atividades incluem a leitura de textos, troca de experiências entre a turma por meio de fóruns de discussão e elaboração de projetos.
A realização das tarefas leva cada participante a criar o planejamento de um curso próprio (presencial, semipresencial ou on-line), que pode ser aplicado posteriormente ao seu contexto profissional.
O TPDI tem como diferencial o acompanhamento próximo do professor sobre cada etapa de desenvolvimento dos projetos.
É realizado no ambiente virtual de aprendizagem Moodle, amplamente utilizado em todo o mundo.

 

Alguns projetos criados por participantes

  • Curso presencial para o desenvolvimento de competências básicas no uso de informática (alfabetização digital) voltado para os moradores de uma pequena cidade do interior;
  • Oficina presencial de canto em coral para os membros da comunidade de uma igreja;
  • Curso on-line em apoio ao processo de ambientação de novos funcionários de um banco;
  • Treinamento para técnicos de manutenção da rede elétrica de uma companhia estadual de energia;
  • Curso semipresencial para capacitação de professores de uma escola para o uso de novas tecnologias em suas aulas com alunos do Ensino Fundamental;
  • Grupo de estudos presencial com a equipe de uma consultoria na área de EaD para disseminação de processos de trabalho por meio do estudo de casos bem-sucedidos;
  • Curso de Inglês on-line para profissionais embarcados em plataformas de petróleo;
  • Capacitação on-line para uso de software corporativo em uma empresa de engenharia;
  • Disciplina escolar presencial com apoio de ambiente on-line para ensino de robótica a alunos do Ensino Médio;
  • Programa semipresencial de preparação e formação de comunidades entre jovens universitários antes de seu período de estudos no exterior;
  • Capacitação on-line de professores e orientadores educacionais para apoio a alunos com deficiência visual em suas escolas;
  • Tutorial on-line para apresentação de novos produtos e serviços aos gerentes de um banco;
  • Curso on-line de produção textual, voltado ao público em geral, desenvolvido por uma professora independente;
  • Disciplina presencial de Metodologia de Pesquisa + recomendações de mudanças curriculares em um curso de Graduação em Ciências Sociais;
  • Treinamento semipresencial de equipes de manutenção em uma empresa ferroviária;
  • Capacitação on-line sobre processos de lavagem de dinheiro voltado a equipes de fiscais em órgão da administração pública;
  • Capacitação on-line de professores para o incentivo ao pensamento crítico de alunos escolares e universitários;
  • Treinamento semipresencial para capacitação de enfermeiros e técnicos de enfermagem para o uso de equipamentos hospitalares;
  • Curso on-line preparatório para candidatos a concursos públicos na área do Direito;
  • Treinamento semipresencial de policiais civis para o uso de novas tecnologias em suas atividades;
  • Curso semipresencial de preparação de comida japonesa para interessados em gastronomia;
  • Elaboração de um sistema de apoio (help) para cada tela de um software de gestão.
  • Curso de tecnologia educacional para professores do Ensino Superior.
Diante da variedade de iniciativas em cada turma, os participantes têm a oportunidade de aprender com seus colegas e contribuir com seus projetos.

 

Pré-requisitos

Para participar, é necessário:
  • Saber editar textos em programas como MS Word ou Open Office;
  • Ter acesso à Internet;
  • Saber usar e-mail e navegar na web;
  • Ter certa disciplina e motivação (essenciais para estudar a distância).

 

Dedicação

É necessário dedicar ao curso aproximadamente uma hora por dia ao longo de sete semanas.
Não há encontros presenciais nem conferências síncronas (por chat, telefone, etc.); assim, o curso permite que todos estudem nos dias e horários mais convenientes a cada um.

 

Certificado

Ao completar o TPDI, os participantes recebem certificados em formato digital (PDF) com seu grau de aproveitamento. Constam no certificado a carga horária de 50 horas, o código de autenticação, o programa de estudos e a assinatura do professor.
O TPDI é um curso livre dedicado à qualificação de profissionais da área de Educação, recomendado pela Associação Brasileira de Tecnologia Educacional.

 

Valorização pelo mercado

Nossos ex-alunos são bem considerados pelo mercado. Instituições educacionais solicitam com frequência que divulguemos oportunidades nas áreas de Design Instrucional, Design Educacional, Tecnologia Educacional e Coordenação de Projetos entre eles. Confira aqui.
O curso TPDI também é oferecido na Pós-Graduação Lato Sensu em Tecnologias da Informação Aplicadas à Educação do Núcleo de Computação e Eletrônica da UFRJ. Os participantes que concluem o TPDI com bom aproveitamento podem ter suas notas consideradas nessa disciplina do programa de especialização.

