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19 de dez de 2012

Natal segundo o Espiritismo

Natal segundo o Espiritismo

Demétrio Pavél Bastos
Retornando o pensamento aos dias de criança, que já se colocam algo distantes, revejo as cenas dos natais que meus queridos pais me ofereceram: o necessário presépio, a árvore com os presentes e o indispensável Papai Noel... Eram expressões de seu amor para comigo; e como se esmeravam para que nenhum colorido faltasse ao mundo de fantasias de minha infância ! A proporção que o peso dos anos me vai vergando os ombros, mais e mais admiro o quanto representaram para mim.
Eles nunca esperavam gestos meus, ou palavras, de reconhecimento, pelo bem que me faziam; a recompensa de quem ama é a felicidade—e não a gratidão - dos entes queridos. Mesmo assim, rudemente intelectualizado, uma espécie de remorso me sobe à garganta, a se expressar nos olhos úmidos. A sabedoria dos pais consiste na paciência da espera de que o fruto-filho amadureça e compreenda, de forma tal que a paternidade termina por ser um prêmio por antecipação que o Pai Maior outorga a cada ser-filho, a exercitá-lo para tarefas de maior envergadura.
Mais tarde, espírita já, meus filhos não conheceram nem o presépio, nem a árvore de Natal, nem o velhinho Noel; só os presentes e as guloseimas persistiram. Em compensação, subiam morro acima comigo, juntamente com a "Mocidade Espírita João de Deus", a distribuir com "os menos afortunados da sorte", como se diz, um pouco do que nos sobrava... Aquela magia que minha infância conheceu, eles não viveram; forjavam-se noutra têmpera, de acordo com os talentos que recebi. Te-los-ei plantado bem ?
E, no escoar dos anos que se sucedem, vou acompanhando, de um lado, a progressiva massificação do conceito de que festejar o Natal é dar presentes (geralmente inúteis), é fazer festas; por outro lado, no seio do Movimento Espírita, a prudente e natural implantação de um Natal à moda espírita, num fatal aprimoramento do que reza a tradição, se vem firmando.
25 de dezembro é um pretexto mais do que bom para se reconciliarem irmãos; para se reexaminarem projetos que visem crescimento espiritual; para se vibrar intensamente a luz do Amor Universal; para se programar um Natal-Permanente.
Exemplifiquem os pais para os filhos que Natal não é dia de se cumprirem obrigações sociais, mas data convencionada para uma tomada de posição, rumo à vivência de 365 dias por ano, dos postulados da Doutrina Espírita e da sabedoria do Evangelho de JESUS !
Ajudemos a se consolidar O NATAL, SEGUNDO O ESPIRITISMO!

link original: http://www.espirito.org.br/portal/artigos/diversos/natal/natal-segundo-o-espiritismo.html

4 de fev de 2009


Família moderna : desafios e prioridades

• Família e amor maternal na visão de Pestalozzi, Comenius, Rosseau e a visão espírita de família.

• Educação integral, educação para humanidade, educação dos sentidos e educação do Espírito

• Psicologia e família: mãe - o adulto significativo

• Pedagogia Espírita e Educação Familial - Uma proposta Educacional vista pela Pedagogia Espírita

Professora Cláudia Mota é graduada em letras pela UNESP, pós graduada em Pedagogia Espírita e professora da rede pública e privada há 15 anos, coordenadora adm. e sócia fundadora da ABPE; participa do programa Educação para todos na Rádio Boa Nova.

Aguardamos sua inscrição até 11/02/09. Por favor, ajude-nos a divulgar.



29 de jan de 2009

PEDAGOGIA ESPÍRITA - ENCONTROS A ARTE DE EDUCAR COM ARTE

COMUNICADO DE FLÁVIA ULMANN

MAIORES DETALHES - Encontros A Arte de Educar com Arte

Nosso primeiro encontro AEA de 2009 traz o Seminário Família e Pedagogia Espírita. Em anexo, deixamos um cartaz "fofo" para divulgação em suas instituições e abaixo veja a programação.

Aguardamos sua inscrição. Por favor, também ajudem-nos na divulgação.


