14 de jan. de 2013
Mãe pede ajuda para sua filha com Síndrome de Sandhoff
REFORÇANDO O APELO DESSA MÃE. QUALQUER AJUDA É FUNDAMENTAL!
Amigos,
Esse é um apelo REAL. Não é um Hoax, não é boato. Essa criança linda, Gabriela, sofre com síndrome de Sandhoff e sua família pede ajuda para que ela possa se submeter à um transplante de células tronco nos EUA.
A mãe dela Luciana Pallin é uma amiga minha e estou abraçando a causa para ajudá-la.
O que vcs puderem fazer , depositar qualquer quantia na conta dela, contatos que possam ajudar, políticos, instituições dispostas á ajudar,a família agradece.
Segue a cartinha dessa mãe que luta por sua filhinha com grande amor
_____****____
Meu nome é Luciana, e meu esposo é o Aziz, estou escrevendo pois estamos passando por
um momento muito dificil e precisando muito de ajuda.
Minha filha Gabriela nasceu com uma rara doença chamada Sandhoff,
é uma doença degenerativa e fatal… estamos lutando muito meu amigo para tentar salvar a vida
dela…. encontramos um tratamento que pode salvá-la em Lima Peru, é com células tronco e uma
terapia genica e nao tem no Brasil, é a única chance que minha filha, que hoje esta com 4 anos
e 9 meses, tem… Ja levamos a Gabi para esse tratamento e ela esta respondendo, não podemos
desistir!! Qual a mãe que desiste de um filho? nuncaaaa!! Porem o tratamento é muito caro,
25 mil dolares e tem as despesas com passagens, materiais, equipamentos, enfermeira que
preciso levar, tudo fica em torno de 65 mil reais, é muito alto o valor, e o tratamento esta
marcado para fevereiro agora … de 2013.. Ja consegui depois de muita divulgação na imprensa
aqui de Teresina 25 mil reais, mais ainda falta muito, estou vendendo rifa, e tem um humorista
que ira fazer um show, espero chegar a 40 mil … mas ainda faltara muito para completar o valor..Peço humildemente, que se puder nos ajude, ajude minha filha continuar lutando para viver!
Sei que preciso de um milagre, e que tudo esta nas mãos do nosso bondoso Pai…
mas acredito muito que Deus pode sim mudar tudo, que Ele pode usar esses
médicos em favor da Gabi, e a ajudando abrir portas para ajudar outras crianças que sofrem
dessas doenças tão crueis… Peço mesmo pela misericordia DIVINA!
Se vocês puderem me ajudar compartilhando esse e-mail com seus amigos, nos centros espiritas
e pedindo pela Gabi, agradeço imensamente e rogo a Deus que toque o coração das pessoas …
que ajudem minha filhinha!
Tenho um blog http://www.unidaspelavida.com/ lá tem todas as reportagens e matérias e tudo que disse
é verdade infelizmente…
Tenho facebook tb, Luciana Pallin, e adiciono a todos e respondo o que tiverem duvida….
Minha filha não fala, não anda, não come pela boca, ela tem uma sonda direto no estomago,
mas ela tem uma FORÇA INCRÍVEL, e quer VIVER! Ela luta muito…, nós sabemos que há um
espírito muito iluminado no corpo fragil da minha filha… e que nos ensina a cada dia com sua
força, com sua resignação, com sua pureza.
Agradeço demais tudo que puderem fazer por ela, de coração !
Fica com a Paz de DEUS ! E que Deus ilumine todos os seus passos, e te proteja onde vocês forem!
Luciana e GABI
www.unidaspelavida.com
http://www.facebook.com/luciana.pallin
Convocando amigos para ajudar na causa ;
Maiores detalhes em http://nequidnimis.wordpress.com/2013/01/09/mae-desesperada-pede-ajuda-para-a-filhinha-com-sindrome-de-sandhoff/
11 de jan. de 2013
Mídi@s na Educação: Mais de 60 livros, manuais e cartilhas sobre cultura digital, mídias e educação.
