4 dicas para criar cursos imersivos

20 de ago de 2010

Venha participar de MOVIMENTO MARINA SILVA!

Semíramis Ale… 1 amigo
Vamos apoiar Marina Silva ?
Membros em MOVIMENTO MARINA SILVA:
Jenny Horta Jenny Horta ELCIO LUIZ ELCIO LUIZ Drix Ramos Drix Ramos anamaria schi… anamaria schindler evandro mesqu… evandro mesquita
Sobre MOVIMENTO MARINA SILVA
Por um Brasil Justo e Sustentável
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9 de ago de 2010

Curso: Formação de Educadores Espíritas da Infância - USE SP

 




Formação de Educadores Espíritas da Infância - USE SP

29 de agosto de 2010 (domingo – 13:30 às 18:30 horas)

 

Programa: A atividade de Educação Espírita Infanto-Juvenil (definição, objetivos); Componentes do processo (educadores, educandos, pais e dirigentes); Estruturando o Departamento (separação de turmas, espaço físico, materiais necessários, etc); Planejamento (geral, de temário); Elaboração de Aulas; Recursos Didáticos, etc.

 

Público-Alvo: Educadores (atuantes ou que pretendem iniciar a tarefa), Dirigentes, Interessados em geral. A partir de 18 anos.

 

Inscrições: pelo e-mail marthinharg@yahoo.com.braté 22 de agosto (ou enquanto houver vagas) – Vagas Limitadas –Taxa: R$ 5,00 (para lanche - pago no dia, favor levar trocado para facilitar).

Para se inscrever fornecer: nome completo, telefone e e-mail do participante; nome da Casa Espírita que freqüenta; cidade. Material referente ao curso será enviado, após realização do mesmo, por e-mail.

 

Local: Centro Espírita Gabriel Ferreira - Rua Kaneda, 474 – Vila Maria – São Paulo/SP

Como chegar: Carro = Marginal Tietê – Ponte Vila Maria – Av. Guilherme Cotching até o final – Subida à esquerda, R. Mere Amedéa até o final – Esquerda, na Av. Alberto Byington (ir até o fim passando por: Biblioteca Vila Maria/esquerda – Praça Maria Montessori e padaria Bole Bole/direita – Bancos Bradesco/esquerda – Itaú/direita – lombadas – Bazar Rosa/direita – Mercado Chinen/direita). No final da Av. Alberto Byington, vire à esquerda e, novamente, à primeira esquerda: estarão em frente ao Gabi (CE Gabriel Ferreira).

Como chegar: Ônibus = No terminal do metrô Santana, pegar ônibus 271 M (Santana – Parque Novo Mundo) e pedir para descer perto do Clube Cidade Thomaz Mazzoni. Em frente à entrada principal do clube, pegar pequena subida e virar a primeira esquerda: pronto, estará na rua do Gabi.

 

Obs.:Esta será a última turma do ano de 2010.

 

Beijinhos a todos. Se puder, ajudem a divulgar, por favor.

Marthinha

11-9765.1881


 



--
A.E.P.C - ALIANÇA ESPÍRITA DE PROPAGANDA E CARIDADE / Fundada em  31-03-1937

"A facilidade nunca ensinou nada a ninguém" FCX.

Curso Online Gratuito - Pedagogia Aplicada a Evangelização

 



 
CURSO DE PEDAGOGIA ESPÍRITA APLICADA

Prezados amigos,
 
O Curso de Pedagogia Espírita Aplicada à Evangelização será realizado online e gratuitamente.
Teremos também alguns encontros presenciais, a confirmar.  Veja os dados abaixo:
 
Início:  01/julho/2010
Público alvo: Professores, educadores, evangelizadores, pais e interessados na educação
Material:  Apostilas e livros em PDF,  material disponibilizado online no site www.pedagogiaespirita.org  e outros sites em parceria conosco.
Investimento:  Gratuito
Inscrições: pelo site www.pedagogiaespirita.org   item >  Curso de Pedagogia Aplicada à Evangelização
                 
Todo o material, aulas, discussões será vinculado através do Grupo de Pedagogia Espírita Aplicada - acesso pelo site acima.
Cada participante recebera o material através de e-mails, podendo ler e estudar no horário que lhe aprouver e participar com dúvidas, idéias e soluções por e-mail, no grupo.
 
Outras informações pelo site acima ou pelo e-mail: contato@pedagogiaespirita.org
 
O curso não é exclusivo para assinantes da Revista Pedagógica Espírita, no entanto, a revista estará também produzindo artigos, estudos e material para a prática pedagogica, sendo bastante útil aos interessados.
Outros materiais no formato de livros impressos, CDs, DVDs, etc. ficarão a critério de cada um que desejar adquirir. Nada é obrigatório.

 
Atenciosamente
 
Grupo Pedagogia Espírita Aplicada
Revista Pedagógica Espírita
IDE - Editora

OBS: Você está recebendo este e-mail porque está cadastrado para tal. Caso não deseje mais receber nosso contato, envie um e-mail para contato@pedagogiaespirita.org com o assunto REMOVER.

