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20 de fev de 2014

SEE- SP - Inscrições para curso Espanhol Online continuam abertas. Não perca!

Inscrições para curso Espanhol Online continuam abertas. Não perca!

Categoria
Estudantes dos anos finais do Ensino Fundamental, Ensino Médio e EJA podem participar
A Educação oferece, neste primeiro semestre, 12,5 mil vagas do curso de espanhol online para estudantes dos anos finais do Ensino Fundamental, do Ensino Médio e da Educação de Jovens e Adultos da rede estadual de ensino. As inscrições podem ser feitas até o dia 8 de março e as aulas terão início no dia 24 do mesmo mês.
- Faça aqui sua inscrição
As aulas virtuais são ofertadas pela Educação por meio de parceria com a Universia Brasil. As inscrições podem ser feitas aqui e as matrículas são realizadas por ordem de inscrição.
No total, o curso que será acessado na plataforma da Universia Brasil, é formado por 10 módulos. Cada módulo é disponibilizado quando o estudante atingir 80% de acerto na avaliação do módulo anterior. A carga horária é de 60 horas e o conteúdo pode ser acessado em qualquer lugar, a partir de qualquer computador, inclusive nas salas do Acessa Escola, programa de inclusão da Secretaria.
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“Ampliar a oferta de idiomas é uma das ações educacionais prioritárias da Educação, que conta com 224 Centros de Estudos de Línguas que oferecem até sete idiomas diferentes. Pela Evesp, um dos programas inovadores da Secretaria, nossos alunos e servidores também têm acesso ao curso de inglês online, também disponível de forma gratuita por meio de um ambiente virtual”, lembra o secretário da Educação, professor Herman Voorwald.

Sobre a Evesp
Além dos cursos de espanhol e de inglês online, a Evesp oferece aulas preparatórias para o vestibular, um curso inédito de Linguagem Brasileira de Sinais (LIBRAS) voltado a estudantes surdos e ouvintes e também diversos jogos online, feitos em parceria com a Defesa Civil, que auxiliam de forma lúdica os adolescentes a prevenirem acidentes domésticos e enchentes.
  • Foto: A2 Fotografia/ José Luis da Conceição
    Alunos
  • Foto: A2 Fotografia/ José Luis da Conceição

9 de set de 2013

Educação de Jovens e Adultos: uma "educação para além do capital"



Educação de Jovens e Adultos: uma "educação para além do capital"

Embora o Brasil passe por um processo de crescimento econômico, ainda convivemos com uma grande desigualdade social. Este quadro reflete nos índices do Pnad (2011)
 
Dulcinéia de Fátima Ferreira Pereira 

Há exatamente um ano atrás os jornais anunciaram que "A pesquisa Pnad 2011 (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) apontou que 19,2 milhões de brasileiros, com mais de dez anos de idade, não têm instrução ou estudaram menos de um ano. Que entre as pessoas com 15 anos ou mais, a taxa de analfabetismo é de 8,6% - o que representa 12,9 milhões de brasileiros." (21/9/ 2012 na UOL.com.br) 

Embora o Brasil passe por um processo de crescimento econômico, ainda convivemos com uma grande desigualdade social. Este quadro reflete nos índices do Pnad (2011). 

Durante muitos anos a EJA ficou à margem dos debates relacionados à Educação Nacional. Após a criação do Fundeb (Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica), no governo Lula, pudemos acompanhar uma mudança na rota das políticas públicas para a Educação de Jovens e Adultos. 

Ao incluir a EJA no sistema de financiamento da educação, o Governo Federal reconhece a educação como um direito de todos, independente da idade. Esta opção contribuiu para a criação de vários programas vinculados à Secadi (Secretraria de Educação Continuada Alfabetização, Diversidade e Inclusão) como: Programa Brasil Alfabetizado, Proeja, Projovem Urbano, Educação nas prisões. 