Conteúdo publicado em http://blog.midiaseducacao.com/2012/03/mais-de-60-livros-sobre-cultura-digital.html
Mais de 60 livros, manuais e cartilhas sobre cultura digital, mídias e educação disponíveis on-line
- Media and Information Literacy Curriculum for Teachers - Alton Grizzle, Carolyn Wilson (ed.). Paris, UNESCO, 2011.
- M-learning en España, Portugal y América Latina - Mar Camacho e Tíscar Lara (coord.), SCOPEO, 2011.
- Internet nas escolas públicas: políticas além da política - Bernardo Sorj e Mauricio Lissovsky. Rio de Janeiro, Centro Edelstein de Pesquisas Sociais, 2011.
- Los estudiantes y la ciencia: encuesta a jóvenes iberoamericanos - Carmelo Polino. (org.). Buenos Aires, OEI, 2011.
- Educação e Tecnologias: reflexão, inovação e práticas - Daniela Melaré Barros et al. (org.). Lisboa, 2011.
- Rede e Comunidades: ensino-aprendizagem pela internet - Jaciara de Sá Carvalho. São Paulo, Instituto Paulo Freire, 2011.
- Práticas Pedagógicas, Linguagem e Mídias: desafios à Pós-graduação em Educação em suas múltiplas dimensões - Helena Amaral da Fontoura, Marco Silva (org.). Rio de Janeiro, Anped, 2011.
- Estudos de Cinema e Audiovisual Socine - Vol. 1 - Laura Cánepa et al. (org.). São Paulo, Socine, 2011.
- Educação para os Media em Portugal: experiências, actores e contextos - Manuel Pinto (coord.). Universidade do Minho, 2011.
- Fundamentos para a prática pedagógica na cultura digital (Col. Ensinar e Aprender no Mundo Digital, 1) - Anna Helena Altenfelder et al. São Paulo, Cenpec, 2011.
- Arte e Cultura: o audiovisual (Col. Ensinar e Aprender no Mundo Digital, 2) - Marcia Coutinho R. Jimenez. São Paulo, Cenpec, 2011.
- Sujeitos, Espaços e Meio Ambiente: redes virtuais (Col. Ensinar e Aprender no Mundo Digital, 3) - Claudemir Viana. São Paulo, Cenpec, 2011.
- Para Entender as Mídias Sociais - Ana Brambilla (org.), 2011.
- Pesquisa sobre o uso das tecnologias de informação e comunicação no Brasil: TIC Educação 2010 - Alexandre F. Barbosa (coord.). São Paulo, Comitê Gestor da Internet no Brasil, 2011.
- Internet e redes sociais. Tudo o que vem à rede é peixe? - Sara Pereira, Luís Pereira, Manuel Pinto. EDUMEDIA, 2011.
- Cidadania e Redes Digitais - Sergio Amadeu da Silveira (org.). São Paulo/Maracá, Comitê Gestor da Internet no Brasil/Educação e Tecnologias, 2010.
- Aprendizagem em ambientes virtuais: compartilhando ideias e construindo cenários - Carla Beatris Valentini, Eliana Maria do Sacramento Soares (org.). Caxias do Sul (RS), Educs, 2a ed., 2010.
- E o rádio? Novos horizontes midiáticos - Luiz Artur Ferraretto e Luciano Klöckner (org.). Porto Alegre, Ed. PUCRS, 2010.
- A força sem força do melhor argumento: ensaio sobre "novas epistemologias virtuais" - Pedro Demo. Brasília, IBICT, 2010.
- Educação e ciberespaço: estudos, propostas e desafios - Glaucio José Couri Machado (org.). Aracaju, Virtus, 2010.
- A cibercultura em transformação - Eugênio Trivinho, Angela Pintor dos Reis e equipe do CENCIB/PUC-SP (org.). São Paulo, ABCiber/Instituto Itaú Cultural, 2010.
- Inclusão digital: novas perspectivas para a informática educativa - Adriano Canabarro Teixeira. Ijuí, Ed. Unijuí, 2010.
