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10 de mai de 2017

Passeio gratuito pelo circuito dá herança africana

NÃO DEIXEM DE PARTICIPAR 
PASSEIO AULA GRATUITO PELO CIRCUITO DA HERANÇA AFRICANA
e enviar preenchida para circuito@pretosnovos.com.br

Datas disponíveis
Maio
Terça-feira, 9, às 9h
Terça-feira, 16, às 14h
Terça-feira, 23, às 9h
Terça-feira, 27, às 14h
OBS :Favor nos avisar o dia que pretende participar
PASSEIO AULA GRATUITO!!!

13 de abr de 2017

Próximos eventos realizados pela UFF (Calendário)

Próximos eventos realizados pela UFF (Calendário)

Maiores infos http://www.uff.br/?q=eventos

Ceg e Senai oferecem curso gratuito para formação de 96 técnicos - INSCRIÇÕES SÓ ATÉ HOJE, 13/04!!!


Ceg e Senai oferecem curso gratuito para formação de 96 técnicosCurso gratuito será realizado na Zona Norte do Rio Foto: Divulgação
Fonte Jornal Extra

A Ceg, por meio da Fundação Gas Natural Fenosa, e o Senai vão oferecer uma formação gratuita para técnicos de inspeção periódica e de autovistoria de instalações prediais a gás. O processo seletivo está com inscrições abertas para 96 vagas, e as aulas serão realizadas no Senai Tijuca, na Zona Norte do Rio.

Para participar, é necessário ter 18 anos e ensino médio completo com formação técnica em Mecânica ou Edificações e registro ativo junto ao CREA.


Os candidatos serão avaliados, em um primeiro momento, por provas de português e matemática. Os aprovados passarão pela segunda etapa, com entrevistas.

As inscrições começaram nesta quarta-feira, dia 29, e seguem até o dia 13 de abril. O cadastro é realizado no setor de atendimento do Senai Tijuca, na Rua Moraes e Silva 53, de segunda a sexta, das 7h às 18h30.

De acordo com a Ceg, o projeto surgiu a partir da grande demanda do mercado por profissionais aptos a atuarem no ramo gasista, já que a lei 6.890 determina que os consumidores realizem a cada cinco anos uma autovistoria nas instalações e aparelhos a gás.

Mais informações pelo telefone (21) 3872-9737.


Leia mais: http://extra.globo.com/emprego/capacitacao/ceg-senai-oferecem-curso-gratuito-para-formacao-de-96-tecnicos-21129326.html#ixzz4e8hgXuxW

5 de abr de 2017

Seminário: Novos Caminhos da Educação 20/05 - Rio de Janeiro


04/04 às 23h30

Novos Caminhos da Educação é tema do Seminário promovido pela Solar Meninos de Luz
Jornal do Brasil




Em 20 de maio, o Solar Meninos de Luz, instituição que desenvolve Educação Integral há 25 anos, promove o I Seminário Solar de Educação com o tema Novos Caminhos da Educação. A programação tem o foco na reflexão e discussão sobre os desafios e resultados encontrados nesta área, sob o olhar de educadores de referência nacional e internacional.


O seminário, que será anual, é dirigido nessa primeira edição a Pedagogos, psicólogos, psicopedagogos, diretores de escola, professores, estudantes de pós-graduação e demais interessados no assunto.

O Professor Português José Pacheco participa do seminário como convidado especial. Referência internacional de Educação, Pacheco fundou a Escola da Ponte em Portugal em 1976 - instituição que se notabilizou pelo projeto educativo baseado na autonomia dos estudantes -, além de fundar e participar do conselho da Escola Projeto Âncora, em Cotia/SP, que apresenta a mesma proposta educacional. O professor palestrará sobre o tema Mudanças inovadoras no século XXI e os desafios da Educação tradicional brasileira.