No entanto, não podemos nos esquecer de que analfabetismo e baixa escolaridade estão associados à desigualdade social e econômica e que, portanto, somente as pessoas pobres precisam da EJA. A meu ver, neste caso, a justiça não se faz apenas com a garantia da oferta de vagas aos jovens e adultos, historicamente excluídos da escola. 

De onde vem o meu incomodo e questionamento sobre o investimento na EJA com fortes vínculos com o mercado? 

A educação é um território de formação humana no sentido mais amplo que isto quer dizer. Na medida em que se vincula a EJA a cursos profissionalizantes, mais uma vez produzimos a exclusão, pois atuamos a favor do capital. Impedimos que jovens e adultos tenham em seu processo de formação o contato com as diversas linguagens artísticas (literatura, teatro, artes plásticas, música), com a filosofia, as ciências sociais, com experiências no campo da convivência. 

A meu ver precisamos de uma educação do jovem e do adulto, que vá além da instrumentalização técnica como preparação de mão de obra barata para o mercado. Podemos criar uma educação que considere as dimensões da vida: sobrevivência, convivência e revivência. Que produza fissuras, rupturas na lógica instituída. Mészáros chamou de uma educação "para além do capital". 

Bauman, Santos, Adorno, Freire, dentre outros, seguem dizendo que a educação que faz sentido, é aquela que nos auxilia na mudança de rota, que acorda a inquietação e indignação nos jovens. Reafirmam a necessidade de recuperarmos o inconformismo, pois a dor e o sofrimento humano estão sendo naturalizados. Na lógica do capital, o esquecimento, o individualismo e o conformismo são essenciais. 

Paulo Freire, também já dizia que educação não poderia ser vista apenas como ferramenta para a transmissão de conhecimentos e reprodução das relações de poder, mas sim como um ato político de libertação e emancipação das pessoas. Ele sempre enxergou, na relação pedagógica, uma ação política, como um movimento de criação e recriação humana. 

Considerar o educando como sujeito ou como objeto do processo, faz uma grande diferença na vida das pessoas e na reinvenção do mundo. Investir em políticas públicas de EJA atrelada à "qualificação" profissional é, de certa forma, a repetição da história. O nosso desafio é pensar a EJA como uma "educação para além do capital", como um movimento de criação. 

O Governo Federal poderia ser um pouco mais ousado e expandir a proposta do Programa Mais Educação para a EJA. Assim, os educandos e educandas poderiam optar por se envolver em atividades optativas "agrupadas em macrocampos como acompanhamento pedagógico, meio ambiente, esporte e lazer, direitos humanos, cultura e artes, cultura digital, prevenção e promoção da saúde, educomunicação, educação científica e educação econômica." (Mais Educação, 2013) . 

Repensar a EJA nestes termos implica também em investir em propostas formação do professor/educador de jovens e adultos inspiradas nas práticas de educação popular para além da mera escolarização. 

Dulcinéia de Fátima Ferreira Pereira é licenciada em Pedagogia, mestre e doutora em Educação pela FE-Unicamp. professora-adjunta da UFSCar-Sorocaba - Departamento de Ciências Humanas e Educação (DCHE) - membro do Grupo de Pesquisa Educação Comunidade e Movimentos Sociais (Gecoms) e-mail: dulceferreira@ufscar.br

1 de ago de 2013

Como escolher a escola certa para o seu filho

Como escolher a escola certa para o seu filho

Na busca pela escola ideal, pais devem levar em conta se a filosofia da instituição está alinhada com os valores da família

Renata Losso, especial para o iG São Paulo 

Getty Images
Escolha da escola vai além da estrutura e passa pelos princípios dos pais
Há uma variedade de quesitos a serem considerados na hora de escolher a escola dos seus filhos, da estrutura física à formação dos professores. No entanto, os pais devem levar em conta algo além do equipamento de laboratório e do currículo dos educadores. Que valores a escola pretende passar para as crianças?

