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14 de dez de 2009

Grandes Educadores - 1- Anísio Teixeira

"Numa democracia, nenhuma obra supera a de educação. Haverá, talvez, outras aparentemente mais urgentes ou imediatas, mas estas mesmas pressupõem, se estivermos numa democracia, a educação. Todas as demais funções do estado democrático pressupõem a educação. Somente esta não é conseqüência da democracia, mas a sua base, o seu fundamento, a condição mesmo para a sua existência."
Anísio Teixeira

Anísio Spínola Teixeira (Caetité, 12 de julho de 1900 — Rio de Janeiro, 11 de março de 1971) foi um jurista, intelectual, educador e escritor brasileiro.
Personagem central na história da educação no Brasil, nas décadas de 1920 e 1930, difundiu os pressupostos do movimento da Escola Nova, que tinha como princípio a ênfase no desenvolvimento do intelecto e na capacidade de julgamento, em detrimento da memorização.
Reformou o sistema educacional da Bahia e do Rio de Janeiro, exercendo vários cargos executivos. Foi um dos mais destacados signatários do Manifesto dos Pioneiros da Escola Nova, em defesa do ensino público, gratuito, laico e obrigatório, divulgado em 1932.
Em 1935, fundou a Universidade do Distrito Federal, depois transformada em Faculdade Nacional de Filosofia da Universidade do Brasil.

Anísio Teixeira – Vida e Obra

Anísio Spínola Teixeira nasceu em Caetité (BA), em 12 de julho de 1900, numa família de fazendeiros.

Estudou em colégios jesuítas em Caetité e em Salvador. Em 1922, formou-se em Ciências Jurídicas e Sociais, no Rio de Janeiro.Com apenas 24 anos, foi nomeado inspetor geral de Ensino do Estado da Bahia.

Em 1928, estudou na Universidade de Columbia, em Nova York, onde conheceu o pedagogo John Dewey. Em 1931, foi nomeado secretário de Educação do Rio. Em sua gestão, criou uma rede municipal de ensino completa, que ia da escola primária à universidade. ]Em abril de 1935, completou a montagem da rede de ensino do Rio com a criação da Universidade do Distrito Federal (UDF).

Ao lado da Universidade de São Paulo (USP), inaugurada no ano seguinte, a UDF mudou o ensino superior brasileiro, mas ela foi extinta em 1939, durante o Estado Novo. Em 1935, perseguido pelo governo de Getúlio Vargas, Anísio refugiou-se em sua cidade natal, onde viveu até 1945.

Nesse período, não atuou na área educacional e se tornou empresário. Em 1946, ele assumiu o cargo de conselheiro da Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco).

No ano seguinte, com o fim do Estado Novo, voltou ao Brasil e novamente tomou posse da Secretaria de Educação de seu Estado. Nessa gestão, criou, em 1950, o Centro Educacional Carneiro Ribeiro, em Salvador, a Escola Parque.

Em 1951, assumiu o cargo de secretário-geral da Campanha de Aperfeiçoamento do Pessoal do Ensino Superior (Capes) e, no ano seguinte, o de diretor do Instituto Nacional de Estudos Pedagógicos (Inep), onde ficou até 1964. Anísio foi um dos idealizadores da Universidade de Brasília (UnB), fundada em 1961. Ele entregou a Darcy Ribeiro, que considerava como seu sucessor, a condução do projeto da universidade. Em 1963, tornou-se reitor da UnB.

Com o golpe de 1964, acabou afastado do cargo. Foi para os Estados Unidos, lecionar nas universidades de Columbia e da Califórnia. Voltou ao Brasil em 1965. Em 1966, tornou-se consultor da Fundação Getúlio Vargas (FGV)

Morreu em 11 de março de 1971, de modo misterioso. Seu corpo foi encontrado no poço do elevador de um edifício no começo da Avenida Rui Barbosa, no Rio. A polícia considerou a morte acidental, mas a família do educador suspeita de que ele possa ter sido vítima da repressão do governo do general Emílio Garrastazu Medici.

Fonte: Matéria de Adriana Vera e Silva Revista Nova Escola - Edição Agosto- 1998Redação NOVA ESCOLAAv. das Nações Unidas, 7221, 6° andar, Pinheiros, São Paulo, SPCEP 05425-902Fax: (0--11) 3037-4322E-mail: novaescola.abril@atleitor.com.brSite: www.uol.com.br/novaescola


O educador na Bahia

A fim de melhor desempenhar a função de Secretário da Educação do Governo da Bahia, viaja, em 1925, para a Europa, onde observa o sistema educacional de diversos países - implementando em seguida várias reformas no ensino do estado.
Anísio consegue ampliar o sistema educacional, privilegiando a formação de professores. Em sua terra natal, Caetité, reinaugura a Escola Normal, fechada em 1901 por Severino Vieira.

Em 1927 vai aos Estados Unidos, onde trava conhecimento com as idéias do filósofo e pedagogo John Dewey, que muito vão influenciar seu pensamento. No ano seguinte demite-se do cargo pelo fato do novo governador não concordar com suas idéias sobre mudanças no ensino.

Volta aos Estados Unidos (1928), onde faz pós-graduação. De volta ao Brasil traduz, pela primeira vez em português, dois trabalhos de Dewey.


