14 de dez. de 2009

Grandes Educadores - 1- Anísio Teixeira

"Numa democracia, nenhuma obra supera a de educação. Haverá, talvez, outras aparentemente mais urgentes ou imediatas, mas estas mesmas pressupõem, se estivermos numa democracia, a educação. Todas as demais funções do estado democrático pressupõem a educação. Somente esta não é conseqüência da democracia, mas a sua base, o seu fundamento, a condição mesmo para a sua existência."
Anísio Teixeira

Anísio Spínola Teixeira (Caetité, 12 de julho de 1900 — Rio de Janeiro, 11 de março de 1971) foi um jurista, intelectual, educador e escritor brasileiro.
Personagem central na história da educação no Brasil, nas décadas de 1920 e 1930, difundiu os pressupostos do movimento da Escola Nova, que tinha como princípio a ênfase no desenvolvimento do intelecto e na capacidade de julgamento, em detrimento da memorização.
Reformou o sistema educacional da Bahia e do Rio de Janeiro, exercendo vários cargos executivos. Foi um dos mais destacados signatários do Manifesto dos Pioneiros da Escola Nova, em defesa do ensino público, gratuito, laico e obrigatório, divulgado em 1932.
Em 1935, fundou a Universidade do Distrito Federal, depois transformada em Faculdade Nacional de Filosofia da Universidade do Brasil.

Anísio Teixeira – Vida e Obra

Anísio Spínola Teixeira nasceu em Caetité (BA), em 12 de julho de 1900, numa família de fazendeiros.

Estudou em colégios jesuítas em Caetité e em Salvador. Em 1922, formou-se em Ciências Jurídicas e Sociais, no Rio de Janeiro.Com apenas 24 anos, foi nomeado inspetor geral de Ensino do Estado da Bahia.

Em 1928, estudou na Universidade de Columbia, em Nova York, onde conheceu o pedagogo John Dewey. Em 1931, foi nomeado secretário de Educação do Rio. Em sua gestão, criou uma rede municipal de ensino completa, que ia da escola primária à universidade. ]Em abril de 1935, completou a montagem da rede de ensino do Rio com a criação da Universidade do Distrito Federal (UDF).

Ao lado da Universidade de São Paulo (USP), inaugurada no ano seguinte, a UDF mudou o ensino superior brasileiro, mas ela foi extinta em 1939, durante o Estado Novo. Em 1935, perseguido pelo governo de Getúlio Vargas, Anísio refugiou-se em sua cidade natal, onde viveu até 1945.

Nesse período, não atuou na área educacional e se tornou empresário. Em 1946, ele assumiu o cargo de conselheiro da Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco).

No ano seguinte, com o fim do Estado Novo, voltou ao Brasil e novamente tomou posse da Secretaria de Educação de seu Estado. Nessa gestão, criou, em 1950, o Centro Educacional Carneiro Ribeiro, em Salvador, a Escola Parque.

Em 1951, assumiu o cargo de secretário-geral da Campanha de Aperfeiçoamento do Pessoal do Ensino Superior (Capes) e, no ano seguinte, o de diretor do Instituto Nacional de Estudos Pedagógicos (Inep), onde ficou até 1964. Anísio foi um dos idealizadores da Universidade de Brasília (UnB), fundada em 1961. Ele entregou a Darcy Ribeiro, que considerava como seu sucessor, a condução do projeto da universidade. Em 1963, tornou-se reitor da UnB.

Com o golpe de 1964, acabou afastado do cargo. Foi para os Estados Unidos, lecionar nas universidades de Columbia e da Califórnia. Voltou ao Brasil em 1965. Em 1966, tornou-se consultor da Fundação Getúlio Vargas (FGV)

Morreu em 11 de março de 1971, de modo misterioso. Seu corpo foi encontrado no poço do elevador de um edifício no começo da Avenida Rui Barbosa, no Rio. A polícia considerou a morte acidental, mas a família do educador suspeita de que ele possa ter sido vítima da repressão do governo do general Emílio Garrastazu Medici.

Fonte: Matéria de Adriana Vera e Silva Revista Nova Escola - Edição Agosto- 1998Redação NOVA ESCOLAAv. das Nações Unidas, 7221, 6° andar, Pinheiros, São Paulo, SPCEP 05425-902Fax: (0--11) 3037-4322E-mail: novaescola.abril@atleitor.com.brSite: www.uol.com.br/novaescola


O educador na Bahia

A fim de melhor desempenhar a função de Secretário da Educação do Governo da Bahia, viaja, em 1925, para a Europa, onde observa o sistema educacional de diversos países - implementando em seguida várias reformas no ensino do estado.
Anísio consegue ampliar o sistema educacional, privilegiando a formação de professores. Em sua terra natal, Caetité, reinaugura a Escola Normal, fechada em 1901 por Severino Vieira.

Em 1927 vai aos Estados Unidos, onde trava conhecimento com as idéias do filósofo e pedagogo John Dewey, que muito vão influenciar seu pensamento. No ano seguinte demite-se do cargo pelo fato do novo governador não concordar com suas idéias sobre mudanças no ensino.

Volta aos Estados Unidos (1928), onde faz pós-graduação. De volta ao Brasil traduz, pela primeira vez em português, dois trabalhos de Dewey.


No Rio de Janeiro

Muda-se para o Rio de Janeiro, ocupando a Diretoria da Instrução Pública do Distrito Federal, em 1931, em cujo mandato institui a integração da "Rede Municipal de Educação", do fundamental à universidade. Diversas melhorias e mudanças foram feitas, mas a que maior polêmica gerou foi a criação da Universidade do Distrito Federal, em 1935.
Em 1932 participa do Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova, tendo publicado neste período duas obras sobre educação que, junto a suas realizações, deram-lhe projeção nacional.

Política, realização e perseguição

Durante a última fase do Estado Novo, Anísio afasta-se da vida pública. Dedica-se, então, à mineração - atividade de alguns parentes. Aproxima-se mais do amigo Monteiro Lobato e publica Educação para a Democracia, além de realizar diversas traduções.

Na década de 1940 foi Conselheiro da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura).

Voltando o país ao regime democrático, em 1946, Anísio é convidado por Octávio Mangabeira - socialista, fundador da UDN, também exilado e então eleito para o Governo da Bahia - para ser o Secretário de Educação e Saúde. Dentre outras realizações, constrói na Liberdade - o mais populoso e pobre bairro da capital baiana - o "Centro Educacional Carneiro Ribeiro", mais conhecido por Escola Parque, lugar para educação em tempo integral e que serviria de modelo para os futuros CIACs e CIEPs.

Nos anos 50, dirigiu o Instituto Nacional de Estudos Pedagógicos, ou INEP, órgão do Governo Federal, que desde o governo de Fernando Henrique Cardoso se chama Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (ver seu site em [2]). Foi também o criador e primeiro dirigente da Campanha Nacional de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (atual CAPES), criada em 11 de julho de 1951, pelo Decreto nº 29.741, pelo presidente Getúlio Vargas, e que Anísio dirigiu até o golpe de 1964.

A CAPES subordinava-se diretamente ao Presidente da República mas, depois de 1964, passou a integrar o organograma do Ministério da Educação (ver [3]). De todo modo, com a ditadura militar, Anísio deixou a sua direção.

Foi um dos idealizadores do projeto da Universidade de Brasília (UnB), inaugurada em 1961, da qual veio a ser reitor em 1963, para ser afastado após o golpe militar de 1964.

Anísio Teixeira e o Movimento Escola Nova

O movimento chamado Escola Nova esboçou-se, na década de 1920, no Brasil.
Nessa época, o mundo vivia um momento de crescimento industrial e de expansão urbana e, nesse contexto, um grupo de intelectuais brasileiros sentiu necessidade de preparar o país para acompanhar esse desenvolvimento. A educação era por eles percebida como o elemento-chave para promover a remodelação requerida.

Inspirados nas idéias político-filosóficas de igualdade entre os homens e do direito de todos à educação, esses intelectuais viam num sistema estatal de ensino público, livre e aberto, o único meio efetivo de combate às desigualdades sociais da nação.

Denominado de Escola Nova, o movimento ganhou impulso na década de 1930 após a divulgação do Manifesto da Escola Nova (1932). Nesse documento, defendia-se a universalização da escola pública, laica e gratuita. Entre os seus signatários, destacavam-se os nomes de:

Anisio Teixeira - futuro mentor de duas universidades no país - a Universidade do Distrito Federal, no Rio de Janeiro, desmembrada pelo Estado Novo de Getúlio Vargas e a Universidade de Brasília, da qual era reitor, quando do Golpe Militar de 1964. Além dessas realizações, Anísio foi o fundador da Escola Parque, em Salvador (1950), instituição que posteriormente inspiraria o modelo dos Centros Integrados de Educação Pública - CIEPs, no Rio de Janeiro, na década de 1980.
Fernando de Azevedo (1894-1974) - que aplicou a Sociologia da Educação e reformou o ensino em São Paulo na década de 1930
Lourenço Filho (1897-1970) - professor
Cecília Meireles (1901-1964) - professora e escritora
A atuação destes pioneiros se estendeu pelas décadas seguintes sob fortes críticas dos defensores do ensino privado e religioso. As suas idéias e práticas influenciaram uma nova geração de educadores como Darcy Ribeiro (1922-1997) e Florestan Fernandes (1920-1995).