Visita aldeia Tekoa Pyaú

 
 
Queridos amigos !
 
Em 11 de julho estive visitando uma aldeia guarani na vila Jaraguá, e lá passamos o dia todo e para encerrar a visita resolvemos cantar e gravar.
Vocês poderão ver o vídeo acessando o link abaixo indicado.
 
 
Um belíssimo dia para todos.
 
Malu
 

 

ESTUDO: Tema da Semana (31/07/2010) - Dependência Química e a Família

CVDEE - Centro Virtual de Divulgação e Estudo do Espiritismo

www.cvdee.org.br - Sala Educar

Estudos destinados à Família e à Educação no Lar

Tema: Dependência Química e a Família


Período: 31.07.2010 a 07.08.2010


Olá amigos, tudo em paz? Vamos conversar um pouquinho ?  


Quando falamos em dependência química, nos vem à mente apenas drogas ilegais. Mas sabemos que existem muitas drogas legalizadas que fazem parte de muitas famílias, como cigarro e medicamentos. Em algumas famílias, um ou mais membros são dependentes tanto de drogas lícitas como ilícitas.


Então, vamos conversar?

1) O que fazer quando isso ocorre em nossa família, seja dentro da nossa casa ou com um parente próximo?

 
R. Apesar desta ser uma situação muito dificil emocionalmente, precisamos ter paciência e buscar entendimento médico, psicológico e espiritual sobre o assunto antes de tomar atitudes mais drásticas . E principalmente buscar a consciência do paciente para a necessidade de tratar-se. O apoio da família é fundamental para o  tratamento do dependente químico, e a família também deve tratar-se pois as consequencias psicológicas e os traumas são terríveis .  

2) Como explicamos à criança o que está acontecendo?

 
R. Dependendo da idade podemos explicar com mais clareza sobre o assunto, mas principalmente deixar claro para a criança que aquele problema é uma doença e como tal deve ser tratada, com paciência, compaixão, amor, fé, etc. É fundamental protegermos as crianças e as colocarmos em segurança , mas devemos evitar provocar o medo ou incitar a curiosidade.

3) Mesmo quando não há casos na família, conversam sobre o tema com seus filhos?

 
R. Sim, sem dúvida devemos preparar os nossos filhos para a realidade mesmo que ela não faça parte do nosso cotidiano ou pareça distante.
 
Abraços , paz e luz
 
Paty Bolonha

Reencarnação no Fantástico



 



Jim Tucker e Dora Incontri
falam de Reencarnação no Fantástico



Pesquisas científicas que evidenciam a reencarnação é tema de matéria da próxima edição do programa Fantástico (TV Globo).
O médico e pesquisador norte-americano Jim Tucker e a doutora em educação Dora Incontri foram entrevistados para falar sobre o assunto.
Tucker é o continuador do trabalho de Ian Stevenson, que conduziu uma pesquisa com mais de 2,5 mil casos de crianças de todas as partes do mundo que tiveram lembranças espontâneas de vidas passadas.
O médico estará no Brasil em setembro como palestrante do 1º Congresso Internacional de Educação e Espiritualidade, cuja coordenação geral é de Dora Incontri. Na entrevista, a educadora falará as evidências da reencarnação e sobre os impactos que a hipótese pode causar na Educação e na concepção de ser humano.
O programa Fantástico, exibido pela rede Globo, vai ao ar no próximo domingo (08 de agosto), às 20h30.

Após a exibição, a matéria estará disponível no site www.fantástico.globo.com

Divulguem aos amigos!
Mais um passo em direção ao novo paradigma da Educação!

**************

1º CONGRESSO INTERNACIONAL DE EDUCAÇÃO E ESPIRITUALIDADE
4º CONGRESSO BRASILEIRO DE PEDAGOGIA ESPÍRITA

4, 5 e 6 de setembro de 2010
Centro de Convenções Rebouças
São Paulo – SP


Informações e Inscrições
www.pedagogiaespirita.org.br
abpe@uol.com.br

  (11) 4032 8515  (11) 4032 8515 /   (11) 8155 8005  (11) 8155 8005 /  (11) 8155-8366  (11) 8155-8366 /  (11) 8568-7665  (11) 8568-7665

 


__________ Informação do ESET NOD32 Antivirus, versão da vacina 5267 (20100710) __________

A mensagem foi verificada pelo ESET NOD32 Antivirus.

http://www.eset.com

5 de ago de 2010

Superuniversidade mineira terá 99 opções de graduação

Superuniversidade mineira terá 99 opções de graduação

Entre os cursos oferecidos pelas sete universidades mineiras, alguns ocupam colocações de destaque no Enade

Marina Morena Costa e Carolina Rocha, iG São Paulo | 03/08/2010 20:33

 