No Rio de Janeiro

Muda-se para o Rio de Janeiro, ocupando a Diretoria da Instrução Pública do Distrito Federal, em 1931, em cujo mandato institui a integração da "Rede Municipal de Educação", do fundamental à universidade. Diversas melhorias e mudanças foram feitas, mas a que maior polêmica gerou foi a criação da Universidade do Distrito Federal, em 1935.
Em 1932 participa do Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova, tendo publicado neste período duas obras sobre educação que, junto a suas realizações, deram-lhe projeção nacional.

Política, realização e perseguição

Durante a última fase do Estado Novo, Anísio afasta-se da vida pública. Dedica-se, então, à mineração - atividade de alguns parentes. Aproxima-se mais do amigo Monteiro Lobato e publica Educação para a Democracia, além de realizar diversas traduções.

Na década de 1940 foi Conselheiro da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura).

Voltando o país ao regime democrático, em 1946, Anísio é convidado por Octávio Mangabeira - socialista, fundador da UDN, também exilado e então eleito para o Governo da Bahia - para ser o Secretário de Educação e Saúde. Dentre outras realizações, constrói na Liberdade - o mais populoso e pobre bairro da capital baiana - o "Centro Educacional Carneiro Ribeiro", mais conhecido por Escola Parque, lugar para educação em tempo integral e que serviria de modelo para os futuros CIACs e CIEPs.

Nos anos 50, dirigiu o Instituto Nacional de Estudos Pedagógicos, ou INEP, órgão do Governo Federal, que desde o governo de Fernando Henrique Cardoso se chama Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (ver seu site em [2]). Foi também o criador e primeiro dirigente da Campanha Nacional de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (atual CAPES), criada em 11 de julho de 1951, pelo Decreto nº 29.741, pelo presidente Getúlio Vargas, e que Anísio dirigiu até o golpe de 1964.

A CAPES subordinava-se diretamente ao Presidente da República mas, depois de 1964, passou a integrar o organograma do Ministério da Educação (ver [3]). De todo modo, com a ditadura militar, Anísio deixou a sua direção.

Foi um dos idealizadores do projeto da Universidade de Brasília (UnB), inaugurada em 1961, da qual veio a ser reitor em 1963, para ser afastado após o golpe militar de 1964.

Anísio Teixeira e o Movimento Escola Nova

O movimento chamado Escola Nova esboçou-se, na década de 1920, no Brasil.
Nessa época, o mundo vivia um momento de crescimento industrial e de expansão urbana e, nesse contexto, um grupo de intelectuais brasileiros sentiu necessidade de preparar o país para acompanhar esse desenvolvimento. A educação era por eles percebida como o elemento-chave para promover a remodelação requerida.

Inspirados nas idéias político-filosóficas de igualdade entre os homens e do direito de todos à educação, esses intelectuais viam num sistema estatal de ensino público, livre e aberto, o único meio efetivo de combate às desigualdades sociais da nação.

Denominado de Escola Nova, o movimento ganhou impulso na década de 1930 após a divulgação do Manifesto da Escola Nova (1932). Nesse documento, defendia-se a universalização da escola pública, laica e gratuita. Entre os seus signatários, destacavam-se os nomes de:

Anisio Teixeira - futuro mentor de duas universidades no país - a Universidade do Distrito Federal, no Rio de Janeiro, desmembrada pelo Estado Novo de Getúlio Vargas e a Universidade de Brasília, da qual era reitor, quando do Golpe Militar de 1964. Além dessas realizações, Anísio foi o fundador da Escola Parque, em Salvador (1950), instituição que posteriormente inspiraria o modelo dos Centros Integrados de Educação Pública - CIEPs, no Rio de Janeiro, na década de 1980.
Fernando de Azevedo (1894-1974) - que aplicou a Sociologia da Educação e reformou o ensino em São Paulo na década de 1930
Lourenço Filho (1897-1970) - professor
Cecília Meireles (1901-1964) - professora e escritora
A atuação destes pioneiros se estendeu pelas décadas seguintes sob fortes críticas dos defensores do ensino privado e religioso. As suas idéias e práticas influenciaram uma nova geração de educadores como Darcy Ribeiro (1922-1997) e Florestan Fernandes (1920-1995).


O legado

De sua obra em Salvador, destaca-se o Centro Educacional Carneiro Ribeiro (melhor conhecido por Escola Parque), situado no populoso e pobre bairro da Liberdade, de 1950, no qual buscou inspiração Darcy Ribeiro para, na década de 1980, criar os CIEPs.

Na década de 1990 foi a vez do Governo Federal criar os CIACs e, no início do século XXI, na Bahia, os Colégios Modelo - todos fundamentados na sua ainda atual visão da educação integral e, no início do século XXI, os mais de 21 CEU's (Centros Educacionais Unificados), construídos na cidade de São Paulo, tiveram em seus projetos fortes influências da Escola Parque de Anísio.

Em Caetité, na sua casa natal (foto acima), mantém a Fundação Anísio Teixeira, presidida por sua filha Anna Cristina Teixeira Monteiro de Barros ("Babi"), com apoio governamental (Estado e Município) e da iniciativa privada, a Casa Anísio Teixeira', com biblioteca, museu, cine-teatro e biblioteca móvel.

A instituição leva conhecimento e mantém viva a memória do grande educador brasileiro, sendo objeto de muitas reportagens em todas as mídias.

No Rio de Janeiro existe o Centro Educacional Anísio Teixeira, escola privada de ensino fundamental e ensino médio, com proposta pedagógica segundo as idéias do educador.

E Por que Escola Nova ?