O legado

De sua obra em Salvador, destaca-se o Centro Educacional Carneiro Ribeiro (melhor conhecido por Escola Parque), situado no populoso e pobre bairro da Liberdade, de 1950, no qual buscou inspiração Darcy Ribeiro para, na década de 1980, criar os CIEPs.

Na década de 1990 foi a vez do Governo Federal criar os CIACs e, no início do século XXI, na Bahia, os Colégios Modelo - todos fundamentados na sua ainda atual visão da educação integral e, no início do século XXI, os mais de 21 CEU's (Centros Educacionais Unificados), construídos na cidade de São Paulo, tiveram em seus projetos fortes influências da Escola Parque de Anísio.

Em Caetité, na sua casa natal (foto acima), mantém a Fundação Anísio Teixeira, presidida por sua filha Anna Cristina Teixeira Monteiro de Barros ("Babi"), com apoio governamental (Estado e Município) e da iniciativa privada, a Casa Anísio Teixeira', com biblioteca, museu, cine-teatro e biblioteca móvel.

A instituição leva conhecimento e mantém viva a memória do grande educador brasileiro, sendo objeto de muitas reportagens em todas as mídias.

No Rio de Janeiro existe o Centro Educacional Anísio Teixeira, escola privada de ensino fundamental e ensino médio, com proposta pedagógica segundo as idéias do educador.

E Por que Escola Nova ?

No Brasil, as idéias da Escola Nova foram inseridas em 1882 por Rui Barbosa (1849-1923). O grande nome do movimento na América foi o filósofo e pedagogo John Dewey (1859-1952).
John Dewey, filósofo norte americano influenciou a elite brasileira com o movimento da Escola Nova.

Para John Dewey a Educação, é uma necessidade social. Por causa dessa necessidade as pessoas devem ser aperfeiçoadas para que se afirme o prosseguimento social, assim sendo, possam dar prosseguimento às suas idéias e conhecimentos.

No século XX, vários educadores se evidenciaram, principalmente após a publicação do Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova, de 1932. Na década de 30, Getúlio Vargas assume o governo provisório e afirma a um grupo de intelectuais o imperativo pedagógico do qual a revolução reivindicava; esses intelectuais envolvidos pelas idéias de Dewey e Durkheim se aliam e, em 1932 promulgam o Manifesto dos Pioneiros, tendo como principal personagem Fernando de Azevedo.

Grandes humanistas e figuras respeitáveis de nossa história pedagógica, podem ser citadas, como por exemplo Lourenço Filho (1897-1970) e Anísio Teixeira (1900-1971).

A Escola Nova foi um movimento de renovação do ensino que foi especialmente forte na Europa, na América e no Brasil, na primeira metade do século XX . O escolanovismo desenvolveu-se no Brasil sob importantes impactos de transformações econômicas, políticas e sociais. O rápido processo de urbanização e a ampliação da cultura cafeeira trouxeram o progresso industrial e econômico para o país, porém, com eles surgiram graves desordens nos aspectos políticos e sociais, ocasionando uma mudança significativa no ponto de vista intelectual brasileiro.

Na essência da ampliação do pensamento liberal no Brasil, propagou-se o ideário escolanovista. O escolanovismo acredita que a educação é o exclusivo elemento verdadeiramente eficaz para a construção de uma sociedade democrática, que leva em consideração as diversidades, respeitando a individualidade do sujeito, aptos a refletir sobre a sociedade e capaz de inserir-se nessa sociedade. Então de acordo com alguns educadores, a educação escolarizada deveria ser sustentada no indivíduo integrado à democracia, o cidadão atuante e democrático.

Para John Dewey a escola não pode ser uma preparação para a vida, mas sim, a própria vida. Assim, a educação tem como eixo norteador a vida-experiência e aprendizagem, fazendo com que a função da escola seja a de propiciar uma reconstrução permanente da experiência e da aprendizagem dentro de sua vida. Então, para ele, a educação teria uma função democratizadora de igualar as oportunidades. De acordo com o ideário da escola nova, quando falamos de direitos iguais perante a lei, devemos estar aludindo a direitos de oportunidades iguais perante a lei.

Autora: Amelia Hamze
Educadora
Profª UNIFEB/CETEC e FISO – Barretos



Bibliografia de Anísio Teixeira


Coletada por Francisco Gilson Rebouças Pôrto Júnior
Faculdade de Educação, Universidade de Brasília

Livros Publicados

TEIXEIRA, Anísio. Aspectos americanos de educação. Salvador: Tip. De São Francisco, 1928. 166p.

TEIXEIRA, Anísio. A educação e a crise brasileira. São Paulo: Cia. Editora Nacional, 1956. 355p.

TEIXEIRA, Anísio e ROCHA e SILVA, Maurício. Diálogo sobre a lógica do conhecimento. São Paulo: Edart Editora. 116p.

TEIXEIRA, Anísio. Educação e o mundo moderno. 2ªed. São Paulo: Cia. Editora Nacional, 1977. 245p.

TEIXEIRA, Anísio. Educação é um direito. 2ªed. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 1996. 221p.

TEIXEIRA, Anísio. Educação e universidade. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 1998. 187p.

TEIXEIRA, Anísio. Educação no Brasil. São Paulo: Cia. Editora Nacional, 1969. 385p.

TEIXEIRA; Anísio. Educação não é privilégio. 5ª ed. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 1994. 250p.

TEIXEIRA, Anísio. Educação para a democracia: introdução à administração educacional. 2ªed. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 1997. 263p.

TEIXEIRA, Anísio. Educação progressiva: uma introdução à filosofia da educação. 2ªed. São Paulo: Cia. Editora Nacional, 1934. 210p.

TEIXEIRA, Anísio. Em marcha para a democracia: à margem dos Estados Unidos. Rio de Janeiro: Editora Guanabara, s.d. [1934 ?]. 195p.

TEIXEIRA, Anísio. Ensino superior no Brasil: análise e interpretação de sua evolução até 1969. Rio de Janeiro: Editora da Fundação Getúlio Vargas, 1989. 186p.

TEIXEIRA, Anísio. Pequena introdução à filosofia da educação: a escola progressiva ou a transformação da escola. 5ªed. São Paulo: Cia. Editora Nacional, 1968. 150p.



Artigos em Revistas
TEIXEIRA, Anísio. “1963: ano da educação.” Boletim Informativo CAPES. Rio de Janeiro, n. 122, jan. 1963. p. 1-2.
TEIXEIRA, Anísio. “Administração pública brasileira e a educação.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.25, n. 63, 1956. p. 3-23.
TEIXEIRA, Anísio. “O alto sertão da Bahia.” Revista do Instituto Geographico e Historico da Bahia. Salvador, v.52, 1926. p. 295-309.
TEIXEIRA, Anísio. “Análise de sistemas e educação.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.59, n. 129, jan./mar. 1973. p. 57-59.

TEIXEIRA, Anísio. “Aspectos da reconstrução da Universidade Latino-Americana.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.47, n. 105, jan./mar. 1967. p. 55-67.

TEIXEIRA, Anísio. “Autonomia para educação na Bahia.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.11, n. 29, jul./ago. 1947. p. 89-104.

TEIXEIRA, Anísio. “Bases da teoria lógica de Dewey.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.23, n. 57, jan./mar. 1955. p. 3-27.

TEIXEIRA, Anísio. “Bases para uma programação de educação primária no Brasil.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.27, n. 65, jan./mar. 1957. p. 28-46.

TEIXEIRA, Anísio. “Bases preliminares para o plano de educação referente ao Fundo Nacional de Ensino Primário.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.38, n. 88, out./dez. 1962. p. 97-107.

TEIXEIRA, Anísio. “Centro Brasileiro de Pesquisas Educacionais.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.25, n. 61, jan./mar. 1956. p. 145-149.

TEIXEIRA, Anísio. “Centro Educacional Carneiro Ribeiro.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.31, n. 73, jan./mar. 1959. p. 78-84.

TEIXEIRA, Anísio. “Centro Regional de Pesquisas Educacionais de Recife.” Boletim Mensal do CEPE. Rio de Janeiro, v.1, n. 1, nov. 1957. p. 5-10.

TEIXEIRA, Anísio. “Ciência e arte de educar.” Educação e Ciências Sociais. v.2, n. 5, ago. 1957. p. 5-22.

TEIXEIRA, Anísio. “Ciência e Educação.” Boletim Informativo CAPES. Rio de Janeiro, n. 50, 1957. p. 1-3.

TEIXEIRA, Anísio. “Ciência e humanismo.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.24, n. 60, 1955. p. 30-44.

TEIXEIRA, Anísio. “Condições para a reconstrução educacional brasileira.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.18, n. 49, 1953. p. 3-12.

TEIXEIRA, Anísio. “Confronto entre a educação superior dos EUA e a do Brasil.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.33, n. 78, abr./jun. 1960. p. 63-74.

TEIXEIRA, Anísio. “A crise educacional brasileira.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.19, n. 50, abr./jun. 1953. p. 20-43.

TEIXEIRA, Anísio. “Cultura e tecnologia.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.55, n. 121, jan./mar. 1971. p. 12-37.

TEIXEIRA, Anísio. “Custo mínimo da educação primária por aluno.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.35, n. 82, abr./jun. 1961. p. 3-5.