 
A megauniversidade federal que está se desenhando em Minas Gerais oferecerá pelo menos 99 cursos diferentes em 17 cidades - entre cursos que se sobrepõem, as universidades terão 260 opções. O protocolo de intenções de um consórcio entre sete universidades federais mineiras – de Alfenas (Unifal), Itajubá (Unifei), Juiz de Fora (UFJF), Lavras (UFLA), São João del-Rei (UFSJ), Ouro Preto (UFOP) e Viçosa (UFV) – foi definido nesta terça-feira, em Viçosa. As instituições pretendem formar uma parceria que coloque todos os campus e cursos a disposição de seus alunos e pesquisadores.
Luis Claudio Costa, reitor Universidade de Viçosa, explica que será possível para os estudantes de graduação e pós-graduação realizar matérias optativas em instituições diferentes. "Isso dará uma qualidade maior aos cursos e aos nossos estudantes. Juntos nós podemos mais", afirma.
Entre as 99 graduações oferecidas há algumas entre as melhores do Brasil, segundo o Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) de 2008, como Arquitetura e Urbanismo na UFV (1º lugar) e Biologia na UFLA (2º lugar). Porém, há cursos mal avaliados, como Ciências da Computação na UFLA (666º lugar).
"A região tem uma característica única no Brasil. São sete universidades federais de excelência próximas, que foram nascendo de forma muito complementar, com cursos que se completam. Queremos atender às demandas estratégicas da região e do País", diz o reitor.
Segundo Costa, a autonomia das universidades será preservada e um conselho de reitores será formado para administrar o consórcio. "A partir do dia 15 de outubro teremos tudo formatado". Na próxima terça-feira, 10, o ministro da Educação, Fernando Haddad, irá se reunir com os reitores das universidades que compõem o consórcio em Divinópolis para assinar o protocolo.
No conjunto, as universidades federais têm campi em 17 cidades do sul e sudeste de Minas Gerais e polos de educação a distância em 55 municípios. O consórcio terá 3.500 professores, 4 mil técnicos administrativos, 41 mil alunos de graduação e 5,3 mil de pós-graduação.
Veja as diretrizes do protocolo assinado pelos reitores:
I- Promover a integração acadêmica nas áreas de ensino, pesquisa, extensão, gestão universitária e inovação;
II- Implementar políticas visando a integração e complementaridade de ações das Universidades Federais consorciadas;
III- Buscar práticas inovadoras e sinérgicas visando à otimização de recursos para o desenvolvimento e troca de tecnologias e conhecimento;
IV- Atuar em áreas estratégicas;
V- Promover técnicas inovadoras de ensino, pesquisa e extensão visando à formação e aperfeiçoamento de profissionais na busca de políticas de inclusão e de impacto para o desenvolvimento;
VI- Desenvolver pesquisas científicas de impacto social;
VII- Promover extensão de qualidade e inclusiva;
VIII- Participar do processo de desenvolvimento social, econômico e territorial em sua região de atuação.

 

3 de ago de 2010

Turma da Mônica Reencarnação

 

Muito lindo, vale a pena ler e indicar para a galerinha !!!
Clique na imagem e acompanhe pelo site
 

REPASSAR PARA TODAS AS CRIANÇAS E ADOLESCENTES ! Revista... R da Turma da Mônica sobre drogas

Repassem para todas as crianças e adolescentes que conheçam
 
 Revista da Turma da Mônica sobre drogas
 
Orientar é um ato de amor, educar é um ato de esperança
 
Abraços Fraternos
 
Semíramis

2 de ago de 2010

Bullying - é hora disso acabar!

Bullying é um termo inglês utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo (bully - «tiranete» ou «valentão») ou grupo de indivíduos com o objetivo de intimidar ou agredir outro indivíduo (ou grupo de indivíduos) incapaz(es) de se defender. Também existem as vítimas/agressoras, ou autores/alvos, que em determinados momentos cometem agressões, porém também são vítimas de bullying pela turma.
Quando adolescente sofri Bullying. Na época não encaravam como um distúrbio comportamental e nem discriminação. Nas escolas não havia um aconselhamento pedagógico ou psicológico. Os adolescentes que sofriam perseguições eram tidos como problemáticos, que não se adaptavam ao grupo, ou mimados que não se adaptavam as exigências do sistema. Quantas vezes me via obrigada a ir a escola... era para mim o maior dos sacrifícios. Por mais que gostasse de estudar, chegar num lugar onde se é discriminada e não ter quem te defenda, ter que ouvir insultos, deboches, sem ter a quem recorrer é uma ferida profunda que o tempo não apaga.
O Bullying é um ato covarde. É a incapacidade de ver o outro como semelhante. Lamentavelmente muitos pais e professores desconhecem esse tipo  de discriminação, por acreditar que seja apenas uma fase de adaptação ao grupo e que com o decorrer do tempo o filho achará até normal. Só que é tempo suficiente para que o estrago se torne irrecuperável.
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=Z6HN1JVBHCU]
maiores informações e órgãos a recorrer -  http://www.bullying.com.br/  Amigos das vítimas de Bullying escolar / Ideais de Paz /

Informações Wikipedia

 