No Brasil, as idéias da Escola Nova foram inseridas em 1882 por Rui Barbosa (1849-1923). O grande nome do movimento na América foi o filósofo e pedagogo John Dewey (1859-1952).
John Dewey, filósofo norte americano influenciou a elite brasileira com o movimento da Escola Nova.

Para John Dewey a Educação, é uma necessidade social. Por causa dessa necessidade as pessoas devem ser aperfeiçoadas para que se afirme o prosseguimento social, assim sendo, possam dar prosseguimento às suas idéias e conhecimentos.

No século XX, vários educadores se evidenciaram, principalmente após a publicação do Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova, de 1932. Na década de 30, Getúlio Vargas assume o governo provisório e afirma a um grupo de intelectuais o imperativo pedagógico do qual a revolução reivindicava; esses intelectuais envolvidos pelas idéias de Dewey e Durkheim se aliam e, em 1932 promulgam o Manifesto dos Pioneiros, tendo como principal personagem Fernando de Azevedo.

Grandes humanistas e figuras respeitáveis de nossa história pedagógica, podem ser citadas, como por exemplo Lourenço Filho (1897-1970) e Anísio Teixeira (1900-1971).

A Escola Nova foi um movimento de renovação do ensino que foi especialmente forte na Europa, na América e no Brasil, na primeira metade do século XX . O escolanovismo desenvolveu-se no Brasil sob importantes impactos de transformações econômicas, políticas e sociais. O rápido processo de urbanização e a ampliação da cultura cafeeira trouxeram o progresso industrial e econômico para o país, porém, com eles surgiram graves desordens nos aspectos políticos e sociais, ocasionando uma mudança significativa no ponto de vista intelectual brasileiro.

Na essência da ampliação do pensamento liberal no Brasil, propagou-se o ideário escolanovista. O escolanovismo acredita que a educação é o exclusivo elemento verdadeiramente eficaz para a construção de uma sociedade democrática, que leva em consideração as diversidades, respeitando a individualidade do sujeito, aptos a refletir sobre a sociedade e capaz de inserir-se nessa sociedade. Então de acordo com alguns educadores, a educação escolarizada deveria ser sustentada no indivíduo integrado à democracia, o cidadão atuante e democrático.

Para John Dewey a escola não pode ser uma preparação para a vida, mas sim, a própria vida. Assim, a educação tem como eixo norteador a vida-experiência e aprendizagem, fazendo com que a função da escola seja a de propiciar uma reconstrução permanente da experiência e da aprendizagem dentro de sua vida. Então, para ele, a educação teria uma função democratizadora de igualar as oportunidades. De acordo com o ideário da escola nova, quando falamos de direitos iguais perante a lei, devemos estar aludindo a direitos de oportunidades iguais perante a lei.

Autora: Amelia Hamze
Educadora
Profª UNIFEB/CETEC e FISO – Barretos



Bibliografia de Anísio Teixeira


Coletada por Francisco Gilson Rebouças Pôrto Júnior
Faculdade de Educação, Universidade de Brasília

Livros Publicados

TEIXEIRA, Anísio. Aspectos americanos de educação. Salvador: Tip. De São Francisco, 1928. 166p.

TEIXEIRA, Anísio. A educação e a crise brasileira. São Paulo: Cia. Editora Nacional, 1956. 355p.

TEIXEIRA, Anísio e ROCHA e SILVA, Maurício. Diálogo sobre a lógica do conhecimento. São Paulo: Edart Editora. 116p.

TEIXEIRA, Anísio. Educação e o mundo moderno. 2ªed. São Paulo: Cia. Editora Nacional, 1977. 245p.

TEIXEIRA, Anísio. Educação é um direito. 2ªed. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 1996. 221p.

TEIXEIRA, Anísio. Educação e universidade. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 1998. 187p.

TEIXEIRA, Anísio. Educação no Brasil. São Paulo: Cia. Editora Nacional, 1969. 385p.

TEIXEIRA; Anísio. Educação não é privilégio. 5ª ed. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 1994. 250p.

TEIXEIRA, Anísio. Educação para a democracia: introdução à administração educacional. 2ªed. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 1997. 263p.

TEIXEIRA, Anísio. Educação progressiva: uma introdução à filosofia da educação. 2ªed. São Paulo: Cia. Editora Nacional, 1934. 210p.

TEIXEIRA, Anísio. Em marcha para a democracia: à margem dos Estados Unidos. Rio de Janeiro: Editora Guanabara, s.d. [1934 ?]. 195p.

TEIXEIRA, Anísio. Ensino superior no Brasil: análise e interpretação de sua evolução até 1969. Rio de Janeiro: Editora da Fundação Getúlio Vargas, 1989. 186p.

TEIXEIRA, Anísio. Pequena introdução à filosofia da educação: a escola progressiva ou a transformação da escola. 5ªed. São Paulo: Cia. Editora Nacional, 1968. 150p.



Artigos em Revistas
TEIXEIRA, Anísio. “1963: ano da educação.” Boletim Informativo CAPES. Rio de Janeiro, n. 122, jan. 1963. p. 1-2.
TEIXEIRA, Anísio. “Administração pública brasileira e a educação.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.25, n. 63, 1956. p. 3-23.
TEIXEIRA, Anísio. “O alto sertão da Bahia.” Revista do Instituto Geographico e Historico da Bahia. Salvador, v.52, 1926. p. 295-309.
TEIXEIRA, Anísio. “Análise de sistemas e educação.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.59, n. 129, jan./mar. 1973. p. 57-59.

