24 de fev. de 2010
ADEQUAÇÃO DE MÉTODOS DE ENSINO E PLANEJAMENTO DE AULAS
ADEQUAÇÃO DE MÉTODOS DE ENSINO E PLANEJAMENTO DE AULAS
18 de fev. de 2010
TRABALHANDO CARNAVAL NA IDADE MÉDIA COM ALUNOS DO FUNDAMENTAL E MÉDIO
Recebido da Professora´miga Natânia Nogueira :
Segue uma atividade para trabalhar Carnaval na Idade Média,
para Fundamental e Médio. Devo usá-la assim que retornarem as
aulas, dando sequência ao conteúdo que já estou trabalhando.
Coloquei o texto no blog, o link é:
Não trata-se de um texto "original". Eu pesquisei o tema e montei
o texto que postei com partes de outros textos, adaptando uma
ou outra parte. As fontes originais estão devidamente listadas.
Um abraço!
Natania Nogueira
nogueira.natania@gmail.com
www.gibitecacom.blogspot.com
www.historiadoensino.blogspot.com
nogueira.natania@gmail.com
www.gibitecacom.blogspot.com
www.historiadoensino.blogspot.com
6 de fev. de 2010
Os Lusíadas nos tempos de hoje
Quando vejo que o problema cultural e educacional se dá apenas em terras brasileiras, percebo que a situação é um fenômeno global.
Um abraço fraterno aos irmãos lusitanos do blog Professores Sem Quadro
Numa manhã, a professora pergunta ao aluno:
- Diz-me lá quem escreveu 'Os Lusíadas'?
O aluno, a gaguejar, responde:
- Não sei, Sra. Professora, mas eu não fui.
E começa a chorar. A professora, furiosa, diz-lhe:
- Pois então, de tarde, quero falar com o teu pai.
Em conversa com o pai, a professora faz-lhe queixa:
- Não percebo o seu filho. Perguntei-lhe quem escreveu 'Os Lusíadas' e ele respondeu-me que não sabia, que não foi ele...
Diz o pai:
- Bem, ele não costuma ser mentiroso, se diz que não foi ele, é porque não foi. Já se fosse o irmão...
Irritada com tanta ignorância, a professora resolve ir para casa e, na passagem pelo posto local da G.N.R., diz-lhe o comandante:
- Parece que o dia não lhe correu muito bem...
- Pois não, imagine que perguntei a um aluno quem escreveu 'Os Lusíadas' respondeu-me que não sabia, que não foi ele, e começou a chorar.
O comandante do posto:
- Não se preocupe. Chamamos cá o miúdo, damos-lhe um 'aperto', vai ver que ele confessa tudo!
Com os cabelos em pé, a professora chega a casa e encontra o marido sentado no sofá, a ler o jornal. Pergunta-lhe este:
- Então o dia correu bem?
- Ora, deixa-me cá ver. Hoje perguntei a um aluno quem escreveu 'Os Lusíadas'. Começou a gaguejar, que não sabia, que não tinha sido ele, e pôs-se a chorar. O pai diz-me que ele não costuma ser mentiroso. O comandante da G.N.R. quer chamá-lo e obrigá-lo a confessar. Que hei-de fazer a isto?
O marido, confortando-a:
- Olha, esquece. Janta, dorme e amanhã tudo se resolve. Vais ver que se calhar foste tu e já não te lembras...!
Um abraço fraterno aos irmãos lusitanos do blog Professores Sem Quadro
(Camões lendo os Lusíadas a D. Sebastião)
Os LusíadasNuma manhã, a professora pergunta ao aluno:
- Diz-me lá quem escreveu 'Os Lusíadas'?
O aluno, a gaguejar, responde:
- Não sei, Sra. Professora, mas eu não fui.
E começa a chorar. A professora, furiosa, diz-lhe:
- Pois então, de tarde, quero falar com o teu pai.
Em conversa com o pai, a professora faz-lhe queixa:
- Não percebo o seu filho. Perguntei-lhe quem escreveu 'Os Lusíadas' e ele respondeu-me que não sabia, que não foi ele...
Diz o pai:
- Bem, ele não costuma ser mentiroso, se diz que não foi ele, é porque não foi. Já se fosse o irmão...
Irritada com tanta ignorância, a professora resolve ir para casa e, na passagem pelo posto local da G.N.R., diz-lhe o comandante:
- Parece que o dia não lhe correu muito bem...
- Pois não, imagine que perguntei a um aluno quem escreveu 'Os Lusíadas' respondeu-me que não sabia, que não foi ele, e começou a chorar.
O comandante do posto:
- Não se preocupe. Chamamos cá o miúdo, damos-lhe um 'aperto', vai ver que ele confessa tudo!
Com os cabelos em pé, a professora chega a casa e encontra o marido sentado no sofá, a ler o jornal. Pergunta-lhe este:
- Então o dia correu bem?