O Solar Meninos de Luz


O Solar Meninos de Luz é uma associação civil e filantrópica. Promove há 25 anos a Educação Integral para 400 crianças dos 3 meses aos 18 anos (Berçário ao Ensino Médio), moradores das comunidades do Pavão-Pavãozinho e Cantagalo, em Copacabana, no Rio de Janeiro. Oferece Educação holística, humanista e preventiva em 10 horas diárias, e mais de 30 atividades complementares nas áreas da cultura, esporte e educação; possibilita oportunidades para intercâmbio estudantil internacional e encaminhamento ao ensino superior, com bolsas de estudo, e ao mercado de trabalho. Sua atuação atinge 4.500 beneficiários, através de 3 Programas: Educação Integral, Família/Escola e Família/Comunidade, cujos objetivos são Educação formal e complementar do nascimento até a maioridade dos alunos, e assistência sócio educacional às famílias mais vulneráveis da Comunidade.


Programação


8h30 às 9h - Credenciamento/Coffee Break

9h às 9h20 - Abertura

Iolanda Maltaroli (Solar Meninos de Luz) - Apresentação Solar Meninos de Luz - Educação Integral Ronaldo Mota (Estácio) - Impacto das inovações tecnológicas nos resultados educacionais

9h20 às 10h20 - Mesa 1 - Novos Caminhos da Educação

Mediador: Antonio Góis

Debatedores:

Iolanda Maltaroli - Educação moral/afeto

Vilma Justina da Silva (Instituto Alana) - O brincar e o desenvolvimento integral da criança

Álvaro Dantas - Comunicação afetiva

10h20 às 11h10 - Palestra Helena Singer - Educação Integral

11h10 às 11h25 - Coffee

11h25 às 12h15 - Palestra Giseli Barreto da Cruz - Formação e trabalho do Professor, um Educador

12h15 às 13h35 - Almoço livre

13h35 às 14h35 - Mesa 1 - Práticas Inovadoras

Mediadora: Ivonete Mendes

Debatedores:

Rafael Betencourt - Educação por projetos e a visão sistêmica do aprendizado

Marcella Albaine - (Re) criando com a linguagem digital

Cybelle Borges - Consciência linguística e o ensino da escrita

14h35 às 14h55 - Coffee

14h55 às 16h15 - Palestra José Pacheco - Inovações no século XXI e os desafios da Educação tradicional brasileira

16h15 às 16h20 – Encerramento

Serviço: I Seminário Solar de Educação

Data: 20 de maio de 2017, sábado, das 8h30 às 16h30

Local: Auditório Universidade Estácio de Sá - Unidade Tom Jobim Centro Empresarial Barra Shopping - Av. das Américas, 4.200 - Bloco II - Barra da Tijuca

Valor da inscrição: Até 15/04: R$100,00 De 16/04 a 06/05: R$120,00 De 07/05 a 20/05: R$140,00

Inscrição: https://www.sympla.com.br/i-seminario-solar-de-educacao-novos-caminhos-da-educacao__121038


Tags: discussão, ensino, pedagogos, professores, programação, psicólogos, psicopedagogos, reflexão

20 municípios e os estados de MG e RJ ainda não sancionaram seus planos de educação

20 municípios e os estados de MG e RJ ainda não sancionaram seus planos de educação

Embora todos os municípios já tenham elaborado o documento-base, alguns deles, em cinco estados, ainda não terminaram o processo de transformá-lo em lei sancionada.