Caracterização do bullying

No uso coloquial entre falantes de língua inglesa, bullying é frequentemente usado para descrever uma forma de assédio interpretado por alguém que está, de alguma forma, em condições de exercer o seu poder sobre alguém ou sobre um grupo mais fraco. O cientista sueco - que trabalhou por muito tempo em Bergen (Noruega) - Dan Olweus define bullying em três termos essenciais:[2]
  1. o comportamento é agressivo e negativo;
  2. o comportamento é executado repetidamente;
  3. o comportamento ocorre num relacionamento onde há um desequilíbrio de poder entre as partes envolvidas.
O bullying divide-se em duas categorias:[1]
  1. bullying direto;
  2. bullying indireto, também conhecido como agressão social
O bullying direto é a forma mais comum entre os agressores (bullies) masculinos. A agressão social ou bullying indireto é a forma mais comum em bullies do sexo feminino e crianças pequenas, e é caracterizada por forçar a vítima ao isolamento social. Este isolamento é obtido através de uma vasta variedade de técnicas, que incluem:
  • espalhar comentários;
  • recusa em se socializar com a vítima
  • intimidar outras pessoas que desejam se socializar com a vítima
  • criticar o modo de vestir ou outros aspectos socialmente significativos (incluindo a etnia da vítima, religião, incapacidades etc).
O bullying pode ocorrer em situações envolvendo a escola ou faculdade/universidade, o local de trabalho, os vizinhos e até mesmo países. Qualquer que seja a situação, a estrutura de poder é tipicamente evidente entre o agressor (bully) e a vítima. Para aqueles fora do relacionamento, parece que o poder do agressor depende somente da percepção da vítima, que parece estar a mais intimidada para oferecer alguma resistência. Todavia, a vítima geralmente tem motivos para temer o agressor, devido às ameaças ou concretizações de violência física/sexual, ou perda dos meios de subsistência.
A legislação jurídica do estado de São Paulo define bullying como atitudes de violência física ou psicológica, que ocorrem sem motivação evidente praticadas contra pessoas com o objetivo de intimidá-las ou agredí-las, causando dor e angústia. [3]
Os atos de bullying configuram atos ilícitos, não porque não estão autorizados pelo nosso ordenamento jurídico mas por desrespeitarem princípios constitucionais (ex: dignidade da pessoa humana) e o Código Civil, que determina que todo ato ilícito que cause dano a outrem gera o dever de indenizar. A responsabilidade pela prática de atos de bullying pode se enquadrar também no Código de Defesa do Consumidor, tendo em vista que as escolas prestam serviço aos consumidores e são responsáveis por atos de bullying que ocorram nesse contexto.[4]

Características dos bullies

Pesquisas[5] indicam que adolescentes agressores têm personalidades autoritárias, combinadas com uma forte necessidade de controlar ou dominar. Também tem sido sugerido[6] que um deficiente em habilidades sociais e um ponto de vista preconceituoso sobre subordinados podem ser fatores de risco em particular. Estudos adicionais[7] têm mostrado que enquanto inveja e ressentimento podem ser motivos para a prática do bullying, ao contrário da crença popular, há pouca evidência que sugira que os bullies sofram de qualquer déficit de auto-estima.[8] Outros pesquisadores também identificaram a rapidez em se enraivecer e usar a força, em acréscimo a comportamentos agressivos, o ato de encarar as ações de outros como hostis, a preocupação com a auto-imagem e o empenho em ações obsessivas ou rígidas.[9] É freqüentemente sugerido que os comportamentos agressivos têm sua origem na infância:
"Se o comportamento agressivo não é desafiado na infância, há o risco de que ele se torne habitual. Realmente, há evidência documental que indica que a prática do bullying durante a infância põe a criança em risco de comportamento criminoso e violência doméstica na idade adulta."[10]
O bullying não envolve necessariamente criminalidade ou violência. Por exemplo, o bullying frequentemente funciona através de abuso psicológico ou verbal.

Tipos de bullying

Os bullies usam principalmente uma combinação de intimidação e humilhação para atormentar os outros. Abaixo, alguns exemplos das técnicas de bullying:
  • Insultar a vítima; acusar sistematicamente a vítima de não servir para nada.
  • Ataques físicos repetidos contra uma pessoa, seja contra o corpo dela ou propriedade.
  • Interferir com a propriedade pessoal de uma pessoa, livros ou material escolar, roupas, etc, danificando-os
  • Espalhar rumores negativos sobre a vítima.
  • Depreciar a vítima sem qualquer motivo.
  • Fazer com que a vítima faça o que ela não quer, ameaçando a vítima para seguir as ordens.
  • Colocar a vítima em situação problemática com alguém (geralmente, uma autoridade), ou conseguir uma ação disciplinar contra a vítima, por algo que ela não cometeu ou que foi exagerado pelo bully.
  • Fazer comentários depreciativos sobre a família de uma pessoa (particularmente a mãe), sobre o local de moradia de alguém, aparência pessoal, orientação sexual, religião, etnia, nível de renda, nacionalidade ou qualquer outra inferioridade depreendida da qual o bully tenha tomado ciência.
  • Isolamento social da vítima.
  • Usar as tecnologias de informação para praticar o cyberbullying (criar páginas falsas sobre a vítima em sites de relacionamento, de publicação de fotos etc).
  • Chantagem.
  • Expressões ameaçadoras.
  • Grafitagem depreciativa.
  • Usar de sarcasmo evidente para se passar por amigo (para alguém de fora) enquanto assegura o controle e a posição em relação à vítima (isto ocorre com freqüência logo após o bully avaliar que a pessoa é uma "vítima perfeita").
  • Fazer que a vitima passe vergonha na frente de varias pessoas

Locais de bullying

O bullying pode acontecer em qualquer contexto no qual seres humanos interajam, tais como escolas, universidades, famílias, entre vizinhos e em locais de trabalho.