TEIXEIRA, Anísio. “O desafio da educação para o desenvolvimento.” Boletim Informativo CAPES. Rio de Janeiro, n. 112, 1962. p. 1-3.

TEIXEIRA, Anísio. “Dewey e a filosofia da educação.” Boletim Informativo CAPES. Rio de Janeiro, n. 85, dez. 1959. p. 1-2.

TEIXEIRA, Anísio. “Discurso de posse do Director Geral de Instrucção Pública.” Boletim de Educação Pública. Rio de Janeiro, v.2, n. 1/2, jan./jun. 1932. p. 75-76.

TEIXEIRA, Anísio. “Discurso de posse do Professor Anísio Teixeira no Instituto Nacional de Estudos Pedagógicos.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. v.17, n. 46, 1952. p. 69-79.

TEIXEIRA, Anísio. “Editorial.” Educação e Ciências Sociais. Rio de Janeiro, v.7, n. 3, fev. 1960. p. 3-13.

TEIXEIRA, Anísio. “Editorial.” Educação e Ciências Sociais. Rio de Janeiro, v.8, n. 15, set. 1960. p. 3-8.

TEIXEIRA, Anísio. “Educação - problema da formação nacional.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.29, n. 70, abr./jun. 1958. p. 21-32.

TEIXEIRA, Anísio. “Educação como experiência democrática para cooperação internacional.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.45, n. 102, abr./jun. 1966. p. 257-272.

TEIXEIRA, Anísio. “A educação comum do homem moderno.” Arte e Educação. Rio de Janeiro, v.1, n. 3, mar. 1971. p. 13.

TEIXEIRA, Anísio. “A educação e a constituição de 1946.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.33, n. 77, jan./mar. 1960. p. 68-82.

TEIXEIRA, Anísio. “Educação e cultura na Constituição do Estado da Bahia.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.65, n. 151, set./dez. 1984. p. 685-696.

TEIXEIRA, Anísio. “Educação e Desenvolvimento.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.35, n. 81, jan./mar. 1961. p. 71-92.

TEIXEIRA, Anísio. “Educação e nacionalismo.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.34, n. 80, out./dez. 1960. p. 205-208.

TEIXEIRA, Anísio. “Educação não é privilégio.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Brasília, v.70, n. 166, 1989. p. 435-462.

TEIXEIRA, Anísio. “A educação que nos convém.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.21, n. 54, abr./jun. 1954. p. 16-33.

TEIXEIRA, Anísio. “Educação, suas fases e seus problemas.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Brasília, v.56, n. 124, out./dez. 1971. p. 284-286.

TEIXEIRA, Anísio. “Educar para o equilíbrio da sociedade.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Brasília, v.55, n. 122, abr./jun. 1971. p. 191-196.

TEIXEIRA, Anísio. “O ensino brasileiro.” Boletim da CBAI. v.7, n. 10, 1953. p. 1122-1124.

TEIXEIRA, Anísio. “O ensino cabe à sociedade.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.31, n. 74, 1959. p. 290-298.

TEIXEIRA, Anísio. “Ensino humanístico e ensino científico em nosso tempo.” Temas. São Paulo, v.1, n. 1, maio 1971. p. 5-12.

TEIXEIRA, Anísio. “O ensino secundário.” Boletim Informativo CAPES. Rio de Janeiro, n. 66, maio 1958. p. 1-2.

TEIXEIRA, Anísio. “Entrevista ao Correio da Manhã.” Educação e Ciências Sociais. Rio de Janeiro, v.3, n. 8, 1958. p. 133-137.

TEIXEIRA, Anísio. “A escola brasileira e a estabilidade social.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Brasília, v.28, n. 67, jul./set. 1957. p. 3-29.

TEIXEIRA, Anísio. “A Escola Parque da Bahia.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.47, n. 106, abr./jun. 1967. p. 246-253.

TEIXEIRA, Anísio. “A escola pública.” Boletim Informativo CAPES. Rio de Janeiro, n. 48, 1956. p. 1-3.

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TEIXEIRA, Anísio. “A escola pública universal e gratuita.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.26, n. 64, out./dez. 1956. p. 3-27.

TEIXEIRA, Anísio. “A escola secundária em transformação.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.21, n. 53, abr./jun. 1954. p. 3-20.

TEIXEIRA, Anísio. “Escolas de educação.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.51, n. 114, abr./jun. 1969. p. 239-259.

TEIXEIRA, Anísio. “As escolinhas de arte de Augusto Rodrigues.” Arte e Educação. Rio de Janeiro, v.1, n. 1, set. 1970. p. 3.

TEIXEIRA. Anísio. “La escuela brasileña y la estabilidad social.” La Educación. v.2, n. 8, Oct./Dic. 1957. p. 5-14.

TEIXEIRA, Anísio. “O espírito científico e o mundo atual.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.23, n. 58, 1958. p. 3-25.

TEIXEIRA, Anísio. “Estado atual da educação.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.39, n. 89, jan./mar. 1963. p. 8-16.

TEIXEIRA, Anísio. “Estudo sobre o projeto de Lei das Diretrizes e Bases da Educação Nacional.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.18, n. 48, out./dez. 1952. p. 72-123.

TEIXEIRA, Anísio. “A expansão do ensino superior no Brasil.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.36, n. 83, jul./set. 1961. p. 3-4.

TEIXEIRA, Anísio. “Extensão do ensino primário brasileiro.” Boletim CBAI. Rio de Janeiro, v.10, n. 6, 1956. p. 1614-1618.

TEIXEIRA, Anísio. “Falando francamente.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.30, n. 72, out./dez. 1958. p. 3-16.

TEIXEIRA, Anísio. “Falsa elite.” Boletim Informativo CAPES. Rio de Janeiro, n. 60, nov. 1957. p. 1-2.

TEIXEIRA, Anísio. “Filosofia e educação.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.32, n. 75, jul./set. 1959. p. 14-27.

TEIXEIRA, Anísio. “Fraude contra a educação popular.” Leitura. Rio de Janeiro, v.16, n. 10, abr. 1958. p. 32-33.

TEIXEIRA, Anísio. “Funções da universidade.” Boletim Informativo CAPES. Rio de Janeiro, n. 135, Fev. 1964. p. 1-2.

TEIXEIRA, Anísio. “Gilberto Freyre, mestre e criador da Sociologia.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.40, n. 91, jul./set. 1963. p. 29-36.

TEIXEIRA, Anísio. “Grave problema do livro didático.” Leitura. Rio de Janeiro, v.17, n. 22, abr. 1959. p. 24-25.

TEIXEIRA, Anísio. “O humanismo técnico.” Boletim CBAI. Rio de Janeiro, v.8, n. 2, 1954. p. 1186-1187.

TEIXEIRA, Anísio. “Interpretação do artigo 15 da Lei de Diretrizes e Bases.” Documenta. Rio de Janeiro, n. 81, fev. 1968. p. 3-9.

TEIXEIRA, Anísio. “A lei de diretrizes.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.18, n. 48, 1952. p. 280-283

TEIXEIRA, Anísio. “A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional; um inquérito.” Comentário. v.3, n. 2, abr./jun. 1962. p. 125-127.

TEIXEIRA, Anísio. “Lei e tradição.” Boletim Informativo CAPES. Rio de Janeiro, n. 54, maio 1957. p. 1-3.

TEIXEIRA, Anísio. “A longa revolução de nosso tempo.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.49, n. 109, jan./mar. 1968. p. 11-26.

TEIXEIRA, Anísio. “Mais uma vez convocados.” Educação e Ciências Sociais. Rio de Janeiro, v.4, n. 10, abr. 1959. p. 5-33.

TEIXEIRA, Anísio. “O manifesto dos pioneiros da educação nova.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Brasília, v.65, n. 150, maio/ago. 1984. p. 407-425.

TEIXEIRA, Anísio. “Meia vitória, mas vitória.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.37, n. 86, abr./jun. 1962. p. 222-223.

TEIXEIRA, Anísio. “A mensagem de Rousseau.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.38, n. 88, out./dez. 1962. p. 3-5.

TEIXEIRA, Anísio. “Mestres de amanhã.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.40, n. 92, out./dez. 1963. p. 10-19.

TEIXEIRA, Anísio. “O mito da cultura geral no ensino superior.” Boletim Informativo CAPES. Rio de Janeiro, n. 41, 1956. p. 1-2.

TEIXEIRA, Anísio. “A municipalização do ensino primário.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.27, n. 66, abr./jun. 1957. p. 22-43.

TEIXEIRA, Anísio. “Notas para a história da educação.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.37, n. 85, jan./mar. 1962. p. 181-188.

TEIXEIRA, Anísio. “Notas sobre a educação e a unidade nacional.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.18, n. 47, jul./dez. 1952. p. 33-49.

TEIXEIRA, Anísio. “A nova Lei de Diretrizes e Bases: um anacronismo educacional.” Comentário. Rio de Janeiro, v.1, n. 1, jan./mar. 1960. p. 16-20.

TEIXEIRA, Anísio. “Padrões brasileiros de educação [escolar] e cultura.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.22, n. 55, jul./set. 1954, p. 3-22.

TEIXEIRA, Anísio. “O pensamento precursor de McLuhan.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Brasília, v.54, n. 119, jul./set. 1970. p. 242-248.

TEIXEIRA, Anísio. “Plano de construções escolares de Brasília.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.35, n. 81, jan./mar. 1961. p. 195-199.