- Televisão digital: informação e conhecimento - Maria Cristina Gobbi, Maria Teresa Miceli Kerbauy (org.). São Paulo, Cultura Acadêmica, 2010.
- Censo ead.br - Associação Brasileira de Educação a Distância. São Paulo, Pearson Education do Brasil, 2010.
- Tecnologias na escola - Carlos Seabra. Porto Alegre, Telos Empreendimentos Culturais, 2010.
- Guia para o uso responsável da internet 3.0 (crianças) - GVT/CDI, 2010.
- Guia para o uso responsável da internet 3.0 (professores) - GVT/CDI, 2010.
- Guia para o uso responsável da internet 3.0 (pais) - GVT/CDI, 2010.
- Videojogos: saltar para outro nível - Sara Pereira, Luís Pereira, Manuel Pinto. EDUMEDIA, 2010.
- Educação superior a distância: Comunidade de Trabalho e Aprendizagem em Rede (CTAR) - Amaralima Miranda de Sousa et al. (org.). Brasília, UNB, 2009.
- Concepción y tendencias de la educación a distancia en América Latina - Lorenzo García Aretio (coord.). OEI, 2009.
- Para entender a internet: noções, práticas e desafios da comunicação em rede - Juliano Spyer (org.). São Paulo: Não Zero, 2009.
- A cibercultura e seu espelho: campo de conhecimento emergente e nova vivência humana na era da imersão interativa - Eugênio Trivinho, Edilson Cazeloto (org.). São Paulo, ABCiber/Instituto Itaú Cultural, 2009.
- Mapping Media Education Policies in the World - Divina Frau-Meigs, Jordi Torrens (ed.). United Nations Alliance of Civilizations/UNESCO/European Commission/Grupo Comunicar, 2009.
- Cultura digital.br - Rodrigo Savazoni, Sergio Cohn (org). Rio de Janeiro, Beco do Azougue, 2009.
- Blogs.com: estudos sobre blogs e comunicação - Adriana Amaral et al. (org.). São Paulo, Momento Editorial, 2009.
- História da mídia sonora: experiências, memórias e afetos de norte a sul do Brasil - Luciano Klöckner, Nair Prata (org.). Porto Alegre, EDIPUCRS, 2009.
- Moodle: Estratégias Pedagógicas e Estudos de Caso - Lynn Alves et al. (org.). Salvador, EDUNEB, 2009.
- Rede de Cidadania Nas Ondas do Rádio - Criar Brasil. Rio de Janeiro, 2009.
- Direitos Humanos na Mídia Comunitária: a cidadania vivida no nosso dia a dia - Ana Luisa Zaniboni Gomes (org.). Brasília/São Paulo, Unesco/Oboré, 2009.
- Manual Básico de Vídeo - Mídia Jovem. Aracaju, Secretaria de Estado da Comunicação Social de Sergipe, 2009.
- Manual Básico de Rádio - Mídia Jovem. Aracaju, Secretaria de Estado da Comunicação Social de Sergipe, 2009.
- Como TVer - Sara Pereira, Luís Pereira, Manuel Pinto. EDUMEDIA, 2009.
- Orientação Didático-Pedagógica em cursos a distância - Adriana Barroso de Azevedo e Luciano Sathler (org.). São Bernardo do Campo, Ed. Metodista , 2008.
- Além das redes de colaboração - Sérgio Amadeu da Silveira e Nelson Pretto (org.). Salvador, EdUFBA, 2008.
- Educomunicar: Comunicação, Educação e Participação no desenvolvimento de uma educação pública de qualidade. Rede CEP, São Paulo, 2008.
- Anuário Brasileiro Estatístico de Educação Aberta e a Distância - Fábio Sanchez (coord.). São Paulo, Instituto Monitor, 4. ed., 2008.
- Objetos de aprendizagem: uma proposta de recurso pedagógico - Carmem Lúcia Prata e Anna Christina Aun de Azevedo Nascimento (org.). Brasília, MEC/SEED, 2007.
- Media education: a kit for teachers, students, parents and professional - Divina Frau-Meig (ed.). Paris, UNESCO, 2006.