- Ora, deixa-me cá ver. Hoje perguntei a um aluno quem escreveu 'Os Lusíadas'. Começou a gaguejar, que não sabia, que não tinha sido ele, e pôs-se a chorar. O pai diz-me que ele não costuma ser mentiroso. O comandante da G.N.R. quer chamá-lo e obrigá-lo a confessar. Que hei-de fazer a isto?
O marido, confortando-a:
- Olha, esquece. Janta, dorme e amanhã tudo se resolve. Vais ver que se calhar foste tu e já não te lembras...!
5 de fev. de 2010
Reflexão na Educação para a Vida
Algumas frases e textos para nos ajudar, pais e professores, a refletir a educação em suas bases: em laços de comprometimento, respeito aos saberes de educandos e educadores e paz, acima de tudo!
Com votos de um inicio de ano letivo feliz e producente,
Boas Aulas!
Semíramis
Trabalho para faculdade de término de período.
Pedagogia UCAM - Didatica II Trabalho para faculdade de término de período.
A Parábola do Lápis
Felicidade - Içami Tiba
Texto de Affonso Romão de Sant´Anna
Antes que eles cresçam
Com votos de um inicio de ano letivo feliz e producente,
Boas Aulas!
Semíramis
Trabalho para faculdade de término de período.
Pedagogia UCAM - Didatica II Trabalho para faculdade de término de período.
A Parábola do Lápis
Felicidade - Içami Tiba
Texto de Affonso Romão de Sant´Anna
Antes que eles cresçam
2 de fev. de 2010
Frases e alguns pensamentos de Darcy Ribeiro
Frases e alguns pensamentos de Darcy Ribeiro
...Através delas daremos livros, livros a-mãos-cheias, a todo o povo. O livro, bem sabemos, é o tijolo com que se constrói o espírito. Fazê-lo acessível é multiplicar tanto os herdeiros quanto os enriquecedores do patrimônio literário, científico e humanístico, que é, talvez, o bem maior da cultura humana.
( DARCY RIBEIRO )
Nós, brasileiros, somos um povo em ser, impedido de sê-lo. Um povo mestiço na carne e no espírito, já que aqui a mestiçagem jamais foi crime ou pecado. Nela fomos feitos e ainda continuamos nos fazendo. Essa massa de nativos viveu por séculos sem consciência de si... Assim foi até se definir como uma nova identidade étnico-nacional, a de brasileiros...
( DARCY RIBEIRO )
Por isso mesmo, o Brasil sempre foi, ainda é, um moinho de gastar gentes.
Construímo-nos queimando milhões de índios.Depois, queimamos milhões de negros.
Atualmente, estamos queimando, desgastando milhões de mestiços brasileiros, na
produção não do que eles consomem, mas do que dá lucro às classes empresariais.
( DARCY RIBEIRO )
Dizem, também, que nosso território é pobre - uma balela. Repetem, incansáveis,
que nossa sociedade tradicional era muito atrasada - outra balela. Produzimos,
no período colonial, muito mais riqueza de exportação que a América do Norte
e edificamos cidades majestosas corno o Rio, a Bahia, Recife, Olinda, Ouro
Preto, que eles jamais conheceram.
( DARCY RIBEIRO )
Nosso povo preservará, depois dessa drástica cirurgia, a vitalidade
indispensável para sair do atraso ou estará condenado a afundar cada vez mais no
subdesenvolvimento? Quem está interessado em que o Brasil seja capado e
esterilizado? Serão brasileiros?
( DARCY RIBEIRO )
Só há duas opções nesta vida: se resignar ou se indignar. E eu não vou me
resignar nunca.
( DARCY RIBEIRO )
O Delta do Amazonas constitui uma das áreas de mais antiga ocupação européia no
Brasil. Já nos primeiros anos do século XVII ali se instalaram soldados e
colonos portugueses, inicialmente para expulsar franceses, ingleses e holandeses
que disputavam seu domínio, depois como núcleos de ocupação permanente. Estes
núcleos encontrariam uma base econômica na exploração de produtos florestais
como o cacau, o cravo, a canela, a salsaparrilha, a baunilha, a copaíba que
tinham mercado certo na Europa e podiam ser colhidos, elaborados e transportados
com o concurso da mão-de-obra indígena, farta e acessível naqueles primeiros
tempos.
( DARCY RIBEIRO )
Embora a civilização nas zonas de fronteira seja algo tosca e desconjuntada, é
sempre a civilização ocidental que avança através da sua encarnação na sociedade
brasileira. O que oferece aos índios não são, naturalmente, as conquistas técnicas
e humanísticas de que se orgulha, mas a versão degradada destas, de que
são herdeiros os proletariados externos dos seus centros de poder.
( DARCY RIBEIRO )
Fracassei em tudo o que tentei na vida. Tentei alfabetizar as crianças
brasileiras, não consegui. Tentei salvar os índios, não consegui. Tentei fazer
uma universidade séria e fracassei. Tentei fazer o Brasil desenvolver-se
autonomamente e fracassei. Mas os fracassos são minhas vitórias. Eu detestaria
estar no lugar de quem me venceu.