Escolas

Em escolas, o bullying geralmente ocorre em áreas com supervisão adulta mínima ou inexistente. Ele pode acontecer em praticamente qualquer parte, dentro ou fora do prédio da escola.[11]
Um caso extremo de bullying no pátio da escola foi o de um aluno do oitavo ano chamado Curtis Taylor, numa escola secundária em Iowa, Estados Unidos, que foi vítima de bullying contínuo por três anos, o que incluía alcunhas jocosas, ser espancado num vestiário, ter a camisa suja com leite achocolatado e os pertences vandalizados. Tudo isso acabou por o levar ao suicídio em 21 de Março de 1993. Alguns especialistas em "bullies" denominaram essa reação extrema de "bullycídio". Os que sofrem o bullying acabam desenvolvendo problemas psíquicos muitas vezes irreversíveis, que podem até levar a atitudes extremas como a que ocorreu com Jeremy Wade Delle. Jeremy se matou em 8 de janeiro de 1991, aos 15 anos de idade, numa escola na cidade de Dallas, Texas, EUA, dentro da sala de aula e em frente de 30 colegas e da professora de inglês, como forma de protesto pelos atos de perseguição que sofria constantemente. Esta história inspirou uma música (Jeremy) interpretada por Eddie Vedder, vocalista da banda estadunidense Pearl Jam.
Nos anos 1990, os Estados Unidos viveram uma epidemia de tiroteios em escolas (dos quais o mais notório foi o massacre de Columbine). Muitas das crianças por trás destes tiroteios afirmavam serem vítimas de bullies e que somente haviam recorrido à violência depois que a administração da escola havia falhado repetidamente em intervir. Em muitos destes casos, as vítimas dos atiradores processaram tanto as famílias dos atiradores quanto as escolas. Como resultado destas tendências, escolas em muitos países passaram a desencorajar fortemente a prática do bullying, com programas projetados para promover a cooperação entre os estudantes, bem como o treinamento de alunos como moderadores para intervir na resolução de disputas, configurando uma forma de suporte por parte dos pares.
O bullying nas escolas (ou em outras instituições superiores de ensino) pode também assumir, por exemplo, a forma de avaliações abaixo da média, não retorno das tarefas escolares, segregação de estudantes competentes por professores incompetentes ou não-atuantes, para proteger a reputação de uma instituição de ensino. Isto é feito para que seus programas e códigos internos de conduta nunca sejam questionados, e que os pais (que geralmente pagam as taxas), sejam levados a acreditar que seus filhos são incapazes de lidar com o curso. Tipicamente, estas atitudes servem para criar a política não-escrita de "se você é estúpido, não merece ter respostas; se você não é bom, nós não te queremos aqui". Frequentemente, tais instituições (geralmente em países asiáticos) operam um programa de franquia com instituições estrangeiras (quase sempre ocidentais), com uma cláusula de que os parceiros estrangeiros não opinam quanto a avaliação local ou códigos de conduta do pessoal no local contratante. Isto serve para criar uma classe de tolos educados, pessoas com títulos acadêmicos que não aprenderam a adaptar-se a situações e a criar soluções fazendo as perguntas certas e resolvendo problemas.
No Brasil, uma pesquisa realizada em 2010 com 5.168 alunos de 25 escolas públicas e particulares revelou que as humilhações típicas do bullying são comuns em alunos da 5ª e 6ª séries. Entre todos os entrevistados, pelo menos 17% estão envolvidos com o problema -seja intimidando alguém, sendo intimidados ou os dois. A forma mais comum é a cibernética, a partir do envio de e-mails ofensivos e difamação em sites de relacionamento como o Orkut[12].
Em 2009, uma pesquisa pelo IBGE apontou as cidades de Brasília e Belo Horizonte como as capitais brasileiras com maiores índices de bullying, com 35,6% e 35,3%, respectivamente, de alunos que declararam esse tipo de violência nos últimos 30 dias[13].
Na Grande São Paulo, uma menina apanhou até desmaiar por colegas que a perseguiam[14] e em Porto Alegre um jovem foi morto com arma de fogo durante um longo processo de bullying[15].