- Jornalismo cidadão: você faz a notícia (Col. Conquiste a rede) - Ana Carmen Foschini e Roberto Romano Taddei, 2006.
- Blog (Col. Conquiste a rede) - Ana Carmen Foschini e Roberto Romano Taddei, 2006.
- Flogs & Vlogs (Col. Conquiste a rede) - Ana Carmen Foschini e Roberto Romano Taddei, 2006.
- Podcast (Col. Conquiste a rede) - Ana Carmen Foschini e Roberto Romano Taddei, 2006.
- Cartilha de Segurança para Internet. Versão 3.1 - Comitê Gestor da Internet no Brasil, São Paulo, CGI, 2006.
- Manual Audacity - Estudio Livre, 2006.
- Mídia e Escola: perspectivas para políticas públicas - Fernando Rossetti. São Paulo, Ed. Jogo de Amarelinha, 2005.
- Integração das Tecnologias na Educação - Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida e José Manuel Moran (org.). Brasília, SEED/MEC, 2005.
- Educação a Distância no contexto brasileiro: algumas experiências da UFBA - Bohumila Araújo e Katia Siqueira de Freitas (org.) Salvador, ISP/UFBA, 2005.
- Cultura livre: como a grande mídia usa a tecnologia e a lei para bloquear a cultura e controlar a criatividade - Lawrence Lessig. São Paulo, Trama, 2005.
- Apostila NVU - Cobra Tecnologia, 2005.
- Tutoria no EAD: um manual para tutores - Jennifer O’Rourke. Instituto Nacional de Educação à Distância/The Commonwealth of Learning, 2003.
- Planejamento de sistemas de educação a distância: um manual para decisores - Richard Freeman. Instituto Nacional de Educação à Distância/The Commonwealth of Learning, 2003.
- Guia prático para o desenvolvimento de projetos de EAD - Bruce Thompson. Instituto Nacional de Educação à Distância/The Commonwealth of Learning, 2003.
- Curso de formação e desenvolvimento profissional em educação a distância: livro de leituras I. Instituto Nacional de Educação à Distância/The Commonwealth of Learning, 2003.
- Curso de formação e desenvolvimento profissional em educação a distância: livro de leituras II. Instituto Nacional de Educação à Distância/The Commonwealth of Learning, 2003.
- Conceber materiais de ensino aberto e a distância. Instituto Nacional de Educação à Distância/The Commonwealth of Learning, 2003.
- Apoio ao aluno no ensino a distância. Instituto Nacional de Educação à Distância/The Commonwealth of Learning, 2003.
- A criança e a mídia: imagem, educação, participação - Ulla Carlsson; Cecilia von Feilitzen (org.). São Paulo/Brasília, Cortez Editora/UNESCO Brasil, 2002.
Professores e gestores querem mudar índice que define piso nacional
11/01/2013 06h00 - Atualizado em 11/01/2013 06h00
http://g1.globo.com/educacao/noticia/2013/01/professores-e-gestores-querem-mudar-indice-que-define-piso-nacional.html
Piso aumentou 22,2% entre 2010 e 2011 e só 7,97% entre 2011 e 2012.
Reajuste de 7,97% foi quase um terço do aumento obtido no ano passado.
Ana Carolina Moreno e Vanessa FajardoDo G1, em São Paulo
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O reajuste de 7,97% no piso salarial nacional dos professores da educação básica anunciado pelo Ministério da Educação nesta quinta-feira (10) já era esperado pelos especialistas e entidades, sindicatos e confederação de professores e gestores da educação no país. Segundo eles, a expectativa era a de que o governo seguiria ao pé da letra a lei que define o piso e, portanto, o reajuste seria bem menor do que o estimado no início do ano. Mesmo assim, muitos criticaram o indicador vinculado ao cálculo do reajuste anual, que atualmente leva em conta apenas a variação do valor anual por aluno do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).