TEIXEIRA, Anísio. “Plano e finanças da educação.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Brasília, v.41, n. 93, jan./mar. 1964. p. 6-16.

TEIXEIRA, Anísio. “Plano Nacional de Educação.” Boletim Informativo CAPES. Rio de Janeiro, n. 123, fev. 1963. p. 1-3.

TEIXEIRA, Anísio. “Por uma escola primária organizada e séria para formação básica do povo brasileiro.” Educação e Ciências Sociais. v.3, n. 8, 1958. p. 139-141.

TEIXEIRA, Anísio. “Porque ‘Escola Nova’.” Boletim da Associação Bahiana de Educação. Salvador, n. 1, 1930. p. 2-30.

TEIXEIRA, Anísio. “Por que especialistas de educação?” Boletim Informativo CAPES. Rio de Janeiro, n. 62, 1958. p. 1-2.

TEIXEIRA, Anísio. “O problema de formação do magistério.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Brasília, v.46, n. 104, out./dez. 1966. p. 278-287.

TEIXEIRA, Anísio. “Os processos democráticos da educação nos diversos graus do ensino e na vida extra-escolar.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.25, n. 62, abr./jun. 1956. p. 3-16.

TEIXEIRA, Anísio. “A propósito da ‘Escola Única’.” Revista do Ensino. Salvador, v.1, n. 3, 1924.

TEIXEIRA, Anísio. “Que é administração escolar?” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.36, n. 84, 1961. p. 84-89.

TEIXEIRA, Anísio. “Reforma do selvagem humano?” Boletim Informativo CAPES. Rio de Janeiro, n. 120, nov. 1962, p. 1-2.

TEIXEIRA, Anísio. “Reorganização do Ensino Normal e sua transposição para o plano universitário: creação.” Boletim de Educação Pública. Rio de Janeiro, v.2, n. 1/2, jan./jun. 1932. p. 110-117.

TEIXEIRA, Anísio. “Reorganização e não apenas expansão da escola brasileira.” Boletim Informativo CAPES. Rio de Janeiro, n. 58, set. 1957. p. 1-2.

TEIXEIRA, Anísio. “Resenha do livro ‘Uma escola diferente’.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.51, n. 113, jan./mar. 1969. p. 145-148.

TEIXEIRA, Anísio. “Revolução e educação.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Brasília, v.39, n. 90, abr./jun. 1963, p. 3-7.

TEIXEIRA, Anísio. “Romper com a simulação e a ineficiência do nosso ensino.” Formação. Rio de Janeiro, v.16, n. 176, 1953. p. 11-16.

TEIXEIRA, Anísio. “Sobre o problema de como financiar a educação do povo brasileiro.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.20, n. 52, 1953. p. 27-42.

TEIXEIRA, Anísio. “Tecnologia e pensamento.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Brasília, v.51, n. 113, jan./mar. 1969. p. 157-159.

TEIXEIRA, Anísio. “Um educador: Abílio Cesar Borges.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.18, n. 47, jul./dez. 1952. p. 150-155.

TEIXEIRA, Anísio. “Um grande esforço de toda a vida.” Boletim Informativo CAPES. Rio de Janeiro, n. 96, nov. 1960. p. 1-3.

TEIXEIRA, Anísio. “Um presságio de progresso.” Habitat. São Paulo, v.4, n. 2, 1951. p. 175-177.

TEIXEIRA, Anísio. “Uma experiência de educação primária integral no Brasil.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.38, n. 87, jul./set. 1962. p. 21-33.

TEIXEIRA, Anísio. “Uma perspectiva da educação superior no Brasil.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Brasília, v.50, n. 111, jul./set. 1968. p. 21-82.

TEIXEIRA, Anísio. “União intelectual das três Américas.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.35, n. 82, abr./jun. 1961. p. 180-183.

TEIXEIRA, Anísio. “Unidade do Brasil.” Boletim Informativo CAPES. n. 132, nov.1963. p. 1-4.

TEIXEIRA, Anísio. “A universidade americana em sua perspectiva.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógios. Rio de Janeiro, v.36, n. 84, out./dez. 1961. p. 48-60.

TEIXEIRA, Anísio. “A universidade de ontem e de hoje.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.42, n. 95, jul./set. 1964. p. 27-47.

TEIXEIRA, Anísio. “A universidade e a liberdade humana.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.20, n. 51, jul./set. 1953. p. 3-22.

TEIXEIRA, Anísio. “Variações sobre o tema da liberdade humana.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.29, n. 69, jan./mar. 1958. p. 3-18.

TEIXEIRA, Anísio. “Valores proclamados e valores reais nas instituições escolares brasileiras.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.37, n. 86, abr./jun. 1962. p. 59-79.

TEIXEIRA, Anísio. “Villa-Lobos nas escolas.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.36, n. 84, out./dez. 1961. p. 186-187.

TEIXEIRA, Anísio e outros. “Educação para o desenvolvimento e a democracia.” Documenta. Rio de Janeiro, n. 4, jun. 1962. p. 136-142.

TEIXEIRA, Anísio e RIBEIRO, Darcy. “The University of Brasília.” The Educational Forum. Wisconsin, v.26, n. 3, Part 1, mar. 1962. p. 309-319.

TEIXEIRA, Anísio, RAMOS, Jairo e CARDOSO, Fernando Henrique. “Universidade de Brasília.” Anhembi. São Paulo, v.11, n. 128, jul. 1961. p. 259-267.



FONTES BIBLIOGRÁFICAS
Canal do Educador - WikipediaCentro de Referência Educacional e Ensaistas.org

Post em homenagem ao Prof. Ms. Hélio Ramos da Silva, que foi meu professor de História da Educação , na licenciatura em Pedagogia - UEMG campus Campanha 2003/2005, a minha eterna gratidão!

6 de dez. de 2009

O Ato Docente na Construção Social – Preparando os Profissionais do Amanhã

O Ato Docente na Construção Social – Preparando os Profissionais do Amanhã - Semíramis F. Alencar Moreira (especialista em Docência de Ens. Superior pela UNESA)

Ser professor não é ser somente um repassador de conhecimentos. É ser um formador de opinião. No Ensino Superior, esta função se aprofunda, pois se transforma num elo entre a Instituição de Ensino e os graduandos.
Os graduandos, provenientes de diversas camadas sociais, trazem consigo uma bagagem cultural extensa, suas visões de mundo, muitas vezes parciais ou distorcidas, o que seriam de suma importância se trabalhadas em sala, dentro de cada carreira.

A universidade hoje deveria estar intimamente inserida na realidade social como um órgão capaz de orientar, instruir e transformar a sociedade, seguindo o impulso primeiro que levou a Universidade de Berlim, no início do século XIX, a incrementar a cultura a fim de garantir à nação alemã, o contato como desenvolvimento internacional.

Com seus órgãos de extensão, a universidade aproxima os diversos grupos sociais do conhecimento, despertando nos indivíduos o desejo de aprender e de se libertar das amarras históricas de frustração e descaso que a elite, por séculos, o excluiu.

Por trás de um discurso fabuloso, de neutralidade e imparcialidade, o que é visto muitas vezes é o protecionismo e a falta de comprometimento com a educação. O tempo é de mudança de engajamento com o futuro e com as gerações de profissionais que se seguirão, cônscios ou não, das reais responsabilidades de seus cargos. Este comprometimento começa na universidade.

A universidade, tanto na pesquisa, no ensino e na extensão, deve estar apta a formar indivíduos para a vida, para atuarem como agentes transformadores de sua sociedade e ao mesmo tempo serem agentes curadores de suas tradições e de sua cultura, como Goergen ressalta neste trecho:
“Não se trata de negar o sentido ou a necessidade da extensão universitária nem de agregar às tradicionais atividades de ensino e pesquisa algo como um polimento cultural ou ético, mas de assumir um novo conceito, ampliado de racionalidade.”

A educação, se pautada por estes valores, encontrarão a democracia e o desenvolvimento ligados por diversas razões fundamentais. Em primeiro lugar, porque a democracia proporciona a única solução suscetível de conciliar, a longo prazo, os interesses étnicos, religiosos e culturais antagônicos, minimizando o risco de conflitos internos violentos.

Acresce que a democracia é, por definição, um modo de funcionamento do Estado que, por sua vez, influi em todos os aspectos dos esforços em prol do desenvolvimento. Sendo um direito fundamental da pessoa humana, seu avanço é uma importante medida do desenvolvimento. A participação dos indivíduos na tomada de decisões sobre sua existência é um princípio essencial do desenvolvimento.

Assim a Universidade e o docente de nível superior passam a ter um importante papel na formação dos indivíduos mais atuantes socialmente, na construção do processo democrático dentro das unidades de ensino. Cabe destacar que, para que o educador forneça estes subsídios deve ele estar ciente de que a educação é um processo social e político, econômico e cultural.

Nas palavras de Freire, destaca-se o seguinte ponto:

“Ensinar exige compreender que a educação é uma forma de intervenção no mundo(...) Não posso ser professor se não percebo cada vez melhor que, por não poder ser neutra, minha prática exige de mim uma definição. Uma tomada de posição. Decisão. Ruptura. (...) Sou professor a favor da decência contra o despudor. A favor da liberdade contra o autoritarismo, da autoridade contra a licenciosidade, da democracia contra a ditadura de direita ou de esquerda. Sou professor a favor da luta constante contra qualquer forma de discriminação, contra a dominação econômica dos indivíduos ou das classes sociais. Sou professor contra a ordem capitalista vigente que inventou esta aberração: a miséria na fartura. ” (1996:102, 103).