O MEC considera que o plano está "finalizado" quando as redes conseguem elaborar o projeto de lei (os passos seguintes dependem do Legislativo). Nesse caso, dois municípios e o estado do Rio de Janeiro ainda não cumpriram o esperado. Embora não haja uma regulamentação específica para o descumprimento do prazo no PNE, gestores podem ser multados ou responder a ações por improbidade em casos de omissão.
Os dois estados que ainda não sancionaram seus planos são Minas Gerais e Rio de Janeiro. Já entre os 20 municípios, o Rio de Janeiro é a única capital que não finalizou o processo. Os demais municípios estão distribuídos em cinco estados. Veja a lista:
Municípios que ainda não sancionaram o Plano Municipal de Educação até 23 de março de 2017:
  1. Santa Maria da Vitória (BA)
  2. Crisópolis (BA)
  3. Miguel Calmon (BA)
  4. Barreiras (BA)
  5. Ibatiba (ES)
  6. Iúna (ES)
  7. Juiz de Fora (MG)
  8. Conceição de Ipanema (MG)
  9. Patrocínio do Muriaé (MG)
  10. Volta Redonda (RJ)
  11. Rio de Janeiro (RJ)
  12. Cosmópolis (SP)
  13. Guarulhos (SP)
  14. Vargem (SP)
  15. Iaras (SP)
  16. Chavantes (SP)
  17. Matão (SP)
  18. Ribeirão Preto (SP)
  19. Colômbia (SP)
  20. Louveira (SP)
Dessa lista, todos os municípios já estão nas fases mais avançadas do processo: só dois (Santa Maria da Vitória, Patrocínio do Muriaé) já chegaram a elaborar o documento-base, mas ainda não elaboraram o projeto de lei . Outros três (Iúna, Cosmópolis e Guarulhos) já elaboraram o projeto de lei. Os demais municípios já enviaram o projeto de lei ao Legislativo, mas ele ainda não foi votado. Há duas exceções: Em Louveira, o MEC diz que a lei já foi aprovada, mas não foi sancionada, de acordo com a lista mantida pelo governo federal. Em juiz de Fora, o texto foi aprovado na segunda-feira (27) após oito sessões de discussão do assunto.
No Rio de Janeiro, o projeto de lei é o de nº 142 de 2016, De acordo com a assessoria de imprensa da Câmara Municipal da cidade, o projeto recebeu emendas em novembro de 2016 e voltou a tramitar nas comissões permanentes que devem se posicionar sobre o tema. No próximo dia 4, a Comissão de Educação e Cultura da Câmara promove uma audiência pública sobre o Plano Municipal de Educação do Rio.

Estados

Em Minas, o MEC diz que o projeto de lei do plano já foi enviado ao Legislativo. Ao G1, a Secretaria Estadual de Educação afirmou que o documento-base foi enviado à Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) em setembro de 2015, foi transformado em projeto de lei ainda naquele ano e, desde então, "passou por um amplo processo de consulta pública, por meio dos fóruns técnicos em todas as regionais do Estado, sempre acompanhados por equipes da Secretaria de Estado de Educação (SEE), da ALMG e de entidades que compõem o Fórum Estadual de Educação".
Ainda de acordo com a secretaria, "após as consultas públicas, o texto final do Plano foi entregue ao presidente da Casa em junho de 2016 e atualmente encontra-se na Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia, de onde será encaminhada para o Plenário".
Sobre o Plano Estadual de Educação do Estado do Rio de Janeiro, o MEC afirma que o documento-base já foi elaborado. Procurada pelo G1, a Secretaria de Estado de Educação afirmou que o Rio já conta com um Plano Estadual de Educação desde 2009, com vigência de dez anos, e que atualmente "passa por revisão e adequações, conforme o Plano Nacional de Educação".
De acordo com o governo fluminense, "o cronograma de debates deste ano já foi elaborado, tendo início a partir do mês de maio. A realização do Congresso Estadual de Educação está prevista para ocorrer em setembro, após a realização das etapas regionais e consolidação das propostas". O documento final, segundo a assessoria de imprensa, "seguirá para o Secretário de Educação e posteriormente para a Assembleia Legislativa do Estado, para, então, tornar-se lei".