Com o aumento, o piso salarial para os professores passa de R$ 1.451 para R$ 1.567 a partir de janeiro de 2013. No ano passado, o reajuste do piso salarial dos professores de educação básica e que cumprem 40 horas semanais foi de 22,22%. Portanto, o reajuste deste ano representa quase um terço do aumento ocorrido em 2012.
A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) divulgou nota em seu site oficial afirmando que, pelos cálculos da entidade, "o piso não deveria ficar abaixo de R$ 1.817,35, valor este que compreende a diferença efetiva entre o per capita do Fundeb de 2008 a 2013".
A confederação, defendeu, no comunicado, que a União cubra "eventuais rebaixamentos do valor mínimo do Fundeb ao longo dos anos – pois a educação não deve sofrer retração de investimentos e cabe aos órgãos públicos federais zelar pela estimativa do Fundeb e seu cumprimento integral".
Já Cleuza Rodrigues Repulho, presidente da União dos Dirigentes Municipais da Educação (Undime), classificou o aumento como "bom".
Ela afirmou ao G1 que "algumas pessoas estavam esperando um desastre maior", mas que, apesar de o ganho real do aumento ter ficado acima da inflação, o reajuste, "por outro lado, mostra que faltou recursos para a educação", disse ela.
Para Cleuza, que também ocupa o cargo de secretária municipal de Educação de São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, apesar de o piso ainda estar abaixo do desejado, muitas prefeituras terão dificuldades de cumpri-lo. "Em mais de 80% das prefeituras, a principal fonte de recursos da educação são os repasses do Fundeb."
Veja a evolução do piso salarial dos professores desde 2010
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Ano
|
Piso
|
Variação
|
2010
|
R$ 1.024,67
| |
2011
|
R$ 1.187,08
|
+15,8%
|
2012
|
R$ 1.451,00
|
+22,2%
|
2013
|
R$ 1.567,00
|
+7,97%
|
Política econômica e direitos sociais
Daniel Cara, coordenador geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, explica que o reajuste menor neste ano, em comparação com o ano anterior, se deve à queda na arrecadação de impostos pelo governo federal. Isso aconteceu, segundo ele, porque o governo, na tentativa de estimular o crescimento econômico, decidiu reduzir impostos como o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).
Daniel Cara, coordenador geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, explica que o reajuste menor neste ano, em comparação com o ano anterior, se deve à queda na arrecadação de impostos pelo governo federal. Isso aconteceu, segundo ele, porque o governo, na tentativa de estimular o crescimento econômico, decidiu reduzir impostos como o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).
"O governo tem feito a desoneração, mas ela não tem gerado crescimento econômico na medida do que é necessário, e ainda diminui o patamar de investimento em direitos sociais", disse Cara.
Segundo ele, "quem perde com a menor arrecadação de impostos é a população de baixa renda que precisa de serviços públicos como a educação e a saúde", já que o Tesouro não reduz a defasagem de recursos destinados às áreas sociais. "Está prejudicando quem é sempre prejudicado. Esse é o ponto que a gente tem que frisar e se preocupar."
Para a CNTE, o governo não está agindo "com prodência" ao prever que, no ano que vem, o reajuste será de 20,16%, segundo portaria divulgada no fim de dezembro. "Em 2012, mesmo ciente dos efeitos da crise mundial, a STN/Fazenda [Secretaria do Tesouro Nacional, do Ministério da Fazenda] estimou o crescimento do Fundeb em 21,24%, porém no dia 31 de dezembro, através de simples portaria, o órgão rebaixou a estimativa para 7,97%. E tudo indica que em 2013 o mesmo acontecerá", disse a entidade, em nota.
Valorização do professor
Cleuza, da Undime, afirma que, embora o reajuste tenha sido maior que a inflação, o salário-base do professor de educação do ensino básico com carga horária de 40 horas semanais ainda é muito baixo.
Cleuza, da Undime, afirma que, embora o reajuste tenha sido maior que a inflação, o salário-base do professor de educação do ensino básico com carga horária de 40 horas semanais ainda é muito baixo.