( DARCY RIBEIRO )
O Brasil cresceu visivelmente nos últimos 80 anos. Cresceu mal, porém. Cresceu
como um boi mantido, desde bezerro, dentro de uma jaula de ferro. Nossa jaula
são as estruturas sociais medíocres, inscritas nas leis, para compor um país da
pobreza na província mais bela da terra. Sendo assim, no Brasil do futuro, a
maioria da gente nascerá e viverá nas ruas, em fome canina e ignorância figadal,
enquanto a minoria rica, com medo dos pobres, se recolherá em confortáveis
campos de concentração, cercados de arame farpado e eletrificado.
Entretanto, é tão fácil nos livrarmos dessas teias, e tão necessário, que dói em
nós... A nossa conivência culposa.
( DARCY RIBEIRO )
Série Intérpretes do Brasil ParteI
Parte II
...Através delas daremos livros, livros a-mãos-cheias, a todo o povo. O livro, bem sabemos, é o tijolo com que se constrói o espírito. Fazê-lo acessível é multiplicar tanto os herdeiros quanto os enriquecedores do patrimônio literário, científico e humanístico, que é, talvez, o bem maior da cultura humana.
( DARCY RIBEIRO )
Nós, brasileiros, somos um povo em ser, impedido de sê-lo. Um povo mestiço na carne e no espírito, já que aqui a mestiçagem jamais foi crime ou pecado. Nela fomos feitos e ainda continuamos nos fazendo. Essa massa de nativos viveu por séculos sem consciência de si... Assim foi até se definir como uma nova identidade étnico-nacional, a de brasileiros...
( DARCY RIBEIRO )
Por isso mesmo, o Brasil sempre foi, ainda é, um moinho de gastar gentes.
Construímo-nos queimando milhões de índios.Depois, queimamos milhões de negros.
Atualmente, estamos queimando, desgastando milhões de mestiços brasileiros, na
produção não do que eles consomem, mas do que dá lucro às classes empresariais.
( DARCY RIBEIRO )
Dizem, também, que nosso território é pobre - uma balela. Repetem, incansáveis,
que nossa sociedade tradicional era muito atrasada - outra balela. Produzimos,
no período colonial, muito mais riqueza de exportação que a América do Norte
e edificamos cidades majestosas corno o Rio, a Bahia, Recife, Olinda, Ouro
Preto, que eles jamais conheceram.
( DARCY RIBEIRO )
Nosso povo preservará, depois dessa drástica cirurgia, a vitalidade
indispensável para sair do atraso ou estará condenado a afundar cada vez mais no
subdesenvolvimento? Quem está interessado em que o Brasil seja capado e
esterilizado? Serão brasileiros?
( DARCY RIBEIRO )
Só há duas opções nesta vida: se resignar ou se indignar. E eu não vou me
resignar nunca.
( DARCY RIBEIRO )
O Delta do Amazonas constitui uma das áreas de mais antiga ocupação européia no
Brasil. Já nos primeiros anos do século XVII ali se instalaram soldados e
colonos portugueses, inicialmente para expulsar franceses, ingleses e holandeses
que disputavam seu domínio, depois como núcleos de ocupação permanente. Estes
núcleos encontrariam uma base econômica na exploração de produtos florestais
como o cacau, o cravo, a canela, a salsaparrilha, a baunilha, a copaíba que
tinham mercado certo na Europa e podiam ser colhidos, elaborados e transportados
com o concurso da mão-de-obra indígena, farta e acessível naqueles primeiros
tempos.
( DARCY RIBEIRO )
Embora a civilização nas zonas de fronteira seja algo tosca e desconjuntada, é
sempre a civilização ocidental que avança através da sua encarnação na sociedade
brasileira. O que oferece aos índios não são, naturalmente, as conquistas técnicas
e humanísticas de que se orgulha, mas a versão degradada destas, de que
são herdeiros os proletariados externos dos seus centros de poder.
( DARCY RIBEIRO )
Fracassei em tudo o que tentei na vida. Tentei alfabetizar as crianças
brasileiras, não consegui. Tentei salvar os índios, não consegui. Tentei fazer
uma universidade séria e fracassei. Tentei fazer o Brasil desenvolver-se
autonomamente e fracassei. Mas os fracassos são minhas vitórias. Eu detestaria
estar no lugar de quem me venceu.
( DARCY RIBEIRO )
O Brasil cresceu visivelmente nos últimos 80 anos. Cresceu mal, porém. Cresceu
como um boi mantido, desde bezerro, dentro de uma jaula de ferro. Nossa jaula
são as estruturas sociais medíocres, inscritas nas leis, para compor um país da
pobreza na província mais bela da terra. Sendo assim, no Brasil do futuro, a
maioria da gente nascerá e viverá nas ruas, em fome canina e ignorância figadal,
enquanto a minoria rica, com medo dos pobres, se recolherá em confortáveis
campos de concentração, cercados de arame farpado e eletrificado.
Entretanto, é tão fácil nos livrarmos dessas teias, e tão necessário, que dói em
nós... A nossa conivência culposa.
( DARCY RIBEIRO )
Série Intérpretes do Brasil ParteI
Parte II
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