De sustentabilidade à formação artística, muitos conceitos podem estar envolvidos na educação, dentro ou fora das aulas formais. O importante é saber se estes conceitos também estão presentes em casa.

Jessica Nunes da Silva, 30 anos, é permacultora, parteira e professora de yoga. Mãe de Saphire, de três anos, e Kaylo, de 12, sempre procurou escolas que se relacionassem com questões de sustentabilidade, espiritualidade e arte.

Saphire ainda é muito nova e, por isso, vai a uma escolinha baseada numa rotina de educação  simples, sem cobranças. Já Kaylo estuda em uma escola que valoriza a expressão artística e inclui esta importância até em outras disciplinas. Por isso, ele já aprendeu sobre o grafite – com direito a grafitar painéis dentro da escola – e teve o caderno de história todo desenhado, após os alunos receberem a tarefa de ilustrar um acontecimento histórico e explicar para a classe o que aquela arte representava. “Algumas crianças até trabalham o surrealismo desta forma”, diz Jessica.

Além da grade proposta pelo MEC (Ministério da Educação), escolas atuais podem oferecer diferentes programas formativos, mostrando os valores ressaltados além da linha pedagógica. De acordo com Daniela de Rogatis, sócia e coordenadora da Companhia de Educação, que auxilia pais na educação dos filhos, o repertório levado às crianças depende da filosofia seguida pela escola. E é aí que mora o diferencial de cada uma.

Arquivo pessoal
Jessica com Kaylo e Saphire: escola alinhada com valores da família
Além do 2 + 2 = 4

Segundo Rogatis, atualmente algumas escolas envolvem conceitos como a autonomia, o pensamento crítico, a sustentabilidade e a diversidade em seus programas. Os temas podem estar presentes nas aulas, misturando-se ao conteúdo já requerido, ou em projetos eventuais. “Uma coisa é ensinar matemática, outra coisa é ensinar matemática ou outra matéria com conceitos de autonomia. E a família tem que estar de olho para estar alinhada ao mesmo valor”, diz a especialista.

Uma escola que valoriza a autonomia oferece atividades que as crianças possam fazer sozinhas, como se vestir ou ter aulas de culinária para preparar a própria comida, sob supervisão de um adulto. Uma escola que valoriza a sustentabilidade propõe projetos para colocar este conceito em prática, como reciclar o lixo. Se a família fica pouco confortável com a ideia da criança cozinhar ou separar o próprio lixo, deve repensar a opção. “Os valores acabam se tornando parte de tudo”, afirma Rogatis. E os pais devem acompanhá-los para não haver contradições.

Aptidão e autoestima


Para a presidente da Associação Brasileira de Psicopedagogia Quézia Bombonatto, este tipo de proposta tira o professor do lugar de “repetidor de conteúdo” e precisa ser bem preparada. Segundo a especialista, os programas devem ser organizados sem esquecer da sistematização do conhecimento. “E não é todo professor que sabe trabalhar a interdisciplinaridade”, diz.

Quézia levanta outra consideração que os pais devem fazer: a aptidão da criança para aquele tipo de aprendizado. Se ela é colocada em uma escola que valoriza muito a arte e o desenho, por exemplo, é preciso saber se ela é hábil o suficiente para não ficar exposta a fracassos diante dos colegas o tempo inteiro. As habilidades se desenvolvem, mas é preciso ver ao menos alguma inclinação na criança. “Não adianta nada colocar o filho em uma escola com um conceito maravilhoso, mas que o deixa fora do grupo. Afinal, é o retorno dos pares que ajuda na construção de uma autoestima positiva”, conta.