Quem perde com a menor arrecadação de impostos é a população de baixa renda que precisa de serviços públicos como a educação e a saúde"
Daniel Cara
coordenador geral da Campanha Nacional
pelo Direito à Educação
coordenador geral da Campanha Nacional
pelo Direito à Educação
De acordo com ela, se o piso girasse em torno de R$ 2.500 mensais, não seria tão difícil contratar novos profissionais. Cleuza diz que o salário tem peso significativo para os jovens fugirem da carreira docente. "Mesmo nos grandes centros temos problema para conseguir professores, imagina em regiões mais afastadas como na região Norte do país. Temos de aliar o reajuste real, o ganho real ao plano de carreira para atrair os jovens. O professor tem de ganhar bem não só no fim da carreira, perto da aposentadoria, mas também no início. Temos melhorado, porém não avançamos como deveríamos."
Mudança do índice
A vinculação do reajuste automático anual do piso de professores à variação do valor por aluno do Fundeb sofre críticas de todas as entidades por sua instabilidade. De acordo com Eduardo Deschamps, secretário de Educação de Santa Catarina e um dos vice-presidentes do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), além de depender da arrecadação de impostos, que é variável, principalmente em tempos de crise, o reajuste é calculado com base nos resultados até dezembro do ano anterior, e o reajuste é aplicado a partir de 1º de janeiro. Porém, em abril, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) divulga o balanço consolidado do Fundeb do ano anterior.
A vinculação do reajuste automático anual do piso de professores à variação do valor por aluno do Fundeb sofre críticas de todas as entidades por sua instabilidade. De acordo com Eduardo Deschamps, secretário de Educação de Santa Catarina e um dos vice-presidentes do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), além de depender da arrecadação de impostos, que é variável, principalmente em tempos de crise, o reajuste é calculado com base nos resultados até dezembro do ano anterior, e o reajuste é aplicado a partir de 1º de janeiro. Porém, em abril, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) divulga o balanço consolidado do Fundeb do ano anterior.
Em 2011, o balanço final incluiu um ajuste de R$ 2,7 bilhões e elevou o valor por aluno de R$ 1.729,28 (valor usado no cálculo do piso) para R$ 1.846,56.
"Tem uma variação muito brusca de ano para ano, o reajuste foi de 22% no ano passado e quase 8% nesse ano. É um índice não muito estável, gera problemas na aplicação da lei", afirmou Deschamps.
O vice-presidente do Consed ainda criticou o fato de o índice usar duas variáveis do Fundeb: o valor da arrecadação e o valor anual por aluno. Como a cada ano o Censo Escolar se torna mais preciso e elimina matrículas duplicadas, o valor por aluno tende a aumentar também pela divisão do valor global pelo número de matrículas, que é cada ano menor. Pelos cálculos do Consed, o valor global do Fundeb cresceu menos de 7%, mas, com a divisão, o valor por aluno aumentou quase 8%, e foi essa a porcentagem considerada no reajuste de 2013.
Porém, as entidades ainda não entraram em consenso sobre uma alternativa ao regime atual de reajustes do piso. A proposta defendida pela CNTE calcularia a variação a partir de dois índices: o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) somado a 50% da variação global do Fundeb nos dois anos anteriores, considerando o valor consolidade de abril de cada ano vigente. Por esses cálculos, defendidos em um projeto de lei atualmente em tramitação no Congresso, o reajuste de 2013 seria de 9,05%.
Essa proposta, porém, não encontra respaldo no Consed --os secretários de Educação afirmam que esse indicador levaria em conta duas vezes a inflação (no INPC e na variação do Fundeb). Uma contraproposta descontando a inflação da variação do Fundeb também não tem unanimidade, pois alguns secretários dizem, segundo Deschamps, que "qualquer reajuste automático só poderia levar em consideração indicadores de inflação, não de ganho real".
O ministro Aloizio Mercadante afirmou, na quinta-feira, que o MEC pretende aproveitar o ano de 2013 para tentar chegar a um consenso entre todas as partes interessadas para que um novo índice seja definido e aplicado já em 2014.