No entanto, não é o que vem acontecendo. Todos os anos as entidades de nível superior formam especialistas teóricos, sem nenhuma criticidade ou habilidade em sua carreira. Ao que parece, o papel da universidade termina quando conseguiu, finalmente, diplomar seu alunado.

Mercantilistamente, a cada ano, administradores de empresas, advogados, professores, médicos, engenheiros, etc. são encaminhados à seus ofícios sem ter a menor idéia do que fazerna prática, uma vez que, no mundo real, sem teorias ou pensamentos utópicos, os processos cotidianos nem sempre são tão simples que se possa recorrer a um manual. Ainda, nos dizeres de Goergen:

“A universidade deveria sentir-se menos tranqüila ante a desastrosa formação ética, cultural, estética e cidadã daqueles que orgulhosamente diploma todos os anos.”(2001:10).

Culpados? Nem alunos, nem professores, nem a sociedade capitalista decadente. Nem mesmo a universidade que mascara a incapacidade de seus docentes com o rótulo de “tradição” ou de ensino não-ideológico. A educação é um ato político, democrático, artístico, social, cultural, ideológico, muitas vezes utópico, é bem verdade, mas que deveria de visar a formação ética tanto de professores quanto dos alunos.

4 de dez. de 2009

Educação e Vida - alguns videos sobre educação e cotidiano

Coleção de vídeos sobre educação, perfeitos para reflexão de alunos e professores




A Escola de Paulo Freire -


Educar é Construir Pontes - Vt em Homenagem ao Dia do Professor, 2º Lugar na Categoria Serviços Públicos Comunitários no Prêmio Válter Alencar de Propaganda 2007.



O Olhar do Educador -


Educar - Rubem Alves -


Rubem Alves -

E publicado no blog do Prof Roig, o Educa-tube, o vídeo do texto "Como aprendi e como ensino?", do professor João Luís de Almeida Machado, responsável pelos sites Escolhendo a Pílula Vermelha(http://www.escolhendoapilulavermelha.com.br/ ), Cinema de Primeira(http://www.cinemadeprimeira.com.br/ ) e editor do Planeta Educação (http://www.planetaeducacao.com.br/).




Aos amigos, a certeza de que a educação verdadeira se faz com união, compreensão dos limites de professores e alunos, do respeito a capacidade de aprendizagem e da paciência que muitos de nós precisamos adquirir, sempre nos lembrando que o melhor aprendizado é aquele que se dá em bases sólidas de amizade, compreensão e amor à educação.

Abraços fraternos

Semíramis

sutil homenagem aos amigos educadores-blogueiros José Roig, Elisangela Zampieri, Jenny Horta, Robson Freire, Cybele Meyer, e à todos aqueles colegas professores que trabalham por um futuro educacional melhor.

2 de dez. de 2009

SÉRIE GRANDES EDUCADORES BRASILEIROS

Caros leitores do Educando o Amanhã
 
 
Inicio mais uma vez os trabalhos nesse espaço, depois de um bom tempo sem me dedicar à ele em profundidade.
 
Há muito tempo venho pensando em dar uma contribuíção à história da pedagogia brasileira através de uma pequena biografia de cada um de nossos mais importantes educadores na série "GRANDES EDUCADORES BRASILEIROS" que iniciarei essa semana, no total de 10 educadores.
 
Nessas postagens constarão além da biografia, um pouco da teoria e da bibliografia de cada autor pesquisado. Comentários, sugestões, correções e debates serão sempre bem vindos.
 
A primeira postagem será sobre o educador Anísio Teixeira.
 
 
Abraço Fraterno à todos
 
 
Profª Semíramis Alencar
 
 

CAMPANHA - Vida de Criança - Ajudem a Divulgar



Pelo fim da pedofilia e pela conscientização das crianças quanto aos perigos do mundo.
 
A Iniciativa partiu da jornalista Marta Serrate, uma brasileira que ainda acredita em um mundo melhor.
Há 10 anos Marta luta contra a pedofilia e faz sua parte no enfrentamento ao abuso e exploração sexual infantil.
 
Para conscientizar e alertar as crianças sobre os perigos do mundo, Marta criou uma cartilha que deveria ser referência nas escolas, nos lares e nos templos por ter um forte embasamento pedagógico, na orientação às crianças através de desenhos para colorir e importantes dicas para o dia a dia.
 
Conheça o blog Vida de Criança
Contato: (55) 21 97469292 -(55) 21 81827710.
 
 
 
 
 
 

"NÃO HA ESCURIDÃO MAIOR E MAIS ASSUSTADORA PARA UMA CRIANÇA E PARA A HUMANIDADE DO QUE A FALTA DE RESPEITO PELOS SEUS DIREITOS". (by Marta Serrate)
 
 
 

26 de nov. de 2009

Concerto Didático - de Álvaro Henrique

Alvaro Henrique é violonista erudito Há quase dois anos ele gravou um vídeo cujo objetivo foi criar uma nova abordagem pedagógica para ser utilizada nas aulas de artes e educação musical, ou seja, um "Concerto Didático" para utilizar como material em escolas ou usos afins.

Nesse vídeo, além de tocar, Alvaro fala um pouco sobre as composições, dos compositores e pouco do chamado "violão clássico".

Melodia from Alvaro Henrique on Vimeo.

28 de out. de 2009

É assim que acontece a bondade - Rubem Alves

Caros companheiros de educação e vida!

A postagem de hoje não é minha, mas de um educador amigo o qual admiro muito seus blogs, o educador José Antonio Klaes Roig, editor dos blogs Letra Viva do Roig e Educa-Tube dentre outros blogs educacionais e literários; multiplicador em informática educativa do NTE Rio Grande/18ª CRE/Seduc-RS e especialista em TICs na Promoção da Aprendizagem.

Vídeo feito a partir da leitura da crônica "É assim que acontece a bondade", de Rubem Alves.

Texto integrante do livro "As melhores crônicas de Rubem Alves", Editora Papyrus, Campinas - SP - Brasil, 2008; e gravado na sala da casa de José Antonio Roig, no dia 15/10/2009; tendo ao fundo uma tela que retrata a praia do Mar Grosso, em São José do Norte - RS - Brasil, feita por José Américo Roig, artista plástico ( blog Olhar Virtual ) e pai do educador.

É assim que acontece a bondade, de Rubem Alves, por José Roig

Introdução:




É assim que acontece a bondade, de Rubem Alves, por José Roig:



Vídeo feito pelo Roig : Uma homenagem a todos os educadores, sejam pais e/ou professores...

Para uns estar professor é uma profissão, e tem no dia 15/10 sua data máxima. Muitos agem como burocratas do saber...

Para os que são educadores, todos os dias são reservados ao ato de aprender a aprender, como dizia Paulo Freire; e de educar aos outros e educar a si mesmo...

Hoje, no dia 28/10, dia dedicado ao Funcionário Público, publico este vídeo a todos aqueles que têm de fato um espírito público e um caráter social em suas ações.


Parabéns a todos!!

26 de out. de 2009

Sabedoria da Professora - Momento Espírita

Sabedoria de professora

A professora primária, após o seu horário de aulas, conversava com um menino, que reclamava muito dos colegas e por isso não tinha amigos.
 
O garoto lhe disse: eu não suporto o Francisco, ele é exibido e orgulhoso só porque o seu pai tem mais dinheiro que os nossos.
 
Mas ele é alegre e participativo, falou a mestra.
 
E a Cininha? Parece que tem o rei na barriga. Tá certo que ela ajuda as colegas mais atrasadas a fazer suas lições, mas é chata.
 
O Sebastião vive se exibindo, só porque ele é o mais forte da classe.
 
Lembre-se que ele salvou duas colegas que estavam sendo assaltadas, arriscando a própria vida, argumentou a professora.
 
Mas é exibido! Disse o menino.
 
A classe tem quarenta alunos e a escola quase mil, disse a educadora, e você não tem ninguém de quem goste?
 
Não dá professora. Eu não suporto gente fingida, egoísta, orgulhosa...
 
Mas ninguém tem nada de bom?
 
Tem sim, professora, mas tem muita coisa ruim também.
 
A mestra pediu que o aluno a acompanhasse. Pegou um pouco de açúcar na cozinha e um pouco de areia no pátio.
 
Foram até o fundo do quintal, onde ela misturou o açúcar cristal com a areia e colocou perto de um formigueiro.
 
Depois de alguns minutos uma formiga descobriu o açúcar e avisou as demais.
 
Em pouco tempo fizeram um carreiro e a professora deu uma lente de aumento ao menino que, surpreso, percebeu que as formigas carregavam apenas os grãos de açúcar, desprezando a areia.
 
Todos as pessoas são como esse montinho de areia misturado com açúcar, disse a sábia educadora. Sejamos sábios como as formigas.
 
Verdadeiro mestre é aquele que atende as necessidades de aprendizagem dos seus educandos de maneira abrangente.
 
É aquele que entende que seu compromisso não é apenas passar instruções de forma automática, mas ajudar seus aprendizes a lidar com os próprios sentimentos. E isso não é difícil, como pudemos perceber na história narrada.
 