Arquivo pessoal
Suzan e a filha Maysa: Bíblia faz parte do material escolar
Mas conceitos como sustentabilidade e alimentação saudável podem ser desenvolvidos independentemente das habilidades infantis. A analista de Recursos Humanos Suzan Margareth de Paula, de 55 anos, colocou a filha Maysa, 13, em uma escola preocupada com a alimentação das crianças. “Eles passam muitas instruções sobre o assunto, sobre o que faz e o que não faz bem para o organismo, e ela é bem orientada sobre isso”, diz.

Além disso, Suzan é evangélica e, na escola da filha, as crianças estudam religião duas vezes por semana. “A Bíblia faz parte do material escolar”, conta. “Eu queria que ela estudasse em uma escola que pensasse da mesma forma que eu”, completa, enunciando de forma simples a solução para o dilema de todos os pais em busca da escola ideal.

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Ele é um em casa e outro na escola 
O lanche escolar ideal para o seu filho 

Você sabe qual o objetivo da reunião de pais e professores?

Você sabe qual o objetivo da reunião de pais e professores?

Com o retorno das aulas, os encontros pedagógicos voltam para a fazer parte da rotina dos pais. Saiba por que é importante participar e como agir nessas ocasiões

Raquel Paulino - especial para o iG São Paulo 

Getty Images
Saber que os pais vão às reuniões deixa os filhos mais seguros e com a noção de que seu desenvolvimento realmente tem importância

O interesse pela educação de crianças e adolescentes é o elo mais forte que pode existir entre pais e escola. Por isso, reservar na agenda o horário das reuniões convocadas pela instituição de ensino e ir a elas preparado para participar é uma tarefa fundamental ao longo dos anos de formação escolar dos filhos.
“Trata-se de uma oportunidade para entender melhor o clima organizacional do local onde eles estudam, conhecer os professores. As reuniões pedagógicas ajudam a desmitificar a escola e a aproximar pais e docentes”, afirma Dóris Trentini, coordenadora pedagógica do ensino médio do Colégio Anchieta.
Essa aproximação abre espaço para a troca de informações sobre como a educação é conduzida em cada ambiente. “É necessário alinhar o discurso entre casa e escola. Se uma puxa para um lado e a outra, na direção oposta, a criança ou o adolescente ali no meio sofre”, explica Silvana Nazário, coordenadora pedagógica da educação infantil do Colégio Marista Rosário. Júlia Lázaro, psicopedagoga do Colégio Notre Dame Ipanema, complementa: “A formação de uma pessoa é um processo que não tem fim. A família começa e a equipe do colégio dá continuidade, como um reforço. Todos trabalham juntos para que os estudantes tenham o melhor acompanhamento possível”.