Entenda as etapas do plano

Cada rede precisa cumprir diversas etapas antes da conclusão do plano. Primeiro, o governo local nomeia a comissão que coordenará o trabalho. A primeira função dos membros é elaborar um diagnóstico e, a partir dele, um documento-base que servirá para a elaboração da lei. Esse documento deve então ser submetido a uma consulta pública.
Após ouvir a opinião da população, a comissão precisa então elaborar o projeto de lei do plano. Depois, ele é enviado ao Legislativo (câmara municipal ou assembleia legislativa), que deve então estudar e votar.
Quando o projeto for aprovado, o último passo é a sanção do Poder Executivo.
Os atrasos, no entanto, não estão diretamente relacionados a multas ou outras punições. Embora o PNE tenha sido aprovado em 2014 e suas regras e metas já estejam valendo, ainda não há uma regulamentação que especifique responsabilidades para os gestores que descumprirem os prazos e metas. Os gestores estão, porém, submetidos a possíveis ações civis públicas, caso não sigam a legislação vigente.

16 de set de 2012

CONTRA O BULLYING NAS ESCOLAS DO RIO DE JANEIRO

Car@,
Acabei de saber que a Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro  pode aprovar um projeto de lei homofóbico e discriminatório: a proposta é proibir a distribuição de qualquer material que fale sobre diversidade sexual nas escolas do Rio.
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Apesar da força política que o filho de Jair Bolsonaro possui - o projeto passou em uma primeira leitura na semana passada - ainda temos a chance de dizer aos vereadores e vereadoras que votem CONTRA este projeto de lei na próxima votação que vai acontecer em breve.
E foi por isso que eu assinei esta petição urgente, dizendo aos vereadores e vereadoras da cidade maravilhosa que votem contra este projeto de lei, que só irá contribuir para o aumento da violência e intolerância entre os jovens nas escolas. É de responsabilidade da Câmara dos Vereadores, representantes da população e eleitos por ela, que respeitem jovens LGBTs e que promovam o diálogo, a compreensão e a educação.
Por favor, assine esta petição para não deixarmos que a homofobia seja institucionalizada no Rio de Janeiro.

30 de jun de 2010

PROLER – Programa Nacional de Incentivo à Leitura

O PROLER – Programa Nacional de Incentivo à Leitura – é um projeto de valorização social da leitura e da escrita vinculado à Fundação Biblioteca Nacional e ao MINC – Ministério da Cultura. Presente em todo o país desde 1992, o PROLER, através de seus Comitês, organizados em cidades brasileiras, vem se firmando como presença política atuante, comprometida com a democratização do acesso à leitura.

Nas publicações PROLER: Concepções e Diretrizes e Casa da Leitura: Presença de uma Ação, você terá acesso, com mais detalhes, aos compromissos do Programa para o desenvolvimento de uma política nacional de leitura.

O compromisso do Programa é com a democratização do acesso da maioria da população leitora e não-leitora, à rede de informações que sustenta as sociedades contemporâneas, contribuindo para a redução dos mecanismos de exclusão, que especialmente afastam as pessoas dos direitos de cidadania.

O PROLER pretende cada vez mais ser uma rede de referência em valorização social da leitura e da escrita presente em todo país, com qualidade, diversidade e inovação.

Seja bem-vindo!


Projeto desenvolvido pela Biblioteca Nacional


20 de out de 2008

Blogagem Coletiva - Cecília Meirelles - 07/11







Photobucket


Blogagem proposta pela Leonor Cordeiro do blog Na Dança das Palavras,pelo aniversário do nascimento da escritora Cecília Meireles. Ajude-nos a divulgar a poesia dessa grande cidadã brasileira que fez de sua vida um hino de amor à arte e à educação.

Como participar ?


1.Leve o selinho da blogagem para o seu blog.