Lamentavelmente, alguns professores se candidatam ao cargo sem a menor preparação para esse grande mister que é a educação.
 
Muitos que lecionam para a infância, não se dão conta da excelente oportunidade que têm nas mãos, que é a de construir um mundo melhor, a partir daqueles olhares atentos e mentes predispostas que lhes estão sob a responsabilidade, durante várias horas por dia.
 
Desejamos a construção de um mundo melhor. Mas é preciso que haja uma comunhão de esforços, e aqueles que dispõem de mais oportunidades para esse intento são os educadores, pois trabalham diretamente com as almas humanas.
 
Assim sendo, vale a pena meditar na grandeza que essa abençoada profissão representa no contexto geral de uma sociedade.
 
Vale a pena compreender que Deus espera que cada um desses missionários da educação semeie nas mentes e nos corações infantis as sementes de luz, que um dia iluminarão a terra inteira.
 
***
 
Incontestavelmente, o futuro repousa nas frágeis mãos da infância.
 
É preciso colocar-lhes nos corações as sementes de amor para que possam semear a paz e a harmonia
 

Redação do Momento Espírita

18 de out. de 2009

Bons e maus professores

Bons e maus professores

Por: Antonio Pereira (Apon)

www.aponarte.com.br

Bons professores, são bons semeadores. Fazem florescerem sonhos e frutificarem vocações. Maus professores, péssimos lavradores. Cultivadores de daninhas ervas, devoradoras de quereres, destruidoras de gente.

Bons professores, conseguem combinar: matemática, física, poesia... Maus professores, mal conseguem equacionar, mediocridade e teoria.

Para uns, a escola, é um ponto de partida. Para os outros, é uma poça de estagnação.

Os bons, são caminhos. Os maus, ribanceiras.

A diferença, não está no salário, no local de trabalho, na quantidade de títulos... Está na qualidade do caráter, na pessoa que se é.

Ser bom ou mal professor, é uma tomada de decisão, uma escolha, alternativa, opção...

Qual é a sua?

Tive maravilhosos professores, que apesar de todas as adversidades, da exigüidade de recursos e do sistema "jogando contra". Se mantiveram íntegros, conscientes e competentes na árdua lida que abraçaram.

Parabéns, para esses mestres (com ou sem título), que não se tornaram estelionatários do saber

 Nem delinqüentes do educar.

Parabéns nesse 15 de outubro. Dia dos (bons) professores!

__._,_.___

15 de out. de 2009

15/10 Dia do Professor - O Material Escolar mais barato que existe na praça é o professor

Poderia ser apenas mais uma postagem explicativa ou mais uma postagem honrosa na qual eu repetisse como um papagaio o papel do professor enquanto formador de opinião e de novos elemntos profissionais para a sociedade...
Mas qual? não temos muito o que comemorar quando um País não dá aos formadores de cidadãos a devido respeito e consideração - e isso acontece em grande parte graças à nós mesmos que não nos valorizamos enquanto profissionais.
Chego à conclusão de que não há educação que sobreviva à violência, nem um país que sobreviva sem a educação.
 
Abraços
 
Semíramis
 
O professor está sempre errado...
                                              Jô Soares

 O material escolar mais barato que existe na praça é o professor!

 É jovem, não tem experiência.
 É velho, está superado.

 Não tem automóvel, é um pobre coitado.
 Tem automóvel, chora de "barriga cheia'.

 Fala em voz alta, vive gritando.
 Fala em tom normal, ninguém escuta.
 Não falta ao colégio, é um 'caxias'.
 Precisa faltar, é um 'turista'.

 Conversa com os outros professores, está 'malhando' os alunos.
 Não conversa, é um desligado.

 Dá muita matéria, não tem dó do aluno.
 Dá pouca matéria, não prepara os alunos.

 Brinca com a turma, é metido a engraçado.
 Não brinca com a turma, é um chato.

 Chama a atenção, é um grosso.
 Não chama a atenção, não sabe se impor.

 A prova é longa, não dá tempo.
 A prova é curta, tira as chances do aluno.
 Escreve muito, não explica.
 Explica muito, o caderno não tem nada.

 Fala corretamente, ninguém entende.
 Fala a 'língua' do aluno, não tem vocabulário.

 Exige, é rude.
 Elogia, é debochado.

 O aluno é reprovado, é perseguição.
 O aluno é aprovado, deu 'mole'.

9 de out. de 2009

EDUCAR OS FILHOS - CHICO XAVIER - (EM HOMENAGEM AO DIA DA CRIANÇA, UM ALERTA !)



 
EDUCAR OS FILHOS - CHICO XAVIER




 
A criança é um emblema muito curioso. diz a psicologia moderna que nós devemos criar os nossos filhos sem traumas: não se pode dar uma palmada, não se pode repreender, não se pode falar coisa nenhuma, não se pode traçar um programa para a criança, não se pode disciplinar ...

Eu não sou adepto da palmatória e nem do chicote, mas sou amigo do diálogo e do muito amor para com a criança.

Agora sabendo que a criança está chegando de onde nós chegamos das zonas umbralinas da espiritualidade para reparar, para lutar, para trabalhar e para ter uma vida digna.

Agora se nós damos mesada para as crianças de 04 anos e se vamos na rua discutir com os outros, porque nós queremos defender nossa filha, nosso filho e achamos que eles são melhores que os filhos dos vizinhos, o que é que nós estamos criando, a pretexto de não educar?

Alguém já viu educação sem esforço? sem disciplina ?

Então, eu vejo senhoras que trazem o jardim delas podado. os Ficos são maravilhosos? elas fazem formas de anjos, formas de flores... Então as couves na horta são todas bem educadas, os canteiros...

Mas quando chega nos filhos...não, não pode porque tem trauma ... Depois manda para os psicólogos. Vão tomar bastante tranquilizantes. Já cresce um menino, ou uma menina com complexos, com uma ideia falsa de liberdade, porque a liberdade tem um preço, o preço da liberdade é o dever cumprido. Não é só ser livre, porque os animais na selva também são livres... todos os animais que não passarem pela domesticação são livres.

Agora, que liberdade é essa que eles estão preconizando? uma liberdade para nos estressarmos, para irmos aos tóxicos e acabarmos com a nossa vida? liberdade para matar os outros? liberdade para arrastar com a vida de nossos pais? para arrasar a vida de nossos filhos ? para bebermos cachaça até cairmos ? é a liberdade que a maioria pede, essa eu não conheço, porque estou no cabesto desde que fiz 4 anos. Estou falando com veemencia sobre assuntos que me trazem (este "Me" é empregado com muita vontade de o "nós"estar na frente ) mas, às sextas e sábados eu ouço habitualmente, nas duas noites, 500 a 800 pessoas, quando não passam de mil, sendo que 60 por cento nos trazem problemas perfeitamente evitáveis, se essas criaturas tivessem tido o cuidado de educarem seus filhos, desde os primeirosmeses de vida, conversando com Deus, em respeito a Deus, em trabalho, ensinando o serviço... Quando cercam a criatura aos 18 anos, ela já está perdida.

8 de out. de 2009

O material escolar mais barato que existe na praça é o professor

Em comemoração ao nosso dia (14 de outubro)

 
O professor está sempre errado...
                                              Jô Soares

 O material escolar mais barato que existe na praça é o professor!

 É jovem, não tem experiência.
 É velho, está superado.

 Não tem automóvel, é um pobre coitado.
 Tem automóvel, chora de "barriga cheia'.

 Fala em voz alta, vive gritando.
 Fala em tom normal, ninguém escuta.
 Não falta ao colégio, é um 'caxias'.
 Precisa faltar, é um 'turista'.

 Conversa com os outros professores, está 'malhando' os alunos.
 Não conversa, é um desligado.

 Dá muita matéria, não tem dó do aluno.
 Dá pouca matéria, não prepara os alunos.

 Brinca com a turma, é metido a engraçado.
 Não brinca com a turma, é um chato.

 Chama a atenção, é um grosso.
 Não chama a atenção, não sabe se impor.

 A prova é longa, não dá tempo.
 A prova é curta, tira as chances do aluno.
 Escreve muito, não explica.
 Explica muito, o caderno não tem nada.

 Fala corretamente, ninguém entende.
 Fala a 'língua' do aluno, não tem vocabulário.

 Exige, é rude.
 Elogia, é debochado.

 O aluno é reprovado, é perseguição.
 O aluno é aprovado, deu 'mole'.

 
 
Quem escreveu isso está de parabéns! 

3 de out. de 2009

Educação infantil - André Luiz Almenteiro Rodrigues Rabelo

 

 




Educação Infantil

   Uma das mais relevantes questões dos dias contemporâneos, a educação da criança sempre mereceu de inúmeros profissionais tanto da área pedagógica como do campo da psicologia infantil uma atenção especial. Inúmeros especialistas têm doado as suas melhores forças no intuito de idealizar uma filosofia educacional que possa atender de forma plena a todas as necessidades emocionais do ser em formação da personalidade e propiciar-lhe o sustentamento intelecto-moral, para que possa tornar-se um cidadão pleno, consciente de seus direitos e de seus deveres para com a sociedade.