 

Comunidade de estudos continuados

Após o curso, os participantes são convidados a participar, sem custos, do GEDI – Grupo de Estudos sobre Design Instrucional –, uma comunidade permanente que promove, desde 2005, o estudo colaborativo de temas associados ao Design Instrucional e à Educação à Distância: design educacional, projetos de tecnologia na educação, ambientes virtuais de aprendizagem, design gráfico e multimídia, usabilidade de interfaces, gestão de projetos, docência on-line, docência on-line independente, empreendedorismo educacional, dentre outros.

 

Professor

Régis Tractenberg é mestre em Tecnologia Educacional pela Universidade de Twente, na Holanda, e psicólogo graduado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Desde 1998, oferece cursos, planeja e coordena projetos de educação e treinamento em empresas e instituições educacionais. Foi professor do Instituto de Psicologia da UFRJ e do curso de especialização em Educação com Aplicação da Informática da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), gerente de e-learning da ID Projetos Educacionais, membro da Equipe de Inovação Educacional do Centro de Aprendizagem da Shell, em Haia, onde colaborou no desenvolvimento de cursos sobre produção de petróleo e gás e na capacitação de docentes internacionais da Shell Open University, e membro do conselho científico da Associação Brasileira de Tecnologia Educacional – ABT. É professor do curso de extensão em Educação Corporativa do IAG-PUC-Rio e do curso de Pós-Graduação em Tecnologias da Informação Aplicadas à Educação do Núcleo de Computação e Eletrônica da UFRJ. Participou do comitê de especialistas convidados pelo Horizon Project Brasil 2015. Desde 2004, é sócio e professor da Livre Docência Tecnologia Educacional, e atendeu mais de uma centena de turmas on-line e orientou mais de 2.800 professores, profissionais de RH, e coordenadores de cursos a distância em todo o Brasil quanto ao planejamento de soluções educacionais.

 

Inscrições abertas

Valor: R$420,00

Ex-alunos da Livre Docência contam com 10% de desconto. 
Solicite pelo email: contato@livredocencia.com.br
Opções de pagamento:
– À vista por boleto ou transferência bancária, ambos com desconto de 3,86%;
– Cartões de crédito em 3 parcelas sem juros ou em até 12 vezes com juros.
Vagas disponíveis: 30

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Satisfação garantida

1. Se, por qualquer motivo, você não conseguir concluir o curso, poderá reiniciar em uma próxima turma dentro do período de 1 ano desde sua inscrição inicial.
2. Caso você mude de ideia ou não fique satisfeito, basta solicitar por e-mail e devolveremos o valor integral de sua inscrição até 14 dias após o recebimento de seu pagamento. Após esse período, devolvemos 75% do valor pago, desde que a solicitação seja feita até a terceira semana a partir do início do curso.


Para inscrever funcionários de empresas

Envie um e-mail para contato arroba livredocencia.com.br com as seguintes informações:
  • Nome, e-mail e cargo dos participantes;
  • Dados da empresa: razão social, CNPJ, IE, IM, endereço completo e endereço para correspondência;
  • Pessoa de contato, cargo, departamento, e-mail e telefone.
Após o recebimento dessas informações, emitiremos a nota fiscal aos cuidados da pessoa de contato;
Obs.: Aceitamos notas de empenho de órgãos públicos.

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24 de mar de 2017

Prós e contras do Micro Learning

Os Prós e os Contras do Micro-Learning

24/03/2017

Como qualquer recurso ou atividade temos que considerar as vantagens e as desvantagens, assim como os prós e contras da adoção da Microlearning ou micro-learning.

Os prós superam os contras de forma significativa.

O ML incentiva a aprendizagem de curto prazo e ajuda os alunos a se lembrarem de detalhes do dia-a-dia da sua profissão de forma que os auxilie na tomada de decisões.

Não é mais o caminho da sala de aula que ensina sobre as informalidades do dia-a-dia. Na verdade o E-Learning tornou-se muito popular neste meio tempo, e junto com ele, um monte de outras formas de educação também estão ganhando terreno.

Entre elas o microlearning – que chegou para “esculpir” ou atender um nicho que chamo ” informações rápidas para um curto espaço de tempo”. E não pense que é só no ramo corporativo. É uma forma do aprendizado de curto prazo que está sendo abraçado por instituições de ensino e as organizações empresariais em todo o mundo.