" Com a finalidade de suscitar a reflexão sobre o papel da família na sociedade atual, este seminário aborda o papel da mãe e do pai, sob o enfoque da Pedagogia Espírita. Baseada na visão de grandes educadores: Pestalozzi, Comenius e Rousseau – o seminário é apresentado em sub-temas. " - do site da ABPE (Associação Brasileira de Pedagogia Espírita - www.pedagogiaespirita.org.br)

Programação

• História da família
• A família moderna : desafios e prioridades
• Família e amor maternal na visão de Pestalozzi, Comenius, Rosseau e a visão espírita de família.
• Educação integral, educação para humanidade, educação dos sentidos e educação do Espírito
• Psicologia e família: mãe - o adulto significativo
• Pedagogia Espírita e Educação Familial - Uma proposta Educacional vista pela Pedagogia Espírita

11 de nov de 2008

Adoção, Um ato de amor

Esta blogagem coletiva foi proposta pela Geórgia Aertinger e hoje posto meu artigo sobre o generoso gesto da adoção, explicando que, antes de mais nada, considero a adoção pela ótica espiritualista, pois nesse quesito analiso a questão de que famílias constituídas por membros sem laços sanguíneos podem ser tão mais felizes quanto as genéticas.

Adotar uma criança é sim um ato de amor, incondicional. Segundo Allan Kardec: “O corpo procede do corpo, mas o Espírito não procede do Espírito” (Evangelho Segundo o Espiritismo - Kardec, A.)

Quando adotamos, ou pensamos em adotar uma criança, devemos estar cônscios de que entra para nossas vidas um outro ser humano, com uma bagagem afetiva, genética, histórica, diversa da nossa. Por outro lado, se pensarmos bem somos todos adotados pois ninguém é propriedade de ninguém. Um filho nosso de hoje poderá vir a ser nosso pai amanhã. Isso é o que estabelece a lei da reencarnação.

Neste plano terreno, onde tantas são nossas provas e expiações, assumir os cuidados para com uma criança que se encontra sozinha no mundo constitui a um só tempo, formar as bases para se criar um ser humano mais feliz e cumprir com uma etapa de uma encarnação bem sucedida. desta forma ter um filho adotivo ou biológico semper será para a família uma forma de ressarcir debitos anteriores, direta ou indiretamente, independente de serem da família ou da própria criança.

Qualquer pessoa pode adotar uma criança, desde que maior, com condições psicológicas e financeiras estáveis. Há uma crítica quanto aos casais homossexuais serem capazes ou não de adotar uma criança. Pessoalmente acredito que onde há amor, há compromisso e há a necessidade de ser amado, tudo pode ser possível, afinal, são de almas reencarnantes de que estamos falando.

Aonde há exercício da afetividade e da solidariedade fraterna, há progresso. NO EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO”, Cap. XI, item 9, diz: “Disse Jesus: ‘Amai o vosso próximo como a vós mesmos’. nossa relação com o próximo deveria de ser ilimitada, sem famílias, nações ou seitas para bloqueá-la, ou seja, a humanidade inteira. De livre arbítrio do indivíduo entender se o exercício que está fazendo dentro da relação é de solidariedade, desenvolvimento de laços fraternos, ou se apenas está baseado nas sensações e na busca da sensualidade.

Levando em conta que a constituição de laços de família é uma necessidade do Espírito. A família terrena é um instrumento para a construção da família espiritual. Desta forma, devemos ponderar que, ao adotar uma criança, devemos também estar conscientes de que assumimos a responsabilidade da problemática do ser adotado. O espírito Joana de Angelis nos alerta que os filhos recusados em outras etapas alcançar-nos-ão o lar ou a intimidade por processos transversos. Portanto, se você pensa em adotar uma criança , você pode estar adotando, nada mais nada menos, um ser que de alguma maneira está relacionado com sua vida anterior. Somos todos irmãos, ligados por um mesmo laço: cada indvíduo que passa por nós, nos deixam um pouco de si e leva um pouco de nós, Fernando Pessoa já dizia isso, quem somos nós para refutá-lo?

Entretanto, há aqueles casais que optam por uma união sem filhos, naturais ou adotados. Tal situação não atende a todas as finalidades do casamento segundo a Doutrina Espírita, uma vez que ”A reprodução é uma Lei da Natureza sem ela o mundo corporal pereceria” (LE, 686). Segundo um planejamento feito anteriormente (no Plano Espiritual), um casal pode chegar a nunca ter filhos, atendendo a tarefas humanitárias, trabalhando pelo próximo, fazendo o bem ser ver a quem, em milhares de orfanatos, asilos, escolas e lares espalhados nesse planeta.