TEIXEIRA, Anísio. “Aspectos da reconstrução da Universidade Latino-Americana.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.47, n. 105, jan./mar. 1967. p. 55-67.

TEIXEIRA, Anísio. “Autonomia para educação na Bahia.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.11, n. 29, jul./ago. 1947. p. 89-104.

TEIXEIRA, Anísio. “Bases da teoria lógica de Dewey.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.23, n. 57, jan./mar. 1955. p. 3-27.

TEIXEIRA, Anísio. “Bases para uma programação de educação primária no Brasil.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.27, n. 65, jan./mar. 1957. p. 28-46.

TEIXEIRA, Anísio. “Bases preliminares para o plano de educação referente ao Fundo Nacional de Ensino Primário.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.38, n. 88, out./dez. 1962. p. 97-107.

TEIXEIRA, Anísio. “Centro Brasileiro de Pesquisas Educacionais.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.25, n. 61, jan./mar. 1956. p. 145-149.

TEIXEIRA, Anísio. “Centro Educacional Carneiro Ribeiro.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.31, n. 73, jan./mar. 1959. p. 78-84.

TEIXEIRA, Anísio. “Centro Regional de Pesquisas Educacionais de Recife.” Boletim Mensal do CEPE. Rio de Janeiro, v.1, n. 1, nov. 1957. p. 5-10.

TEIXEIRA, Anísio. “Ciência e arte de educar.” Educação e Ciências Sociais. v.2, n. 5, ago. 1957. p. 5-22.

TEIXEIRA, Anísio. “Ciência e Educação.” Boletim Informativo CAPES. Rio de Janeiro, n. 50, 1957. p. 1-3.

TEIXEIRA, Anísio. “Ciência e humanismo.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.24, n. 60, 1955. p. 30-44.

TEIXEIRA, Anísio. “Condições para a reconstrução educacional brasileira.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.18, n. 49, 1953. p. 3-12.

TEIXEIRA, Anísio. “Confronto entre a educação superior dos EUA e a do Brasil.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.33, n. 78, abr./jun. 1960. p. 63-74.

TEIXEIRA, Anísio. “A crise educacional brasileira.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.19, n. 50, abr./jun. 1953. p. 20-43.

TEIXEIRA, Anísio. “Cultura e tecnologia.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.55, n. 121, jan./mar. 1971. p. 12-37.

TEIXEIRA, Anísio. “Custo mínimo da educação primária por aluno.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.35, n. 82, abr./jun. 1961. p. 3-5.

TEIXEIRA, Anísio. “O desafio da educação para o desenvolvimento.” Boletim Informativo CAPES. Rio de Janeiro, n. 112, 1962. p. 1-3.

TEIXEIRA, Anísio. “Dewey e a filosofia da educação.” Boletim Informativo CAPES. Rio de Janeiro, n. 85, dez. 1959. p. 1-2.

TEIXEIRA, Anísio. “Discurso de posse do Director Geral de Instrucção Pública.” Boletim de Educação Pública. Rio de Janeiro, v.2, n. 1/2, jan./jun. 1932. p. 75-76.

TEIXEIRA, Anísio. “Discurso de posse do Professor Anísio Teixeira no Instituto Nacional de Estudos Pedagógicos.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. v.17, n. 46, 1952. p. 69-79.

TEIXEIRA, Anísio. “Editorial.” Educação e Ciências Sociais. Rio de Janeiro, v.7, n. 3, fev. 1960. p. 3-13.

TEIXEIRA, Anísio. “Editorial.” Educação e Ciências Sociais. Rio de Janeiro, v.8, n. 15, set. 1960. p. 3-8.

TEIXEIRA, Anísio. “Educação - problema da formação nacional.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.29, n. 70, abr./jun. 1958. p. 21-32.

TEIXEIRA, Anísio. “Educação como experiência democrática para cooperação internacional.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.45, n. 102, abr./jun. 1966. p. 257-272.

TEIXEIRA, Anísio. “A educação comum do homem moderno.” Arte e Educação. Rio de Janeiro, v.1, n. 3, mar. 1971. p. 13.

TEIXEIRA, Anísio. “A educação e a constituição de 1946.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.33, n. 77, jan./mar. 1960. p. 68-82.

TEIXEIRA, Anísio. “Educação e cultura na Constituição do Estado da Bahia.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.65, n. 151, set./dez. 1984. p. 685-696.

TEIXEIRA, Anísio. “Educação e Desenvolvimento.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.35, n. 81, jan./mar. 1961. p. 71-92.

TEIXEIRA, Anísio. “Educação e nacionalismo.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.34, n. 80, out./dez. 1960. p. 205-208.

TEIXEIRA, Anísio. “Educação não é privilégio.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Brasília, v.70, n. 166, 1989. p. 435-462.

TEIXEIRA, Anísio. “A educação que nos convém.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.21, n. 54, abr./jun. 1954. p. 16-33.

TEIXEIRA, Anísio. “Educação, suas fases e seus problemas.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Brasília, v.56, n. 124, out./dez. 1971. p. 284-286.

TEIXEIRA, Anísio. “Educar para o equilíbrio da sociedade.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Brasília, v.55, n. 122, abr./jun. 1971. p. 191-196.

TEIXEIRA, Anísio. “O ensino brasileiro.” Boletim da CBAI. v.7, n. 10, 1953. p. 1122-1124.

TEIXEIRA, Anísio. “O ensino cabe à sociedade.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.31, n. 74, 1959. p. 290-298.