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Além disso, saber que os pais vão às reuniões deixa os filhos mais seguros e com a noção de que seu desenvolvimento realmente tem importância. “As crianças gostam de ver seus pais na escola e ficam felizes quando eles vão às atividades a que são convocados. A participação dos adultos é um dos fatores primordiais para a boa educação infantil”, diz a consultora de boas maneiras Sofia Rossi.
Há que se lembrar que, para aproveitar ao máximo as reuniões, é preciso se comportar de maneira adequada à situação. Confira um pequeno guia, baseado em dicas das quatro profissionais, do que se deve fazer e o que é preciso evitar nesses eventos escolares.
Procure:
- Participar da reunião do começo ao fim.
- Levar suas dúvidas anotadas em um bloco ou caderno, para poder esclarecer todas e não correr o risco de se lembrar de alguma delas no caminho de volta para casa.
- Escutar até o fim eventuais críticas feitas ao seu filho e só então, com calma, argumentar e pedir sugestões de como melhorar o desempenho dele.
- Aceitar com naturalidade elogios feitos ao desempenho de seu filho.
- Usar linguagem adequada para um diálogo sério sobre a educação das crianças.
- Esperar o fim da reunião para falar com o professor sobre alguma questão particular do desempenho do seu filho.
- Abordar o pai ou a mãe de alguma criança com quem seu filho possa ter algum problema de relacionamento após o fim da reunião e com o intermédio do professor.
- Deixar o celular no modo silencioso.
- Contribuir com o relato de alguma experiência caso o condutor da reunião solicite diretamente que você o faça.
Evite:
- Chegar depois do começo ou ir embora antes do fim da reunião. Isso atrapalha seu andamento e demonstra falta de interesse pela educação da criança.
- “Atropelar” quem estiver com a palavra para fazer um comentário ou uma pergunta, mesmo que seja relacionado ao assunto. Espere uma brecha ou levante o braço como indicação de que gostaria de falar na sequência.
- Bater boca com o professor por causa de alguma crítica que tenha sido feita ao seu filho.
- Prolongar o assunto, depois de o professor já tê-lo encerrado, quando seu filho for elogiado. Isso é inconveniente e passa uma imagem arrogante.
- Usar muitas gírias ou palavrões ao se dirigir ao professor e a outros pais.
- Interromper a reunião para falar diretamente com o professor sobre algum assunto particular de seu filho ou de sua família.
- Abordar agressivamente, na reunião ou após seu final, o pai ou a mãe de alguma criança com quem seu filho possa ter algum problema de relacionamento.
- Atender o celular, acessar a internet ou mandar mensagens durante a reunião.
- Reclamar de problemas não pedagógicos da escola (o estacionamento ou a falta dele, por exemplo). Não se esqueça: o foco dessas reuniões é o ensino.
- Tentar alterar a ordem pré-determinada dos assuntos para chegar logo àquele que interesse mais a você.
- Levar presentes para o professor, a não ser que a reunião seja realizada em uma data festiva.
- Travar uma conversa paralela com pais sentados ao seu lado enquanto outra pessoa fala. 

19 de jan de 2013

20 jogos educativos para meninos e meninas

Uma série de jogos educativos para meninos e meninas à partir dos 6 anos de idade. Os jogos eductivos são um excelente apoio à aprendizagem da criança, contudo, as atividades manuais como escrita, pintura, leitura e lúdicas como brincar e interagir com outras crianças são essenciais ao desenvolvimento cognitivo, motor, emocional e psicológico das crianças. As atividades virtuais devem ser um complemento e não uma constante na vida da criança.
Ps: O site Nosso Clubinho também tem um ótimo conteúdo de jogos educativos www.nossoclubinho.com.br


  1. Antecessor e sucessor - matemática - http://www.escolagames.com.br/jogos/antecessorSucessor/ 
  2. Coral didático - linguagem - musicalidade - http://www.escolagames.com.br/jogos/coralDidatico/
  3. Dividindo a pizza - matemática - http://www.escolagames.com.br/jogos/dividindoPizza/
  4. Laboratório das sílabas - linguagem - http://www.escolagames.com.br/jogos/laboratorioSilabas/
  5. Mapa Mundi - Geografia - localização espacial -  http://www.escolagames.com.br/jogos/mapaMundi
  6. Aprender a contar - matemática - http://www.escolagames.com.br/jogos/aprendaContar/
  7. Alfabeto de Sabão - linguagem - http://www.escolagames.com.br/jogos/alfabetoSabao/
  8. Par ou ímpar - matemática - http://www.escolagames.com.br/jogos/parOuImpar/
  9. Papagaio Brasil - localização espacial - http://www.escolagames.com.br/jogos/papagaioBrasil/
  10. Segredos do Egito - curiosidades - http://www.escolagames.com.br/jogos/segredosEgito/
  11. Dó, ré, mi - musicalidade - http://www.escolagames.com.br/jogos/doremi/
  12. Ditado - linguagem - http://www.escolagames.com.br/jogos/ditado
  13. Corpo humano - ciências e aprendizado de inglês - http://www.escolagames.com.br/jogos/aprendendoInglesCorpoHumano
  14. Coleta Seletiva - sociedade - http://www.escolagames.com.br/jogos/coletaSeletiva
  15. Brincando com vogais - linguagem - http://www.escolagames.com.br/jogos/brincandoVogais
  16. Brincando com as cores - http://www.escolagames.com.br/jogos/jogoCores
  17. Aprendendo inglês - introd. ao Inglês - http://www.escolagames.com.br/jogos/aprendendoIngles
  18. Formas geométricas - orientação espacial - http://www.escolagames.com.br/jogos/formasGeometricas
  19. Procura das cartas - lógica - http://www.escolagames.com.br/jogos/procuraDasCartas
  20. Masculino e Feminino - linguagens e códigos - http://www.escolagames.com.br/jogos/masculinoFeminino/