    Inúmeras obras e tratados já foram escritos, nunca em nenhuma época se realizaram tantos congressos, simpósios e encontros para discutir a educação infantil em suas várias facetas. Porém, nota-se que, a cada dia que passa, todos os preceitos para uma educação saudável são destruídos pelos conceitos de um hedonismo exacerbado que hoje predomina em a sociedade.

    A filosofia hedonista foi pela primeira vez idealizada por Aristipo de Cirene, discípulo de Sócrates, no século V antes de cristo. A palavra hedonismo se deriva da palavra grega hedone, que significa prazer. Então, o hedonismo se caracteriza por uma filosofia de vida cujo objetivo primacial seria a busca do prazer individual pelo ser humano.

    Porém, apenas o conceito genérico do hedonismo não é suficiente para explicá-lo de forma completa. Isso ocorre porque o significado de prazer pode ser desdobrado de diversas formas.

    O que é prazer, afinal? Genericamente, pode-se dizer que tudo aquilo que é bom dá prazer. Mas será que é só isso?

    Na sociedade atual podemos perceber que o prazer que é sempre buscado é o prazer imediato, aquele que não necessita de nenhum esforço para ser conseguido, que satisfaz de forma rápida. Seria o prazer sexual, o prazer de ter sempre aquilo que se deseja sempre, o prazer do estômago abarrotado, o prazer do repouso longo, o prazer do vício. Então, pela teoria hedonista, a problemática humana estaria resolvida no sentido de doar-se de forma integral a esses prazeres, encarcerando-se os homens na jaula das sensações.

    Porém, o que vemos é que essa forma de vida não trouxe ao homem a felicidade que a filosofia hedonista pregava. Os prazeres aos quais se entrega geralmente têm duração curta e, quando se exaurem, criam-se anseios por atingir um patamar mais elevado desse prazer. Com isso, há uma entrega total e irrestrita a sensação que causa prazer, só que essa busca se revela nula, pois não se consegue atingir a felicidade almejada, pois esses prazeres apenas criam vontade de sentir algo mais que aquele prazer não pode dar. Com isso, o homem cai em comportamentos depressivos e neurotizantes que lhes destrói a vida e todas as aspirações de progresso, já que busca algo que não existe.

    É como se fosse a sede da água do mar. Pode-se bebê-la em abundância, porém, como está repleta de cloreto de sódio, quanto mais se consome, mais sede ela causa, pois a pessoa que a bebe não consegue atingir o seu objetivo, que é saciar a sua sede. A permanecer nesse ato, apenas aumentará a sede, o que lhe fará beber mais da água salgada e sentir mais sede. E seu martírio jamais cessará.

    Então, onde está a felicidade proporcionada pelo prazer que o hedonismo prega ? Simples. O prazer não se resume apenas as manifestações fisiológicas, efêmeras que não plenificam. O prazer se encontra na emoção profunda do ser. A emoção que alguém sente ao ler o lindo Soneto da Fidelidade, do grande Vinícius de Morais.A sensação de tranqüilidade quando ouvimos A linda Moonlight sonate, de Beethoven. A boa sensação de ler uma obra de Machado de Assis. E o prazer sentido em ajudar alguém, em ver alguém que gostamos muito galgando os degraus altos do sucesso, o prazer de ver alguém que amamos chegar perto de nós. E quantos outros poderíamos citar !

    Esses prazeres são o motivo da vida, é por eles que devemos procurar sempre e não o prazer da sensação que proporciona minutos de felicidade mas períodos longos de amargura, nesta vida e na outra.

    Agora é justo que os leitores perguntem o que isso tem a ver com a educação infantil.

    Tudo a ver. Sabemos que no período da infância o espírito está iniciando o trabalho de reencarnação e por isso possui o cérebro muito sensível, guardando nele as impressões que lhe são incutidas pelos pais e pela sociedade. Por isso, quando vemos que os projetos educacionais estão voltados para preparar o ser para viver no mundo alucinante das sensações desordenadas, é óbvio que se aposse de todos os pais interessados na felicidade dos filhos uma preocupação natural.

    Vemos que a criança só é educada para entender o seu corpo de forma superficial e para encaixar-se na sociedade como um elemento a mais, sem consciência do que pode lhe fazer mal ou bem, sem saber que valores preservar e quais aqueles que devem ser abandonados. Com isso, quando adolescente, não sabe administrar as mudanças que se operam em sua psicologia e, aturdidas pela irrupção vulcânica dos conteúdos liberados pelo inconsciente, se atordoa e, não raro , se entrega ao culto do prazer alucinante, pois não tem estrutura para aspirar algo mais sublime, por não ter conhecimento sobre os intricados mecanismos que lhe regem a maquinaria orgânica.

    Com isso, vemos que e filosofia educacional hodierna precisa ser modificada. Para isso precisamos de um conjunto de idéias que nos auxilie a educar os pequeninos visando a felicidade plena destes.

    Nesse momento surge a doutrina espírita para nos ajudar, e dizer-nos, que devemos enxergar o educando de forma integral, não apenas o corpo físico, mas também como realidade espiritual. Deve-se ensiná-la, desde pequena, os ensinamentos do evangelho, o maior código moral que a humanidade tomou conhecimento até hoje. Daí a necessidade da evangelização infantil, como meio de propiciar a criança bases sólidas de comportamento e uma visão otimista da realidade. E, com o auxílio dos pais, que devem exemplificar para os filhos como se deve viver de acordo com que ensina o evangelho, chegará a adolescência sabendo que direcionamento deve empregar a sua vida, saberá o que veio fazer na terra, aceitar os problemas e, como foi educada em bases de amor, não precisará recorrer ao tabagismo, ao álcool, às drogas, ao sexo desvairado para encontrar felicidade. Pelo contrário, canalizará suas energias para as expressões celestiais da vida, pois saberá conquistar a verdadeira felicidade, perseverando sempre, lutando para domar as más inclinações e progredir sempre.

    Portanto, é papel dos pais, dos evangelizadores e de todos os profissionais da área infantil ensinar as nossas crianças o caminho da ventura, impedindo que ela caia nos abismos da ilusão e que, quando adulta, possa caminhar com segurança rumo a Jesus.

    André Luiz Almenteiro Rodrigues Rabello - Membro do Grupo Espírita André Luiz, no Rio de Janeiro.

(Artigo publicado no Boletim do Grupo de Estudos Avançados Espíritas Nr. 378, de 4 de janeiro de 2000)

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DIGAM NÃO AO RETORNO DOS RODEIOS EM GUARULHOS

NÃO AO RETORNO DOS RODEIOS EM GUARULHOS 

View Current Signatures   -   Sign the Petition


To:  CÂMARA MUNICIPAL DE GUARULHOS

Em Guarulhos temos a Lei 6033 de outubro de 2004 e conforme o artigo 26 é proibido: rodeios, vaquejadas, circos e qualquer outro evento que utilize animais.
Mas........ em 2005 o vereador Wagner Freitas elaborou o PL nº 330 para anular o nosso artigo 26 e trazer de volta a nossa cidade os rodeios e vaquejadas.
Desde então o vereador Wagner Freitas fez várias tentativas em reapresentar o PL e não teve sucesso, porém foi marcada uma audiência pública para o dia 07/10/09 às 10:00hs para que a sociedade discuta o retorno ou não de toda a crueldade de tais eventos.
Pedimos a todos os contrários a estes verdadeiros "SHOWS DE CRUELDADE CONTRA OS ANIMAIS" que assinem este abaixo-assinado.
Segue abaixo a ementa do PL 330/05.


PROJETO DE LEI Nº 330 /2005



"SUPRIME O ARTIGO 26 DA LEI Nº 6033, DE 05 DE NOVEMBRO DE 2004, QUE TRATA DO CÓDIGO DE ZOONOSES".



A CÂMARA MUNICIPAL DE GUARULHOS APROVA:


ART. 1º - Fica suprimido do art. 26 da Lei nº 6033, de 05 de novembro de 2004, a expressão: "Rodeios e cavalhadas".

ART. 2º - Esta lei entrará em vigor a data de sua publicação.



Sala das Sessões, em 06 de junho de 2.005



WAGNER DE FREITAS
- Vereador –
Líder do PTN

Sincerely,

The Undersigned

View Current Signatures
 


The NÃO AO RETORNO DOS RODEIOS EM GUARULHOS Petition to CÂMARA MUNICIPAL DE GUARULHOS was created by Associação Guarulhense de Proteção Animal and written by Conceição Aparecida de Azevedo (azevedo.caa@gmail.com).  This petition is hosted here at www.PetitionOnline.com as a public service. There is no endorsement of this petition, express or implied, by Artifice, Inc. or our sponsors. For technical support please use our simple Petition Help form.

tags:   Animal   Proteção  

 

CARTILHA VIDA DE CRIANÇA - VALE A PENA CONHECER O TRABALHO E APOIAR ESSA INICIATIVA

PARA A AQUISIÇÃO DA CARTILHA VIDA DE CRIANÇA FAVOR CONTACTAR cartilhas@gmail.com . CONHEÇA O TRABALHO DE MARTA SERRATE NO SITE http://vidadecriança.org


Uma história de luta Em 1998, Marta Serrat e seu filho Pedro Serrat denunciaram, pela primeira vez no Brasil, ao Ministério Publico Estadual do Rio de Janeiro, com o apoio maciço da imprensa, da advogada Dra. Cristina Leonardo e de autoridades americanas e brasileiras, a distribuição de pornografia infantil no Brasil.