TEIXEIRA, Anísio. “Ensino humanístico e ensino científico em nosso tempo.” Temas. São Paulo, v.1, n. 1, maio 1971. p. 5-12.

TEIXEIRA, Anísio. “O ensino secundário.” Boletim Informativo CAPES. Rio de Janeiro, n. 66, maio 1958. p. 1-2.

TEIXEIRA, Anísio. “Entrevista ao Correio da Manhã.” Educação e Ciências Sociais. Rio de Janeiro, v.3, n. 8, 1958. p. 133-137.

TEIXEIRA, Anísio. “A escola brasileira e a estabilidade social.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Brasília, v.28, n. 67, jul./set. 1957. p. 3-29.

TEIXEIRA, Anísio. “A Escola Parque da Bahia.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.47, n. 106, abr./jun. 1967. p. 246-253.

TEIXEIRA, Anísio. “A escola pública.” Boletim Informativo CAPES. Rio de Janeiro, n. 48, 1956. p. 1-3.

TEIXEIRA, Anísio. “Escola pública é o caminho para a integração social.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Brasília, v.52, n. 95, jul/set. 1964. p. 210-213.

TEIXEIRA, Anísio. “A escola pública universal e gratuita.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.26, n. 64, out./dez. 1956. p. 3-27.

TEIXEIRA, Anísio. “A escola secundária em transformação.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.21, n. 53, abr./jun. 1954. p. 3-20.

TEIXEIRA, Anísio. “Escolas de educação.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.51, n. 114, abr./jun. 1969. p. 239-259.

TEIXEIRA, Anísio. “As escolinhas de arte de Augusto Rodrigues.” Arte e Educação. Rio de Janeiro, v.1, n. 1, set. 1970. p. 3.

TEIXEIRA. Anísio. “La escuela brasileña y la estabilidad social.” La Educación. v.2, n. 8, Oct./Dic. 1957. p. 5-14.

TEIXEIRA, Anísio. “O espírito científico e o mundo atual.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.23, n. 58, 1958. p. 3-25.

TEIXEIRA, Anísio. “Estado atual da educação.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.39, n. 89, jan./mar. 1963. p. 8-16.

TEIXEIRA, Anísio. “Estudo sobre o projeto de Lei das Diretrizes e Bases da Educação Nacional.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.18, n. 48, out./dez. 1952. p. 72-123.

TEIXEIRA, Anísio. “A expansão do ensino superior no Brasil.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.36, n. 83, jul./set. 1961. p. 3-4.

TEIXEIRA, Anísio. “Extensão do ensino primário brasileiro.” Boletim CBAI. Rio de Janeiro, v.10, n. 6, 1956. p. 1614-1618.

TEIXEIRA, Anísio. “Falando francamente.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.30, n. 72, out./dez. 1958. p. 3-16.

TEIXEIRA, Anísio. “Falsa elite.” Boletim Informativo CAPES. Rio de Janeiro, n. 60, nov. 1957. p. 1-2.

TEIXEIRA, Anísio. “Filosofia e educação.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.32, n. 75, jul./set. 1959. p. 14-27.

TEIXEIRA, Anísio. “Fraude contra a educação popular.” Leitura. Rio de Janeiro, v.16, n. 10, abr. 1958. p. 32-33.

TEIXEIRA, Anísio. “Funções da universidade.” Boletim Informativo CAPES. Rio de Janeiro, n. 135, Fev. 1964. p. 1-2.

TEIXEIRA, Anísio. “Gilberto Freyre, mestre e criador da Sociologia.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.40, n. 91, jul./set. 1963. p. 29-36.

TEIXEIRA, Anísio. “Grave problema do livro didático.” Leitura. Rio de Janeiro, v.17, n. 22, abr. 1959. p. 24-25.

TEIXEIRA, Anísio. “O humanismo técnico.” Boletim CBAI. Rio de Janeiro, v.8, n. 2, 1954. p. 1186-1187.

TEIXEIRA, Anísio. “Interpretação do artigo 15 da Lei de Diretrizes e Bases.” Documenta. Rio de Janeiro, n. 81, fev. 1968. p. 3-9.

TEIXEIRA, Anísio. “A lei de diretrizes.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.18, n. 48, 1952. p. 280-283

TEIXEIRA, Anísio. “A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional; um inquérito.” Comentário. v.3, n. 2, abr./jun. 1962. p. 125-127.

TEIXEIRA, Anísio. “Lei e tradição.” Boletim Informativo CAPES. Rio de Janeiro, n. 54, maio 1957. p. 1-3.

TEIXEIRA, Anísio. “A longa revolução de nosso tempo.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.49, n. 109, jan./mar. 1968. p. 11-26.

TEIXEIRA, Anísio. “Mais uma vez convocados.” Educação e Ciências Sociais. Rio de Janeiro, v.4, n. 10, abr. 1959. p. 5-33.

TEIXEIRA, Anísio. “O manifesto dos pioneiros da educação nova.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Brasília, v.65, n. 150, maio/ago. 1984. p. 407-425.

TEIXEIRA, Anísio. “Meia vitória, mas vitória.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.37, n. 86, abr./jun. 1962. p. 222-223.

TEIXEIRA, Anísio. “A mensagem de Rousseau.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.38, n. 88, out./dez. 1962. p. 3-5.

TEIXEIRA, Anísio. “Mestres de amanhã.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.40, n. 92, out./dez. 1963. p. 10-19.