Condenações legais

Dado que a cobertura da mídia tem exposto o quão disseminada é a práctica do bullying, os júris estão agora mais inclinados do que nunca a simpatizar com as vítimas. Em anos recentes, muitas vítimas têm movido ações judiciais diretamente contra os agressores por "imposição intencional de sofrimento emocional", e incluindo suas escolas como acusadas, sob o princípio da responsabilidade conjunta. Vítimas norte-americanas e suas famílias têm outros recursos legais, tais como processar uma escola ou professor por falta de supervisão adequada, violação dos direitos civis, discriminação racial ou de gênero ou assédio moral.
Em maio de 2010 a Justiça obrigou os pais de um aluno do Colégio Santa Doroteia, no bairro Sion de Belo Horizonte a pagar uma indenização de R$ 8 mil a uma garota de 15 anos por conta de bullying [16]. A estudante foi classificada como G.E. (sigla para integrantes de grupo de excluídos) por ser supostamente feia e as insinuações se tornaram frequentes com o passar do tempo, e entre elas, ficaram as alcunhas de tábua, prostituta, sem peito e sem bunda.[17][18] Os pais da menina alegaram que procuraram a escola, mas não conseguiram resolver a questão. [19][20] O juiz relatou que as atitudes do adolescente acusado pareciam não ter "limite" e que ele "prosseguiu em suas atitudes inconvenientes de 'intimidar'", o que deixou a vítima, segundo a psicóloga que depôs no caso, "triste, estressada e emocionalmente debilitada"[21]. O colégio de classe média alta não foi responsabilizado.[21]
Na USP, o jornal estudantil O Parasita ofereceu um convite a uma "festa brega" aos estudantes do curso que, em troca, jogarem fezes em um gay. [22][23] Um dos alunos a quem o jornal faz referência chegou a divulgar, em outra ocasião, estudantes da Farmácia chegaram a atirar uma lata de cerveja cheia em um casal de homossexuais, que também era do curso, durante o tradicional happy hour de quinta-feira na Escola de Comunicações e Artes da USP. Ele disse que não pretende tomar nenhuma providência judicial contra os colegas, embora tenha ficado revoltado com a publicação da cartilha. [23]
Também em junho de 2010, um aluno de nona série do Colégio Neusa Rocha, no Bairro São Luiz, na região da Pampulha de Belo Horizonte foi espancado na saída de seu colégio, com a ajuda de mais seis estudantes armados com soco inglês. [24] A vítima ficou sabendo que o grupo iria atacar outro colega por ele ser "folgado e atrevido", sendo inclusive convidada a participar da agressão.[25]
Em entrevista ao Estado de Minas, disse: Eles me chamaram para brigar com o menino. Não aceitei e fui a contar a ele o que os outros estavam querendo fazer, como forma de alertá-lo. Quando a dupla soube que contei, um deles colocou o dedo na minha cara e me ameaçou dentro de sala, durante aula de ciências. Ele ainda ligou, escondido, pelo celular, para outro colega, que estuda pela manhã, e o chamou para ir à tarde na escola.[26]
Durante 2010, Bárbara Evans, filha da modelo Monique Evans, estudante da Universidade Anhembi Morumbi, em São Paulo (onde cursa o primeiro ano de Nutrição), entrou na Justiça com um processo de bullying realisado por seus colegas.[27] No sábado à noite, o muro externo do estacionamento do campus Centro foi pichado com ofensas a ela e a sua mãe. [28]
Em recente julgado no Rio Grande do Sul (Proc. nº 70031750094 da 6ª Câmara Cível do TJRS), a mãe do bullie foi condenada civilmente a pagar indenização no valor de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) à vítima. Foi um legítimo caso de cyberbullying, já que o dano foi causado através da Internet, em fotolog (flog) hospedado pelo Portal Terra. No caso, o Portal não foi responsabilizado, pois retirou as informações do ar em uma semana. Não ficou claro, entretanto, se foi uma semana após ser avisado informalmente ou após ser judicialmente notificado.[29]

Local de trabalho

O bullying em locais de trabalho (algumas vezes chamado de "Bullying Adulto") é descrito pelo Congresso Sindical do Reino Unido[30] como:
"Um problema sério que muito frequentemente as pessoas pensam que seja apenas um problema ocasional entre indivíduos. Mas o bullying é mais do que um ataque ocasional de raiva ou briga. É uma intimidação regular e persistente que solapa a integridade e confiança da vítima do bully. E é frequentemente aceita ou mesmo encorajada como parte da cultura da organização".

Vizinhança

Entre vizinhos, o bullying normalmente toma a forma de intimidação por comportamento inconveniente, tais como barulho excessivo para perturbar o sono e os padrões de vida normais ou fazer queixa às autoridades (tais como a polícia) por incidentes menores ou forjados. O propósito desta forma de comportamento é fazer com que a vítima fique tão desconfortável que acabe por se mudar da propriedade. Nem todo comportamento inconveniente pode ser caracterizado como bullying: a falta de sensibilidade pode ser uma explicação.

Política

O bullying entre países ocorre quando um país decide impôr sua vontade a outro. Isto é feito normalmente com o uso de força militar, a ameaça de que ajuda e doações não serão entregues a um país menor ou não permitir que o país menor se associe a uma organização de comércio. cada pessoa que ser agredida, deve também cometer o mesmo ato, assim termina com o agressor.