2. Deixe aqui o nome do seu blog para que ele faça parte da lista dos blogs participantes.

3. No dia 7 de novembro escolha um poema da Cecília para uma postagem especial.


Quem foi Cecília Meirelles?
Texto retirado do site Releituras

Filha de Carlos Alberto de Carvalho Meireles, funcionário do Banco do Brasil S.A., e de D. Matilde Benevides Meireles, professora municipal, Cecília Benevides de Carvalho Meireles nasceu em 7 de novembro de 1901, na Tijuca, Rio de Janeiro. Foi a única sobrevivente dos quatros filhos do casal. O pai faleceu três meses antes do seu nascimento, e sua mãe quando ainda não tinha três anos. Criou-a, a partir de então, sua avó D. Jacinta Garcia Benevides. Escreveria mais tarde:

"Nasci aqui mesmo no Rio de Janeiro, três meses depois da morte de meu pai, e perdi minha mãe antes dos três anos. Essas e outras mortes ocorridas na família acarretaram muitos contratempos materiais, mas, ao mesmo tempo, me deram, desde pequenina, uma tal intimidade com a Morte que docemente aprendi essas relações entre o Efêmero e o Eterno.

(...) Em toda a vida, nunca me esforcei por ganhar nem me espantei por perder. A noção ou o sentimento da transitoriedade de tudo é o fundamento mesmo da minha personalidade.

(...) Minha infância de menina sozinha deu-me duas coisas que parecem negativas, e foram sempre positivas para mim: silêncio e solidão. Essa foi sempre a área de minha vida. Área mágica, onde os caleidoscópios inventaram fabulosos mundos geométricos, onde os relógios revelaram o segredo do seu mecanismo, e as bonecas o jogo do seu olhar. Mais tarde foi nessa área que os livros se abriram, e deixaram sair suas realidades e seus sonhos, em combinação tão harmoniosa que até hoje não compreendo como se possa estabelecer uma separação entre esses dois tempos de vida, unidos como os fios de um pano."

Conclui seus primeiros estudos — curso primário — em 1910, na Escola Estácio de Sá, ocasião em que recebe de Olavo Bilac, Inspetor Escolar do Rio de Janeiro, medalha de ouro por ter feito todo o curso com "distinção e louvor". Diplomando-se no Curso Normal do Instituto de Educação do Rio de Janeiro, em 1917, passa a exercer o magistério primário em escolas oficiais do antigo Distrito Federal.

Dois anos depois, em 1919, publica seu primeiro livro de poesias, "Espectro". Seguiram-se "Nunca mais... e Poema dos Poemas", em 1923, e "Baladas para El-Rei, em 1925.

Casa-se, em 1922, com o pintor português Fernando Correia Dias, com quem tem três filhas: Maria Elvira, Maria Mathilde e Maria Fernanda, esta última artista teatral consagrada. Suas filhas lhe dão cinco netos.

Publica, em Lisboa - Portugal, o ensaio "O Espírito Vitorioso", uma apologia do Simbolismo.

Correia Dias suicida-se em 1935. Cecília casa-se, em 1940, com o professor e engenheiro agrônomo Heitor Vinícius da Silveira Grilo.

De 1930 a 1931, mantém no Diário de Notícias uma página diária sobre problemas de educação.

Em 1934, organiza a primeira biblioteca infantil do Rio de Janeiro, ao dirigir o Centro Infantil, que funcionou durante quatro anos no antigo Pavilhão Mourisco, no bairro de Botafogo.

Profere, em Lisboa e Coimbra - Portugal, conferências sobre Literatura Brasileira.

De 1935 a 1938, leciona Literatura Luso-Brasileira e de Técnica e Crítica Literária, na Universidade do Distrito Federal (hoje UFRJ).

Publica, em Lisboa - Portugal, o ensaio "Batuque, Samba e Macumba", com ilustrações de sua autoria.

Colabora ainda ativamente, de 1936 a 1938, no jornal A Manhã e na revista Observador Econômico.

A concessão do Prêmio de Poesia Olavo Bilac, pela Academia Brasileira de Letras, ao seu livro Viagem, em 1939, resultou de animados debates, que tornaram manifesta a alta qualidade de sua poesia.

Publica, em 1939/1940, em Lisboa - Portugal, em capítulos, "Olhinhos de Gato" na revista "Ocidente".