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tópicos:
Você sabia que a procura por ensino à distância cresce mais que busca por curso presencial? confira
Fonte -http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2012/08/procura-por-ensino-distancia-cresce-mais-que-busca-por-curso-presencial.html
Aumento do número de alunos EaD foi de 10,9%, contra 6,45% presenciais.
Cursos livres gratuitos são alternativa para quem busca qualificação.
Isabela LeiteDo G1 Campinas e Região
Comente agora
(Foto: Reprodução TV Centro América)
Os cursos livres gratuitos oferecidos à distância por instituições tornaram-se uma alternativa para as pessoas que buscam qualificação, não podem ou não querem gastar e se locomover até o centro de capacitação. De acordo com o Censo do Ensino Superior 2010 do Ministério da Educação (MEC), divulgado em outubro de 2011, e do Anuário Brasileiro Estatístico de Educação Aberta e a Distância (Abraed), aumento pela procura de cursos de graduação na modalidade EaD foi maior em relação aos presenciais no Brasil.
Entre 2009 e 2010, por exemplo, o crescimento de alunos à distância foi de 10,9%, sendo que das aulas presenciais foi de 6,45% no mesmo período, de acordo com o MEC. Ao todo, 2,5 milhões de alunos procuraram os cursos livres à distância em busca de qualificação profissional, idiomas e preparação. Para graduação, foram 930,2 mil pessoas e para pós-graduação cerca de 150 mil alunos.
Segundo a Associação Nacional de Tutores da Educação à Distância (Anated), os cinco cursos EaD com maior número de alunos em 2010 foram pedagogia (273,3 mil matrículas), administração (128,2 mil matrículas), serviço social (74,5 mil matrículas), competências gerenciais (45,9 mil matrículas) e ciências contábeis (40,1 mil matrículas). Já em relação aos cursos presenciais, administração foi o com maior procura, seguudi de direito, engenharias, pedagogia e enfermagem(assista ao bloco do programa EPTV Comunidade sobre a procura por cursos à distância).
Perfil do aluno
A média de idade do aluno EaD é 7 anos maior em relação ao estudante de cursos presenciais. Enquanto o primeiro representa média de 33 anos, o segundo representa média de faixa etária de 26 anos, de acordo com o Censo do Ensino Superior do MEC.
A média de idade do aluno EaD é 7 anos maior em relação ao estudante de cursos presenciais. Enquanto o primeiro representa média de 33 anos, o segundo representa média de faixa etária de 26 anos, de acordo com o Censo do Ensino Superior do MEC.
perfil do aluno de EaD(Foto: Reprodução EPTV)
O presidente da Anated, Luis Gomes, explica que isso ocorre por causa de um período cíclico da carreira. "Normalmente, quem não consegue pagar uma faculdade termina o ensino médio e começa a trabalhar na faixa dos 20 anos. Constitui família e só depois dos 30 anos consegue estabilizar e decide investir na capacitação, que precisa ser na modalidade de EaD por conta da flexibilidade de horário e custo", completa.
Em relação às modalidades dos cursos, a opção pelo bacharelado lidera, com 72,6% dos alunos presenciais, seguida por licenciatura (17%) e tecnólogos (10%). Já no ensino à distância, a licenciatura está em primeiro lugar, com 45,8%, seguida de bacharelado (28,8%), tecnólogos (25,3%) e licenciatura e bach (1%)
Graduação, pós-graduação e tecnológicos
Os cursos à distância de graduação e pós-graduação credenciados pelo MEC podem ser consultados no E-MEC, página do ministério que reúne a lista de todas as instuituições que podem oferecer as aulas.
Cursos livresEntre as instituições que oferecem cursos gratuitos à distância de qualificação profissional está a Confederação Nacional da Indústra (CNI)/ Serviço de Aprendizagem Industrial (Senai), o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), além do Centro de Integração Empresa Escola (CIEE) e a FGV Online, portal da Fundação Getúlio Vargas que reúne conteúdos e materiais didáticos da instituição sem custo pela internet.