De acordo com o Twitter, os novos profissionais não podem, sequer, pensar e distribuir informações com mais do que 140 caracteres em um trecho. Eles têm a capacidade de reter a afeção rapidamente. Então, da próxima vez que ensinar algo a uma criança do novo milênio pode ter certeza de que ela vai estar prestando atenção ininterrupta apenas o comprimento máximo de um tweet. Assim, um dos principais objetivos do planejamento das maneiras de transmitir a educação nos dias de hoje é através de métodos de curto prazo. Isto é o que está impulsionando a popularidade de microlearning a cada dia que passa.


Prós de implementar Microlearning
Microlearning certamente tem algumas vantagens incríveis. Dê uma rápida olhada em alguns pontos:

1. Inovação
Isto é motivado pelo fato de que o microlearning em si precisa de inovação. Para saber mais sobre isso, é importante ter alguns conhecimentos básicos sobre esta forma de aprendizagem.

Como é que o microlearning trabalha?
É uma das maneiras mais inovadoras de transmitir a educação. Você tem que pensar em maneiras de tornar divertida a educação e o assunto interessante para os alunos. Por exemplo, você pode pensar em algumas coisas do tipo:
*Quizzes em uma base semanal
*Uso de gadgets em sala de aula
*Encorajamento em interesses especiais
*Realização de discussões em grupo

Todas estas são formas muito inovadoras de transmitir a educação: Porque é fácil de lembrar!!! Esta é realmente uma das principais razões pelas quais este conceito de microlearning foi implementado. Esta forma de aprendizagem torna mais fácil os alunos lembrarem o que aprenderam.

Todo o programa tem de ser dividido em seções menores. Designer: FRAGMENTE OS CONTEÚDOS em microcápsulas de conhecimento! Assim, os alunos podem aprender estas seções separadamente. Isto é muito bacana de implementar uma vez que os ajuda a se lembrar das coisas mais facilmente do que se tivesse sido feito por meio de aulas extensas e chatas.

2. As aulas podem ser atendidos de quase qualquer lugar
Microlearning pode ser oferecido através de uma ampla gama de plataformas. As aulas podem ser realizadas on-line. Algumas destas plataformas, que podem ser utilizadas para as classes, incluem meios sociais, fóruns on-line, e assim por diante. Desta forma, mesmo que você fique em casa você poderá assistir às aulas que foram concebidas em um formato de microlearning.

3. Faz da mídia um processo interessante
Microlearning precisa ser transmitida de forma rápida e por meio de fácil acesso. Afinal o principal objetivo do ML é economizar tempo. Mas isso não é tudo. Para realizar isso, diferentes tipos de mídia, tais como vídeo, apresentações em PowerPoint, clipes de áudio, e outros precisam ser utilizados também, uma vez que, torna o processo de aprendizagem bemmm mais interessante.

Os contras de implementar Microlearning
Nem tudo é lindo, afinal o microlearning também apresenta desvantagens. Veja algumas delas:

1. É difícil cobrir uma ampla gama de assuntos de uma só vez
O microlearning deve ser concluído dentro de um curto espaço de tempo certo? Então, nunca será possível completar um tópico de uma só vez. Por exemplo: você pode poderá discutir o detalhamento completo de um tema em uma única classe. Se você está planejando ensinar um tópico, o que é susceptível levar um pouco mais de tempo, você pode não ser capaz de completá-lo em uma única aula. Você terá que levar duas ou até três aulas (ou módulos) para fazer com que os alunos conheçam e assimilem os detalhes por completo.

2. Ambiente muito casual pode dificultar o aprendizado de novas coisas
O conceito de sala de aula é impulsionada pelo fato de que os estudantes que aprendem novos tópicos precisam de um ambiente formal. Isto não está disponível quando você acessa o microlearning. É um ambiente pouco casual, o que pode ajudá-lo a rever conceitos pré-conceitos. Assim, os alunos podem ter dificuldade para aprender coisas novas em uma classe que engloba microlearning.

Microlearning é um novo conceito no mundo da educação. Ela tem uma série de vantagens, bem como desvantagens. As vantagens, no entanto, superam as desvantagens. Assim sendo, o microlearning está sendo abraçado por instituições, bem como órgãos sociais para dar o suporte de treinamento necessário e educação para os alunos.

IBDIN Instituto Brasileiro de Desenho Instrucional

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