TEIXEIRA, Anísio. “O mito da cultura geral no ensino superior.” Boletim Informativo CAPES. Rio de Janeiro, n. 41, 1956. p. 1-2.

TEIXEIRA, Anísio. “A municipalização do ensino primário.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.27, n. 66, abr./jun. 1957. p. 22-43.

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TEIXEIRA, Anísio. “Padrões brasileiros de educação [escolar] e cultura.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.22, n. 55, jul./set. 1954, p. 3-22.

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TEIXEIRA, Anísio. “Reorganização do Ensino Normal e sua transposição para o plano universitário: creação.” Boletim de Educação Pública. Rio de Janeiro, v.2, n. 1/2, jan./jun. 1932. p. 110-117.

TEIXEIRA, Anísio. “Reorganização e não apenas expansão da escola brasileira.” Boletim Informativo CAPES. Rio de Janeiro, n. 58, set. 1957. p. 1-2.

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TEIXEIRA, Anísio. “Tecnologia e pensamento.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Brasília, v.51, n. 113, jan./mar. 1969. p. 157-159.

TEIXEIRA, Anísio. “Um educador: Abílio Cesar Borges.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.18, n. 47, jul./dez. 1952. p. 150-155.

TEIXEIRA, Anísio. “Um grande esforço de toda a vida.” Boletim Informativo CAPES. Rio de Janeiro, n. 96, nov. 1960. p. 1-3.

TEIXEIRA, Anísio. “Um presságio de progresso.” Habitat. São Paulo, v.4, n. 2, 1951. p. 175-177.

TEIXEIRA, Anísio. “Uma experiência de educação primária integral no Brasil.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.38, n. 87, jul./set. 1962. p. 21-33.

TEIXEIRA, Anísio. “Uma perspectiva da educação superior no Brasil.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Brasília, v.50, n. 111, jul./set. 1968. p. 21-82.

TEIXEIRA, Anísio. “União intelectual das três Américas.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.35, n. 82, abr./jun. 1961. p. 180-183.

TEIXEIRA, Anísio. “Unidade do Brasil.” Boletim Informativo CAPES. n. 132, nov.1963. p. 1-4.

TEIXEIRA, Anísio. “A universidade americana em sua perspectiva.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógios. Rio de Janeiro, v.36, n. 84, out./dez. 1961. p. 48-60.

TEIXEIRA, Anísio. “A universidade de ontem e de hoje.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.42, n. 95, jul./set. 1964. p. 27-47.

TEIXEIRA, Anísio. “A universidade e a liberdade humana.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.20, n. 51, jul./set. 1953. p. 3-22.

TEIXEIRA, Anísio. “Variações sobre o tema da liberdade humana.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.29, n. 69, jan./mar. 1958. p. 3-18.

TEIXEIRA, Anísio. “Valores proclamados e valores reais nas instituições escolares brasileiras.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.37, n. 86, abr./jun. 1962. p. 59-79.

TEIXEIRA, Anísio. “Villa-Lobos nas escolas.” Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.36, n. 84, out./dez. 1961. p. 186-187.

TEIXEIRA, Anísio e outros. “Educação para o desenvolvimento e a democracia.” Documenta. Rio de Janeiro, n. 4, jun. 1962. p. 136-142.

TEIXEIRA, Anísio e RIBEIRO, Darcy. “The University of Brasília.” The Educational Forum. Wisconsin, v.26, n. 3, Part 1, mar. 1962. p. 309-319.

TEIXEIRA, Anísio, RAMOS, Jairo e CARDOSO, Fernando Henrique. “Universidade de Brasília.” Anhembi. São Paulo, v.11, n. 128, jul. 1961. p. 259-267.



FONTES BIBLIOGRÁFICAS
Canal do Educador - WikipediaCentro de Referência Educacional e Ensaistas.org

Post em homenagem ao Prof. Ms. Hélio Ramos da Silva, que foi meu professor de História da Educação , na licenciatura em Pedagogia - UEMG campus Campanha 2003/2005, a minha eterna gratidão!

20 de out de 2008

Blogagem Coletiva - Cecília Meirelles - 07/11







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Blogagem proposta pela Leonor Cordeiro do blog Na Dança das Palavras,pelo aniversário do nascimento da escritora Cecília Meireles. Ajude-nos a divulgar a poesia dessa grande cidadã brasileira que fez de sua vida um hino de amor à arte e à educação.

Como participar ?


1.Leve o selinho da blogagem para o seu blog.

2. Deixe aqui o nome do seu blog para que ele faça parte da lista dos blogs participantes.

3. No dia 7 de novembro escolha um poema da Cecília para uma postagem especial.


Quem foi Cecília Meirelles?
Texto retirado do site Releituras

Filha de Carlos Alberto de Carvalho Meireles, funcionário do Banco do Brasil S.A., e de D. Matilde Benevides Meireles, professora municipal, Cecília Benevides de Carvalho Meireles nasceu em 7 de novembro de 1901, na Tijuca, Rio de Janeiro. Foi a única sobrevivente dos quatros filhos do casal. O pai faleceu três meses antes do seu nascimento, e sua mãe quando ainda não tinha três anos. Criou-a, a partir de então, sua avó D. Jacinta Garcia Benevides. Escreveria mais tarde:

"Nasci aqui mesmo no Rio de Janeiro, três meses depois da morte de meu pai, e perdi minha mãe antes dos três anos. Essas e outras mortes ocorridas na família acarretaram muitos contratempos materiais, mas, ao mesmo tempo, me deram, desde pequenina, uma tal intimidade com a Morte que docemente aprendi essas relações entre o Efêmero e o Eterno.