25 de jun de 2012

Da pedagogia do cinto e a conversa

É um verdadeiro absurdo o que certos professores falam, com um ar doutoral de tamanha estupidez...
De péssima caligrafia, escrevendo errado  e com esse tipo de pensamento - tenho certeza de que o lugar dessa "professora" seja em qualquer lugar, menos numa sala de aula, de qualquer segmento.

Por mais estranho que possa parecer, o bullying praticado por professores existe, entretanto, por medo de sofrer retaliações em notas baixas, a maioria dos alunos que são vítimas desse tipo de Bullying não se manifestam contra os professores, mesmo porque nem a escola, nem a família os escutariam. 

Para reflexão docente.


http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2012/06/professora-sugere-que-pais-usem-cinta-e-vara-para-educar-aluno.html

25/06/2012 12h05 - Atualizado em 25/06/2012 12h18

Professora sugere que pais usem cinta e vara para educar aluno

Sugestão foi dada em bilhete escrito à mão pela educadora em Sumaré.
Estudante tem dificuldade de aprendizado e diz ser vítima de bullying.

Do G1 Campinas e Região
38 comentários
Pais de um menino de 12 anos acusam uma professora de português de uma escola municipal de Sumaré (SP) de sugerir o uso de 'cintadas' e 'varadas' como forma de educar o filho. Em um bilhete em papel timbrado da Escola Municipal José de Anchieta, a educadora solicita que os pais conversem com o aluno porque o garoto estaria tendo comportamento inadequado na sala de aula. Em observação escrita à mão, a professora diz que, caso a conversa não resolvesse, a alternativa seria partir para a agressão. "Quer conversar com o seu filho? Se a conversa não resolver. Acho que umas cintada vai resolver (sic!)", escreve a professora.
O texto tem erros de concordância verbal e termina com outra sugestão. "Esqueça tudo o que esses psicólogos fajutos dizem e parta para as 'varadas'", completa o bilhete. A denúncia e a cópia do documento foram enviadas para o VC no G1. De acordo com os pais, o menino, que está na 5ª série do ensino fundamental, tem dificuldade de aprendizado, diagnosticada há cerca de dois anos.
Em bilhete, professora de escola municipal de Sumaré sugere que pais usem cinta e vara para educar aluno (Foto: Reprodução EPTV)
Bilhete em que professora sugere que pais usem
cinta para educar aluno (Foto: Reprodução EPTV)
O estudante iniciou tratamento com psiquiatras e psicólogos para ajudá-lo nos estudos, o que, de acordo com o garoto, virou motivo de perseguição da professora na sala de aula. "Ela fala que eu preciso tomar remédio, que eu tinha problemas mentais e que nunca vou ser nada na vida", relata o garoto. "Eu achei o bilhete um absurdo. Ela mandou meus pais me agredirem e isso não é adequado para uma professora", completa.
Depois de receberam o bilhete no começo deste mês, os pais decidiram fazer uma reclamação formal à diretoria, mas a escola não se posicionou a respeito até sexta-feira (22), de acordo com o pai do estudante. 

"Chegou em um ponto absurdo. Ela (a professora) tem conturbado ainda mais o andamento escolar dele, que já tem dificuldade de aprendizado. A gente sempre soube que ele tinha dificuldade, mas ele sempre esteve lá, estudando", diz o comerciante André Luis Ferreira Lima.