Em 1940, leciona Literatura e Cultura Brasileira na Universidade do Texas (USA).

Em 1942, torna-se sócia honorária do Real Gabinete Português de Leitura, no Rio de Janeiro (RJ).

Aposenta-se em 1951 como diretora de escola, porém continua a trabalhar, como produtora e redatora de programas culturais, na Rádio Ministério da Educação, no Rio de Janeiro (RJ).

Em 1952, torna-se Oficial da Ordem de Mérito do Chile, honraria concedida pelo país vizinho.

Realiza numerosas viagens aos Estados Unidos, à Europa, à Ásia e à África, fazendo conferências, em diferentes países, sobre Literatura, Educação e Folclore, em cujos estudos se especializou.

Torna-se sócia honorária do Instituto Vasco da Gama, em Goa, Índia, em 1953.

Em Délhi, Índia, no ano de 1953, é agraciada com o título de Doutora Honoris Causa da Universidade de Délhi.

Recebe o Prêmio de Tradução/Teatro, concedido pela Associação Paulista de Críticos de Arte, em 1962.

No ano seguinte, ganha o Prêmio Jabuti de Tradução de Obra Literária, pelo livro "Poemas de Israel", concedido pela Câmara Brasileira do Livro.

Seu nome é dado à Escola Municipal de Primeiro Grau, no bairro de Cangaíba, São Paulo (SP), em 1963.

Falece no Rio de Janeiro a 9 de novembro de 1964, sendo-lhe prestadas grandes homenagens públicas. Seu corpo é velado no Ministério da Educação e Cultura. Recebe, ainda em 1964, o Prêmio Jabuti de Poesia, pelo livro "Solombra", concedido pela Câmara Brasileira do Livro.

Ainda em 1964, é inaugurada a Biblioteca Cecília Meireles em Valparaiso, Chile.

Em 1965, é agraciada com o Prêmio Machado de Assis, pelo conjunto de sua obra, concedido pela Academia Brasileira de Letras. O Governo do então Estado da Guanabara denomina Sala Cecília Meireles o grande salão de concertos e conferências do Largo da Lapa, na cidade do Rio de Janeiro. Em São Paulo (SP), torna-se nome de rua no Jardim Japão.

Em 1974, seu nome é dado a uma Escola Municipal de Educação Infantil, no Jardim Nove de Julho, bairro de São Mateus, em São Paulo (SP).

Uma cédula de cem cruzados novos, com a efígie de Cecília Meireles, é lançada pelo Banco Central do Brasil, no Rio de Janeiro (RJ), em 1989.

Em 1991, o nome da escritora é dado à Biblioteca Infanto-Juvenil no bairro Alto da Lapa, em São Paulo (SP).

O governo federal, por decreto, instituiu o ano de 2001 como "O Ano da Literatura Brasileira", em comemoração ao sesquicentenário de nascimento do escritor Silvio Romero e ao centenário de nascimento de Cecília Meireles, Murilo Mendes e José Lins do Rego.

Há uma rua com o seu nome em São Domingos de Benfica, uma freguesia da cidade de Lisboa. Na cidade de Ponta Delgada, capital do arquipélago dos Açores, há uma avenida com o nome da escritora, que era neta de açorianos.

Traduziu peças teatrais de Federico Garcia Lorca, Rabindranath Tagore, Rainer Rilke e Virginia Wolf.

Sua poesia, traduzida para o espanhol, francês, italiano, inglês, alemão, húngaro, hindu e urdu, e musicada por Alceu Bocchino, Luis Cosme, Letícia Figueiredo, Ênio Freitas, Camargo Guarnieri, Francisco Mingnone, Lamartine Babo, Bacharat, Norman Frazer, Ernest Widma e Fagner, foi assim julgada pelo crítico Paulo Rónai:

"Considero o lirismo de Cecília Meireles o mais elevado da moderna poesia de língua portuguesa. Nenhum outro poeta iguala o seu desprendimento, a sua fluidez, o seu poder transfigurador, a sua simplicidade e seu preciosismo, porque Cecília, só ela, se acerca da nossa poesia primitiva e do nosso lirismo espontâneo...A poesia de Cecília Meireles é uma das mais puras, belas e válidas manifestações da literatura contemporânea.