(...) Em toda a vida, nunca me esforcei por ganhar nem me espantei por perder. A noção ou o sentimento da transitoriedade de tudo é o fundamento mesmo da minha personalidade.

(...) Minha infância de menina sozinha deu-me duas coisas que parecem negativas, e foram sempre positivas para mim: silêncio e solidão. Essa foi sempre a área de minha vida. Área mágica, onde os caleidoscópios inventaram fabulosos mundos geométricos, onde os relógios revelaram o segredo do seu mecanismo, e as bonecas o jogo do seu olhar. Mais tarde foi nessa área que os livros se abriram, e deixaram sair suas realidades e seus sonhos, em combinação tão harmoniosa que até hoje não compreendo como se possa estabelecer uma separação entre esses dois tempos de vida, unidos como os fios de um pano."

Conclui seus primeiros estudos — curso primário — em 1910, na Escola Estácio de Sá, ocasião em que recebe de Olavo Bilac, Inspetor Escolar do Rio de Janeiro, medalha de ouro por ter feito todo o curso com "distinção e louvor". Diplomando-se no Curso Normal do Instituto de Educação do Rio de Janeiro, em 1917, passa a exercer o magistério primário em escolas oficiais do antigo Distrito Federal.

Dois anos depois, em 1919, publica seu primeiro livro de poesias, "Espectro". Seguiram-se "Nunca mais... e Poema dos Poemas", em 1923, e "Baladas para El-Rei, em 1925.

Casa-se, em 1922, com o pintor português Fernando Correia Dias, com quem tem três filhas: Maria Elvira, Maria Mathilde e Maria Fernanda, esta última artista teatral consagrada. Suas filhas lhe dão cinco netos.

Publica, em Lisboa - Portugal, o ensaio "O Espírito Vitorioso", uma apologia do Simbolismo.

Correia Dias suicida-se em 1935. Cecília casa-se, em 1940, com o professor e engenheiro agrônomo Heitor Vinícius da Silveira Grilo.

De 1930 a 1931, mantém no Diário de Notícias uma página diária sobre problemas de educação.

Em 1934, organiza a primeira biblioteca infantil do Rio de Janeiro, ao dirigir o Centro Infantil, que funcionou durante quatro anos no antigo Pavilhão Mourisco, no bairro de Botafogo.

Profere, em Lisboa e Coimbra - Portugal, conferências sobre Literatura Brasileira.

De 1935 a 1938, leciona Literatura Luso-Brasileira e de Técnica e Crítica Literária, na Universidade do Distrito Federal (hoje UFRJ).

Publica, em Lisboa - Portugal, o ensaio "Batuque, Samba e Macumba", com ilustrações de sua autoria.

Colabora ainda ativamente, de 1936 a 1938, no jornal A Manhã e na revista Observador Econômico.

A concessão do Prêmio de Poesia Olavo Bilac, pela Academia Brasileira de Letras, ao seu livro Viagem, em 1939, resultou de animados debates, que tornaram manifesta a alta qualidade de sua poesia.

Publica, em 1939/1940, em Lisboa - Portugal, em capítulos, "Olhinhos de Gato" na revista "Ocidente".

Em 1940, leciona Literatura e Cultura Brasileira na Universidade do Texas (USA).

Em 1942, torna-se sócia honorária do Real Gabinete Português de Leitura, no Rio de Janeiro (RJ).

Aposenta-se em 1951 como diretora de escola, porém continua a trabalhar, como produtora e redatora de programas culturais, na Rádio Ministério da Educação, no Rio de Janeiro (RJ).

Em 1952, torna-se Oficial da Ordem de Mérito do Chile, honraria concedida pelo país vizinho.

Realiza numerosas viagens aos Estados Unidos, à Europa, à Ásia e à África, fazendo conferências, em diferentes países, sobre Literatura, Educação e Folclore, em cujos estudos se especializou.

Torna-se sócia honorária do Instituto Vasco da Gama, em Goa, Índia, em 1953.

Em Délhi, Índia, no ano de 1953, é agraciada com o título de Doutora Honoris Causa da Universidade de Délhi.

Recebe o Prêmio de Tradução/Teatro, concedido pela Associação Paulista de Críticos de Arte, em 1962.

No ano seguinte, ganha o Prêmio Jabuti de Tradução de Obra Literária, pelo livro "Poemas de Israel", concedido pela Câmara Brasileira do Livro.

Seu nome é dado à Escola Municipal de Primeiro Grau, no bairro de Cangaíba, São Paulo (SP), em 1963.

Falece no Rio de Janeiro a 9 de novembro de 1964, sendo-lhe prestadas grandes homenagens públicas. Seu corpo é velado no Ministério da Educação e Cultura. Recebe, ainda em 1964, o Prêmio Jabuti de Poesia, pelo livro "Solombra", concedido pela Câmara Brasileira do Livro.

Ainda em 1964, é inaugurada a Biblioteca Cecília Meireles em Valparaiso, Chile.

Em 1965, é agraciada com o Prêmio Machado de Assis, pelo conjunto de sua obra, concedido pela Academia Brasileira de Letras. O Governo do então Estado da Guanabara denomina Sala Cecília Meireles o grande salão de concertos e conferências do Largo da Lapa, na cidade do Rio de Janeiro. Em São Paulo (SP), torna-se nome de rua no Jardim Japão.