Militar

Em 2000 o Ministério da Defesa (MOD) do Reino Unido definiu o bullying como : "…o uso de força física ou abuso de autoridade para intimidar ou vitimizar outros, ou para infligir castigos ilícitos".[31] Todavia, é afirmado que o bullying militar ainda está protegido contra investigações abertas. O caso das Deepcut Barracks, no Reino Unido, é um exemplo do governo se recusar a conduzir um inquérito público completo quanto a uma possível prática de bullying militar. Alguns argumentam que tal comportamento deveria ser permitido por causa de um consenso acadêmico generalizado de que os soldados são diferentes dos outros postos. Dos soldados se espera que estejam preparados para arriscarem suas vidas, e alguns acreditam que o seu treinamento deveria desenvolver o espirito de corpo para aceitar isto.[32] Em alguns países, rituais humilhantes entre os recrutas têm sido tolerados e mesmo exaltados como um "rito de passagem" que constrói o caráter e a resistência; enquanto em outros, o bullying sistemático dos postos inferiores, jovens ou recrutas mais fracos pode na verdade ser encorajado pela política militar, seja tacitamente ou abertamente (veja dedovschina). Também, as forças armadas russas geralmente fazem com que candidatos mais velhos ou mais experientes abusem - com socos e pontapés - dos soldados mais fracos e menos experientes..[33]

Alcunhas ou apelidos (dar nomes)

Normalmente, uma alcunha (apelido) é dada a alguém por um amigo, devido a uma característica única dele. Em alguns casos, a concessão é feita por uma característica que a vítima não quer que seja chamada, tal como uma orelha grande ou forma obscura em alguma parte do corpo. Em casos extremos, professores podem ajudar a popularizá-la, mas isto é geralmente percebido como inofensivo ou o golpe é sutil demais para ser reconhecido. Há uma discussão sobre se é pior que a vítima conheça ou não o nome pelo qual é chamada. Todavia, uma alcunha pode por vezes tornar-se tão embaraçosa que a vítima terá de se mudar (de escola, de residência ou de ambos).

Ver também

Referências

  1. O que é Bullying? em bullying.com.br
  2. Student Reports of Bullying, Resultados do 2001 School Crime Supplement to the National Crime Victimization Survey, US National Center for Education Statistics
  3. Vítima de bullying não sabe por que apanhou, e mãe diz que ela podia morrer (ao final do texto), acessado em 20 de maio de 2010
  4. CALHAU, Lélio Braga. Bullying: o que você precisa saber. RJ, Impetus, 2009, p. 21-36.
  5. The Harassed Worker, Brodsky, C. (1976), D.C. Heath and Company, Lexington, Massachusetts.
  6. Petty tyranny in organizations , Ashforth, Blake, Human Relations, Vol. 47, No. 7, 755-778 (1994)
  7. Bullying and emotional abuse in the workplace. International perspectives in research and practice, Einarsen, S., Hoel, H., Zapf, D., & Cooper, C. L. (Eds.)(2003), Taylor & Francis, London.
  8. Bullies and their victims: Understanding a pervasive problem in the schools, Batsche, G. M., & Knoff, H. M. (1994) School PSYCHOLOGY REVIEW, 23 (2), 165-174. EJ 490 574.
  9. Areas of Expert Agreement on Identification of School Bullies and Victims, Hazler, R. J., Carney, J. V., Green, S., Powell, R., & Jolly, L. S. (1997). School Psychology International, 18, 3-12.
  10. Anti-Bullying Center Trinity College, Dublin.
  11. [http://revistaescola.abril.com.rjyfbyfvbtebgtgbdegvtrt rafaela ! carlos dããã~ br/crianca-e-adolescente/comportamento/bullying-preciso-levar-serio-431385.shtml NOVA ESCOLA - REPORTAGEM - Bullying: é preciso levar a sério ao primeiro sinal]
  12. Humilhações afetam mais alunos de 5ª e 6ª séries - Folha de S.Paulo, 15 de abril de 2010 (visitado em 15-4-2010)
  13.  Teixeira, Tâmara. (21 de maio de 2010). [Acusado de bullying vai recorrer de condenação http://otempo.com.br/otempo/noticias/?IdEdicao=1667&IdCanal=6&IdSubCanal=&IdNoticia=141597&IdTipoNoticia=1]. Jornal O Tempo, acesso em 21 de maio de 2010
  14. G1 > Edição São Paulo - NOTÍCIAS - Vítima de bullying não sabe por que apanhou, e mãe diz que ela podia morrer. Página visitada em 11 de Junho de 2010.
  15. Jovem é morto devido a suposto caso de bullying em Porto Alegre - educacao - Estadao.com.br. Página visitada em 11 de Junho de 2010.
  16. G1 - Psicóloga foi testemunha em caso de bullying que gerou indenização - notícias em Vestibular e Educação. Página visitada em 11 de Junho de 2010.
  17. Garoto multado por bullying xingou vítima de "prostituta" - Terra - Comportamento. Página visitada em 11 de Junho de 2010.
  18. Aluno terá de pagar R$ 8 mil por bullying - vida - Estadao.com.br. Página visitada em 11 de Junho de 2010.
  19. Condenado por bullying. Página visitada em 11 de Junho de 2010.
  20. http://www.band.com.br/jornalismo/cidades/conteudo.asp?ID=304601
  21. a b Peixoto, Paulo. (20 de maio de 2010). Justiça condena pais de aluno por bullying. Caderno Cotidiano. Folha de S.Paulo
  22. G1 - Jornal de alunos de farmácia da USP pede para jogar fezes em gays - notícias em São Paulo. Página visitada em 11 de Junho de 2010.
  23. a b Publicação da USP que incitou violência a homossexuais pede desculpas por - Guia do Estudante. Página visitada em 11 de Junho de 2010.
  24. Bullying acaba em agressão e caso vai parar na delegacia O Tempo, Acessado em 26 de junho de 2010
  25. Bullying acaba em agressão e caso vai parar na delegacia O Tempo, Acessado em 26 de junho de 2010
  26. Bullying em Belo Horizonte Acessado em 26 de junho de 2010
  27. http://ego.globo.com/Gente/Noticias/0,,MUL1602352-9798,00-MONIQUE+EVANS+QUER+QUE+PICHADOR+PAGUE+TERAPIA+PARA+BARBARA+EVANS.html
  28. http://veja.abril.com.br/noticia/celebridades/barbara-evans-filha-monique-evans-vitima-bullying
  29. Inédita condenação por "bullying" no RS
  30. Bullied at work? Don't suffer in silence in Trades Union Congress - TUC.
  31. The Values and Standards of the British Army – A Guide to Soldiers, Ministry of Defence, GB, Março de 2000, parágrafo 23.
  32. Social Psychology of the Individual Soldier, Jean M. Callaghan e Franz Kernic, 2003, Armed Forces and International Security: Global Trends and Issues, Lit Verlag, Munster
  33. Military bullying a global problem, BBC, GB, segunda-feira, 28 de novembro de 2005.