Os pais dizem que o filho é vítima de bullying. "Coisas que ela deveria falar em um ambiente particular, ela fala em frente aos alunos. A classe toda pega no pé dele, porque a própria professora fica o ofendendo. Não é porque o aluno tem dificuldade que a professora pode rebaixar alguém na sala de aula", conta André Lima. A mãe do garoto, Lucineide Ferreira Lima, conta que o filho pediu para trocar de escola por causa da postura da professora. "Se ele precisa de ajuda, não é com 'varadas' e 'cintadas' que eu vou fazer isso. A ajuda dos psicólogos e psiquiatras tem sido boa, ele tem melhorado e se sentido bem. E é assim que vamos educá-lo", defende a mãe.
Em nota, a supervisão da Secretaria Municipal de Educação de Sumaré diz que a direção está tomando as providências administrativas sobre o fato. De acordo com a direção da escola, "a professora enviou o bilhete sem o conhecimento do grupo gestor da escola. A regra diz que todo bilhete deve passar antes pela orientação ou coordenação".
Ainda em nota, a secretaria afirma que uma psicóloga conversou com todos os professores da 5ª série, inclusive com a professora que enviou o bilhete, mas alega que desde quinta-feira (21), a mãe do aluno não retorna as ligações da escola. Os pais dizem que passaram todos os números de telefone da família foram disponibilizados para o contato. O aluno está frequentando as aulas normalmente. A professora também continua lecionando e ainda não foi afastada da função.

O G1 tentou conversar com a educadora, mas ela não foi encontrada para falar sobre o assunto.

14 de mar de 2012

Dilma diz que dobrará escolas em tempo integral até o fim do ano

Dilma diz que dobrará escolas em tempo integral até o fim do ano

Ela afirmou que meta é de 60 mil escolas em tempo integral até 2014

12 de março de 2012



Dilma diz que dobrará escolas em tempo integral até o fim do ano
Dilma diz que dobrará escolas em tempo integral até o fim do ano
A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta segunda-feira (12) em seu programa semanal de rádio, o 'Café com a Presidenta', que dobrará o número de escolas da rede pública que funcionarão em tempo integral até o fim deste ano, medida prevista dentro do programa Mais Educação.


A previsão é de 30 mil escolas funcionando o dia todo. Segundo Dilma, atualmente 15 mil escolas, que beneficiam 2,8 milhões de estudantes do 1º ao 9º ano, já funcionam em tempo integral com "atividades orientadas, que vão desde o acompanhamento das tarefas escolares até a prática de esportes, aulas de artes e informática".

"Até o fim do ano, o Mais Educação estará em 30 mil escolas públicas. Vai, aí, alcançar 5 milhões de estudantes em todo o Brasil, inclusive na área rural. Isso significa que vamos alcançar a meta que tínhamos para 2014", afirmou a presidente. Ela anunciou ainda uma nota meta para 2014, que é chegar a 60 mil escolas com atendimento em tempo integral.

A presidente afirmou ainda que a medida beneficia famílias com um "privilégio" que até então era de "famílias de maior renda e dos países desenvolvidos".

Ela afirmou que o Ministério da Educação está com inscrições abertas para adesões das prefeituras até 30 de março. Segundo Dilma, o investimento do governo federal no Mais Educação em 2012 será de R$ 1,4 bilhão.

Dilma afirmou que a prioridade do governo federal é beneficiar "escolas onde estudam os beneficiários do Bolsa Família e também aquelas que tiveram uma avaliação baixa do Ideb, que é o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica".

A presidente disse que o Mais Educação ajuda a melhorar o desempenho dos alunos. "É uma forma de superar desigualdades, permitir que todas as crianças tenham uma boa educação e tenham acesso a atividades que serão muito importantes para o seu futuro."

Fonte: Globo.com

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