Em 1974, seu nome é dado a uma Escola Municipal de Educação Infantil, no Jardim Nove de Julho, bairro de São Mateus, em São Paulo (SP).

Uma cédula de cem cruzados novos, com a efígie de Cecília Meireles, é lançada pelo Banco Central do Brasil, no Rio de Janeiro (RJ), em 1989.

Em 1991, o nome da escritora é dado à Biblioteca Infanto-Juvenil no bairro Alto da Lapa, em São Paulo (SP).

O governo federal, por decreto, instituiu o ano de 2001 como "O Ano da Literatura Brasileira", em comemoração ao sesquicentenário de nascimento do escritor Silvio Romero e ao centenário de nascimento de Cecília Meireles, Murilo Mendes e José Lins do Rego.

Há uma rua com o seu nome em São Domingos de Benfica, uma freguesia da cidade de Lisboa. Na cidade de Ponta Delgada, capital do arquipélago dos Açores, há uma avenida com o nome da escritora, que era neta de açorianos.

Traduziu peças teatrais de Federico Garcia Lorca, Rabindranath Tagore, Rainer Rilke e Virginia Wolf.

Sua poesia, traduzida para o espanhol, francês, italiano, inglês, alemão, húngaro, hindu e urdu, e musicada por Alceu Bocchino, Luis Cosme, Letícia Figueiredo, Ênio Freitas, Camargo Guarnieri, Francisco Mingnone, Lamartine Babo, Bacharat, Norman Frazer, Ernest Widma e Fagner, foi assim julgada pelo crítico Paulo Rónai:

"Considero o lirismo de Cecília Meireles o mais elevado da moderna poesia de língua portuguesa. Nenhum outro poeta iguala o seu desprendimento, a sua fluidez, o seu poder transfigurador, a sua simplicidade e seu preciosismo, porque Cecília, só ela, se acerca da nossa poesia primitiva e do nosso lirismo espontâneo...A poesia de Cecília Meireles é uma das mais puras, belas e válidas manifestações da literatura contemporânea.


Bibliografia:

Tendo feito aos 9 anos sua primeira poesia, estreou em 1919 com o livro de poemas Espectros, escrito aos 16 e recebido com louvor por João Ribeiro.

Publicou a seguir:

Criança, meu amor, 1923
Nunca mais... e Poemas dos Poemas, 1923
Criança meu amor..., 1924
Baladas para El-Rei, 1925
O Espírito Vitorioso, 1929 (ensaio - Portugal)
Saudação à menina de Portugal, 1930
Batuque, Samba e Macumba, 1935 (ensaio - Portugal)
A Festa das Letras, 1937
Viagem, 1939
Vaga Música, 1942
Mar Absoluto, 1945
Rute e Alberto, 1945
Rui — Pequena História de uma Grande Vida, 1949 (biografia de Rui Barbosa para crianças)
Retrato Natural, 1949
Problemas de Literatura Infantil, 1950
Amor em Leonoreta, 1952
Doze Noturnos de Holanda & O Aeronauta, 1952
Romanceiro da Inconfidência, 1953
Batuque, 1953
Pequeno Oratório de Santa Clara, 1955
Pistóia, Cemitério Militar Brasileiro, 1955
Panorama Folclórico de Açores, 1955
Canções, 1956
Giroflê, Giroflá, 1956
Romance de Santa Cecília, 1957
A Bíblia na Literatura Brasileira, 1957
A Rosa, 1957
Obra Poética,1958
Metal Rosicler, 1960
Poemas Escritos na Índia, 1961
Poemas de Israel, 1963
Antologia Poética, 1963
Solombra, 1963
Ou Isto ou Aquilo, 1964
Escolha o Seu Sonho, 1964
Crônica Trovada da Cidade de Sam Sebastiam no Quarto Centenário da sua Fundação Pelo Capitam-Mor Estácio de Saa, 1965
O Menino Atrasado, 1966
Poésie (versão para o francês de Gisele Slensinger Tydel), 1967
Antologia Poética, 1968
Poemas italianos, 1968
Poesias (Ou isto ou aquilo & inéditos), 1969
Flor de Poemas, 1972
Poesias completas, 1973
Elegias, 1974
Flores e Canções, 1979
Poesia Completa, 1994
Obra em Prosa - 6 Volumes - Rio de Janeiro, 1998
Canção da Tarde no Campo, 2001
Episódio humano, 2007

Teatro:

1947 - O jardim
1947 - Ás de ouros
Observação: "O vestido de plumas"; "As sombras do Rio"; "Espelho da ilusão"; "A dama de Iguchi" (texto inspirado no teatro Nô, arte tipicamente japonesa), e "O jogo das sombras" constam como sendo da biografada, mas não são conhecidas.

OUTROS MEIOS:

1947 - Estréia "Auto do Menino Atrasado", direção de Olga Obry e Martim Gonçalves. música de Luis Cosme; marionetes, fantoches e sombras feitos pelos alunos do curso de teatro de bonecos.

1956/1964 - Gravação de poemas por Margarida Lopes de Almeida, Jograis de São Paulo e pela autora (Rio de Janeiro - Brasil)

1965 - Gravação de poemas pelo professor Cassiano Nunes (New York - USA).

1972 - Lançamento do filme "Os inconfidentes", direção de Joaquim Pedro de Andrade, argumento baseado em trechos de "O Romanceiro da Inconfidência".


Dados obtidos em livros da autora e sobre ela, e no site do Itaú Cultural.
Fonte pesquisada: Releituras

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