Seu filho sofre de TDAH? 8 sintomas para você ficar atento
TDAH
Déficit de atenção: 8 sinais aos quais os pais devem ficar atentos
Aretha Yarak
http://veja.abril.com.br/noticia/saude/deficit-de-atencao-8-sinais-aos-quais-os-pais-devem-ficar-atentos
O transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) é uma doença cercada de controvérsia. Por atingir principalmente crianças, muito pais enxergam problemas onde eles não existem — sintomas isolados são comuns nesta fase da vida. Também há quem não preste atenção ao conjunto de sintomas que a caracterizam: quadros de desatenção, hiperatividade e impulsividade de maneira exacerbada.
Há um grande número de crianças com a doença, reconhecida pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Segundo dados da Associação Brasileira de Déficit de Atenção (ABDA), cerca de 3% a 5% das crianças brasileiras sofrem de TDAH, das quais de 60% a 85% permanecem com o transtorno na adolescência.
É preciso enfrentá-la cedo. Quando não diagnosticada e tratada, pode trazer sérios prejuízos a curto e longo prazo. Em crianças, é comum a queda no rendimento escolar, por causa de desorganização, da falta de paciência para assistir às aulas e estudar. Na fase adulta, o problema pode ser a causa de uma severa baixa auto-estima, além de afetar os relacionamentos interpessoais, uma vez que a pessoa tem dificuldades em se ajustar a horários e compromissos e, frequentemente, não consegue prestar atenção no parceiro.
Confira abaixo oito desses sintomas que, quando aparecem com freqüência e em mais de um ambiente (escola e casa, por exemplo), podem servir como um alerta de que chegou a hora de procurar ajuda profissional.
Distração
As crianças com TDAH perdem facilmente o foco das atividades quando há algum estímulo do ambiente externo, como barulhos ou movimentações. Elas também se perdem em pensamentos “internos” e chegam a dar a impressão de serem “avoadas”. Essas distrações podem prejudicar o aprendizado, levando o aluno a ter um desempenho muito abaixo do esperado
Perda de objetos
Perder coisas necessárias para as tarefas e atividades, tais como brinquedos, obrigações escolares, lápis, livros ou ferramentas, é quase uma rotina. A criança chega a perder o mesmo objeto diversas vezes e esquece rapidamente do que lhe é dado.
Lição escolar
Impaciente, não consegue manter a atenção por muito tempo. Por isso tem dificuldade em terminar a tarefa escolar, pois não consegue se manter concentrada do começo ao fim, e acaba se levantando, andando pela casa, brincando com o irmão, fazendo desenhos...
Movimentação constante
Traço típico da hiperatividade, é comum que mãos e pés estejam sempre em movimento, já que ficar parado é praticamente impossível. A criança acaba se levantando toda hora na sala de aula e costuma subir em móveis e em situações nas quais isso é inapropriado. Para os pais, é como se o filho estivesse “ligado na tomada”.
Paciência
Tendem a ser impulsivas e não conseguem esperar pela sua vez em filas de espera em lojas, cinema ou mesmo para brincar. É comum ainda que não esperem pelo fim da pergunta para darem uma resposta e que cheguem a interromper outras pessoas.
Desatenção
Distraída e sem conseguir prestar atenção na conversa, dificilmente consegue se lembrar de um pedido dos pais ou mesmo de uma regra da casa. A sensação que se tem é a de que ela vive “ no mundo da lua”. É comum, portanto, que os pais acabem repetindo inúmeras vezes a mesma coisa para a criança, que nunca se lembra do que foi dito.
Impulsividade
A criança com TDAH não tem paciência nem para concluir um pensamento. Assim, ela acaba agindo sem pensar e chega a ser impulsiva e explosiva em alguns momentos. Os rompantes podem ser vistos, por exemplo, durante brincadeiras com os demais colegas que culminem em brigas ou discussões.
* Fontes: Maria Conceição do Rosário, psiquiatra e professora do Departamento de Psiquiatria da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e do Child Study Center, da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, e Thiago Strahler Rivero, psicólogo do Departamento de Psicobiologia do Centro Paulista de Neuropsicologia da Unifesp
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