Ligações externas

 Do site Ideais de Paz

 
Cléo Fante participa de fórum sobre Cyberbullying
Até o final de julho, a especialista em violência escolar responde a todas as dúvidas sobre as agressões no ambiente virtual, que ganham cada vez mais força entre os estudantes.
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Duas crianças conversam, brincam e não se desgrudam o tempo todo. A cena é comum, mas agora está causando polêmica e sendo minada por pedagogos norte-americanos. Isso porque eles chegaram à conclusão de que este tipo de relação, onde há a figura do melhor amigo, pode ser destrutiva para as crianças. "Nós conversamos com os alunos e trabalhamos para que eles tenham um grupo maior de amigos, e que não sejam possessivas", declarou Christine Laycob, diretora da Mary Institute e do Saint Louis Country Day School, em St. Louis, ao jornal The New York Times.
 Lei inclui medidas de combate ao bullying nas escolas de CG
Foi publicada nesta quinta-feira (17/06), no Diário Oficial de Campo Grande (Diogrande), a lei n° 4.854 que dispõe sobre a inclusão de medidas de conscientização, prevenção e combate ao bulliyng escolar no projeto pedagógico elaborado pelas escolas municipais de Campo Grande.
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Serginho Groismann lidera campanha contra bullying
A Globo colocará no ar nos próximos dias uma campanha para combater a prática do bullying, violência física e psicológica praticada entre crianças e adolescentes, geralmente em ambiente escolar, e que em muitos casos tem graves consequências. A campanha será protagonizada por Serginho Groismann, que convida as pessoas a falarem sobre o assunto com filhos, alunos e amigos. O vídeo entrará no ar nos intervalos da programação da emissora.
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O dia 15 de julho passa a ser o Dia Municipal de Prevenção e Combate ao Bullying Escolar, em Venâncio Aires. A iniciativa da vereadora Izaura Bergmann Landim (PP) deve se tornar lei nos próximos dias, quando o prefeito Airton Artus sanciona o projeto, aprovado por unanimidade pelos vereadores na sessão ordinária de 31 de maio. Conforme a vereadora, a intenção é promover no âmbito escolar e na sociedade o debate sobre esse tipo de violência nos colégios, contribuindo para o processo de informação, reflexão e desenvolvimento de ações que possam visar ao diagnóstico e prevenção do problema.
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Câmara Municipal de Porto Alegre cria lei contra bullying
Prevenir a humilhação e a violência entre colegas de escola é o principal objetivo de um projeto de lei aprovado ontem por unanimidade na Câmara Municipal de Porto Alegre. De autoria do vereador Mauro Zacher (PDT), a proposta é combater o bullying com políticas permanentes nas escolas da capital gaúcha.
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 Reunião do Sistema Anglo de Ensino. Confira nele a entrevista com a Professora Cleo Fante sobre bullying escolar.
Clique aqui!

 

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