Naquela época não existiam, nas instituições policiais e militares, equipamentos, especialistas e, também, leis adequadas para punir crimes eletrônicos de qualquer natureza e, sobretudo, ações condenáveis contra crianças na internet.

Atuando no enfrentamento e combate ao abuso e exploração sexual infantil, desde então, Marta Serrat elaborou a cartilha Vida de Criança para ajudar a sociedade a prevenir crianças e adolescentes contra o que considera "crime contra a humanidade".


Hoje buscamos parcerias e patrocínio, governamental ou privado, para fortalecer esta causa. Faça sua parte por nossas crianças. Entre em contato conosco pelo email cartilhas@gmail.com . Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar ativado para poder visualizar o endereço de email.

NOTA DA REDATORA

Vale lembrar que a Cartilha Vida de Criança além de viabilizar o trabalho com lúdico, o artístico, as orientações morais e normas de conduta social, pelo se caráter trans e interdisciplinar é possível trabalhar programas de saúde, inglês (possui uma versão em inglês)Meio ambiente, ética e cidadania. Excelente conteúdo para ser abordado no cotidiano com as famílias, onde se faz a verdadeira educação.


25 de set. de 2009

Calar a boca - Equipe de Redação do Momento Espírita

 

 
 

 
 


CALAR A BOCA


A maioria dos pais deseja que seus filhos sejam felizes. Que cresçam com saúde. Que sejam amados, inteligentes, que conquistem louros na escola, na profissão, na vida.
Apesar disso, nem sempre conseguem seu intento.
Por mais que desejem, por mais que se empenhem, por vezes um dos seus filhos, quando não todos eles, detestam a escola.
Alguns têm problemas de relacionamento, ou não desejam trabalhar, ou, ainda, se envolvem com drogas, crimes, etc.
Muitas vezes nos questionamos: por quê?
Não teremos nos empenhado o suficiente? Onde teremos falhado?
Não devemos esperar que nossos filhos sejam perfeitos, desde que a perfeição não é deste planeta onde vivemos.
Temos que nos preocupar em transformar nosso filho em um homem de bem, bom o bastante para viver no mundo e servir ao mundo.
Com tal disposição, é importante que repensemos a nossa função educativa, como pais.
Dentro do lar, às vezes agimos de forma a invalidar as teorias, ou seja, desmentimos na ação o que aconselhamos aos filhos.
Uma das frases mais ditas, possivelmente, para as nossas crianças, é o famoso "cala a boca!"
Normalmente, a frase cai como um raio sobre um pirralhinho que já repetiu a mesma questão, pelas nossas contas, mais ou menos umas dez vezes.
De verdade, será talvez a quinta. Nossa impaciência é que multiplica de forma equivocada.
Consideremos que a criança é repetitiva mesmo. Faz parte do seu
desenvolvimento infantil a repetição para fixar conceitos e frases que ela vai aprendendo.
Freqüentemente, é preciso explicar dezenas de vezes a mesma coisa para que ela entenda.
E aquela bateria de: "por que, hein?" Leva muitos pais à exaustão.
Mas se a criança está repetindo, se ela está perguntando outra vez, é porque sente a necessidade de uma compreensão que lhe seja satisfatória.
Por isso, não tem jeito. É preciso se munir de paciência, responder, e
responder.
Mesmo porque, caso contrário, os pais podem criar um filho que tem medo de falar, medo de se exprimir, medo de ser repreendido.
Uma criança com esse tipo de insegurança poderá ter dificuldades na escola, pois não entenderá o que foi explicado, mas jamais perguntará.
Nas questões afetivas também terá problemas. Não falará o que pensa, por medo ou insegurança.
Perguntar faz parte do aprendizado. Pensemos bem: não é verdade que a nossa impaciência estoura sobre o pequeno, não porque estejamos cansados de responder os porquês, mas porque não sabemos respondê-los?
Afinal, quem de nós vai saber explicar para o pequenino porque a lua é redonda? Porque a formiguinha anda em fila indiana? Porque ele deve colocar a jaqueta que detesta só porque nós estamos com frio?
Calma deve ser a nossa tônica todos os dias. Dar as explicações necessárias, sem nos alongar muito, nem complicar a resposta.
E lembremos de uma coisa: pessoas educadas não mandam as outras calarem a boca. Demos o exemplo para os nossos filhos.
Você sabia?
Você sabia que nossos filhos são espíritos reencarnados que já passaram por muitas existências?
Por esse motivo não lhes tiremos as oportunidades de aprendizado, nem lhes soneguemos informações, pois eles são filhos de Deus, tanto quanto nós, a caminho da evolução.

Equipe de Redação do Momento Espírita.

__._,_.___
.

16 de set. de 2009

CAMPANHA - Vida de Criança - Ajudem a Divulgar


Pelo fim da pedofilia e pela conscientização das crianças quanto aos perigos do mundo.
 
A Iniciativa partiu da jornalista Marta Serrate, uma brasileira que ainda acredita em um mundo melhor.
Há 10 anos Marta luta contra a pedofilia e faz sua parte no enfrentamento ao abuso e exploração sexual infantil.
 
Para conscientizar e alertar as crianças sobre os perigos do mundo, Marta criou uma cartilha que deveria ser referência nas escolas, nos lares e nos templos por ter um forte embasamento pedagógico, na orientação às crianças através de desenhos para colorir e importantes dicas para o dia a dia.
 
Conheça o blog Vida de Criança
Contato: (55) 21 97469292 -(55) 21 81827710.
NÃO HA ESCURIDÃO MAIOR E MAIS ASSUSTADORA PARA UMA CRIANÇA E PARA A HUMANIDADE DO QUE A FALTA DE RESPEITO PELOS SEUS DIREITOS". (by Marta Serrate)

14 de set. de 2009

Petição contra a Concordata Brasil - Santa Sé

O que o Goveno Lula propõe fere duramente a democracia e a liberdade de crença e culto.

Que nos unamos nesse ideal de justiça, pela paz religiosa

Abraços Fraternos

Semíramis

 

Postagem Inicial em CCR Comissão de Cidadania e Reprodução

 

Se você não concorda com a aprovação da concordata, mande sua mensagem o Senado Federal

Clique aqui e assine a petição ao Senado Federal

Nós, defensoras(es) do Estado Laico, da Democracia e dos Direitos Humanos, esperamos que o Senado Federal rejeite o Projeto de Decreto Legislativo 1736/2009, enviado pelo Ministério das Relações Exteriores do Governo Lula ao Parlamento Brasileiro. Esse Decreto prevê a instituição de  Estatuto Jurídico que concederá privilégios à Igreja Católica no país.

Acordo entre o Governo brasileiro e a Santa Sé foi encaminhado para o Senado Federal

O Brasil está prestes a aprovar um acordo com a Santa Sé, que estabelece um Tratado Jurídico da Igreja Católica com o país. O projeto foi aprovado na noite do dia 26 de agosto pela Câmara dos Deputados e encaminhado para o Senado Federal. O documento, assinado pelo presidente da República Luís Inácio Lula da Silva em novembro de 2008.

Entidades da sociedade civil têm se manifestado negativamente em relação à assinatura do tratado: a Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), representantes de igrejas evangélicas, de entidades que defendem o ensino laico, de ateus, do movimento de mulheres, do movimento negro, entre outras.  Já entre os parlamentares, tanto os favoráveis como os contrários à concordata estão pulverizados em vários partidos - nenhum assume posicionamento oficial em relação ao tema.

Outros países, (Espanha, Alemanha, Itália, Portugal) que assinaram acordos semelhantes em contextos históricos ditatoriais, não são necessariamente exemplos de conduta para o Estado brasileiro, mantendo-se ainda a França referência de laicidade. Neste aspecto, o argumento de que "o Estado é Laico, mas a nação é religiosa", reivindicado por defensores do acordo, não se sustenta, já que o princípio da laicidade pressupõe a separação entre o Estado e a Igreja, isto é, entre assuntos públicos e privados, o que garante também que crentes de religiões minoritárias ou não crentes não sofram imposição de uma religião majoritária através do Estado, bem como permite a livre manifestação de todas as religiões, sem privilégios.

Os principais pontos problemáticos da Concordata são as normas que pretende estabelecer em relação à educação pública e ao trabalho. Educação: Estabelece o ensino confessional, dando ênfase à religião católica, quando a definição destes conteúdos compete aos sistemas de ensino, de acordo com o artigo 33 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação brasileira. Trabalho: Impede legalmente que quadros ou ex-quadros da igreja (padres, freiras ou outras categorias de religiosos) recorram à justiça do trabalho reivindicando direitos por serviços prestados à Igreja, separando-os, desta maneira, do acesso aos direitos da legislação trabalhista brasileira.

O acordo também envolve temas como  casamento; imunidade tributária para as entidades eclesiásticas; e prestação de assistência espiritual em presídios e hospitais e levanta questões como pluralismo, tolerância, limites entre o público e o privado, democracia e a corrida das igrejas pela conquista de mais e mais fiéis numa disputa ferrenha de estratégia e controle midiáticos. A Igreja Católica estaria, no fim das contas, buscando ampliar o uso dos recursos do Estado para fins de evangelização.

Se você não concorda com a aprovação da concordata, mande sua mensagem o Senado Federal

Clique aqui e assine a petição ao Senado Federal

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