Bibliografia:

Tendo feito aos 9 anos sua primeira poesia, estreou em 1919 com o livro de poemas Espectros, escrito aos 16 e recebido com louvor por João Ribeiro.

Publicou a seguir:

Criança, meu amor, 1923
Nunca mais... e Poemas dos Poemas, 1923
Criança meu amor..., 1924
Baladas para El-Rei, 1925
O Espírito Vitorioso, 1929 (ensaio - Portugal)
Saudação à menina de Portugal, 1930
Batuque, Samba e Macumba, 1935 (ensaio - Portugal)
A Festa das Letras, 1937
Viagem, 1939
Vaga Música, 1942
Mar Absoluto, 1945
Rute e Alberto, 1945
Rui — Pequena História de uma Grande Vida, 1949 (biografia de Rui Barbosa para crianças)
Retrato Natural, 1949
Problemas de Literatura Infantil, 1950
Amor em Leonoreta, 1952
Doze Noturnos de Holanda & O Aeronauta, 1952
Romanceiro da Inconfidência, 1953
Batuque, 1953
Pequeno Oratório de Santa Clara, 1955
Pistóia, Cemitério Militar Brasileiro, 1955
Panorama Folclórico de Açores, 1955
Canções, 1956
Giroflê, Giroflá, 1956
Romance de Santa Cecília, 1957
A Bíblia na Literatura Brasileira, 1957
A Rosa, 1957
Obra Poética,1958
Metal Rosicler, 1960
Poemas Escritos na Índia, 1961
Poemas de Israel, 1963
Antologia Poética, 1963
Solombra, 1963
Ou Isto ou Aquilo, 1964
Escolha o Seu Sonho, 1964
Crônica Trovada da Cidade de Sam Sebastiam no Quarto Centenário da sua Fundação Pelo Capitam-Mor Estácio de Saa, 1965
O Menino Atrasado, 1966
Poésie (versão para o francês de Gisele Slensinger Tydel), 1967
Antologia Poética, 1968
Poemas italianos, 1968
Poesias (Ou isto ou aquilo & inéditos), 1969
Flor de Poemas, 1972
Poesias completas, 1973
Elegias, 1974
Flores e Canções, 1979
Poesia Completa, 1994
Obra em Prosa - 6 Volumes - Rio de Janeiro, 1998
Canção da Tarde no Campo, 2001
Episódio humano, 2007

Teatro:

1947 - O jardim
1947 - Ás de ouros
Observação: "O vestido de plumas"; "As sombras do Rio"; "Espelho da ilusão"; "A dama de Iguchi" (texto inspirado no teatro Nô, arte tipicamente japonesa), e "O jogo das sombras" constam como sendo da biografada, mas não são conhecidas.

OUTROS MEIOS:

1947 - Estréia "Auto do Menino Atrasado", direção de Olga Obry e Martim Gonçalves. música de Luis Cosme; marionetes, fantoches e sombras feitos pelos alunos do curso de teatro de bonecos.

1956/1964 - Gravação de poemas por Margarida Lopes de Almeida, Jograis de São Paulo e pela autora (Rio de Janeiro - Brasil)

1965 - Gravação de poemas pelo professor Cassiano Nunes (New York - USA).

1972 - Lançamento do filme "Os inconfidentes", direção de Joaquim Pedro de Andrade, argumento baseado em trechos de "O Romanceiro da Inconfidência".


Dados obtidos em livros da autora e sobre ela, e no site do Itaú Cultural.
Fonte pesquisada: Releituras

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