Um casal impossibilitado de ter filhos, agiria de acordo com a Caridade se os adotasse, pois esse seria um caminho de atendimento a algumas dessas denominadas ”tarefas humanitárias”. Se eles desejam filhos e não os têm é porque certamente estão num processo de reabilitação, que eles podem apressar com a adoção de crianças desvalidas.

Enfim, adotar uma criança é um grande ato de amor e uma solução feliz para aqueles casais que não podem ter filhos ou para os que têm e sentem a necessidade de amparar mais um ser. Desta forma não estamos trazendo para dentro de nossas casas filhos sem pai nem mãe, mas sim, grandes afetos nossos de passadas reencarnações, espíritos com quem devemos nos reajustar. Os Órfãos, no Evangelho Segundo o Espiritismo (Cap 13, item 18), diz:

Os órfãos - 18. Meus irmãos, amai os órfãos. Se soubésseis quanto é triste ser só e abandonado, sobretudo na infância! Deus permite que haja órfãos, para exortar-nos a servir-lhes de pais.

Que divina caridade amparar uma pobre criaturinha abandonada, evitar que sofra fome e frio, dirigir-lhe a alma, a fim de que não desgarre para o vício!

Agrada a Deus quem estende a mão a uma criança abandonada, porque compreende e pratica a sua lei.

Ponderai também que muitas vezes a criança que socorreis vos foi cara noutra encarnação, caso em que, se pudésseis lembrar-vos, já não estaríeis praticando a caridade, mas cumprindo um dever.

Assim, pois, meus amigos, todo sofredor é vosso irmão e tem direito à vossa caridade: não, porém, a essa caridade que magoa o coração, não a essa esmola que queima a mão em que cai, pois freqüentemente bem amargos são os vossos óbolos! Quantas vezes seriam eles recusados, se na choupana a enfermidade e a miséria não os estivessem esperando!

Dai delicadamente, juntai ao beneficio que fizerdes o mais precioso de todos os benefícios: o de uma boa palavra, de uma carícia, e um sorriso amistoso. Evitai esse ar de proteção, que eqüivale a revolver a lâmina no coração que sangra e considerai que, fazendo o bem, trabalhais por vós mesmos e pelos vossos. - Um Espírito familiar. (Paris, 1860.)

Abraços fraternos,

Semíramis Alencar

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NOTA DA AUTORA: Por eu ser espírita escolhi o tema Adoção perante o espiritismo pois não concebo a adoção de outro ser sem o devido conhecimento espiritual. Essa é uma visão minha amparada nos ensinamentos de Alan Kardec, os quais acho justos e condizentes com nossa condição de encarnados. Entretanto, considero que muitos colegas possam não concordar com minha visão, por serem de credos diferentes ou mesmo por não possuirem nenhum. Todavia, estamos num país com liberdade de expressão e de culto e achei justo colocar nesta postagem o que acredito ser de mais puro, bom e verdadeiro, o que é vital para a vida de todos os seres humanos.

Artigo publicado inicialmente no Ne quid nimis

25 de ago de 2008

Um Evento Espírita-Educativo!!! 13 e 14 de setembro



ENCONTRO ESTADUAL DE EDUCADORES ESPÍRITAS DA INFÂNCIA
13 e 14 de setembro de 2008 - Teatro Municipal – Rua Alagoas, 52
Luiz Antonio/SP (perto de Ribeirão Preto)

Palestras - Oficinas - Debates - Troca de Experiências

Vagas Limitadas - Inscrições até 05/setembro/2008

São Paulo(11) 2950.6554 ou (11) 9765.1881

Ribeirão Preto: (16) 3983.1487 ou (16)8152-8309

e-mail: useregionalsp@yahoo.com.br


Taxa de inscrição: R$ 30,00 (inclui refeições e alojamento – levar colchonete, roupa de cama e banho)

Depósito: Banco Santander – Agência 039 – conta corrente: 13000018-6 (enviar comprovante para fax 16 - 3610-1120 ou para o e-mail acima)

Iniciativa: Departamento de Educação Espírita da Infância

Realização: USE Estadual SP e USE Ribeirão Preto

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